Publicado 13/08/2026 07:00
Rio - Um novo adversário, uma outra competição e a mesma pedra no sapato: a altitude. Pelo jogo de ida das oitavas de final da Sul-Americana, o Botafogo escala as montanhas peruanas e desafia o próprio retrospecto jogando acima do nível do mar para bater o Cienciano (PER) no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, hoje, às 21h30 (de Brasília). O jogo de volta acontece na próxima quinta-feira (20), às 21h30 (de Brasília) no Nilton Santos.
Se o objetivo na Sul-Americana for o topo, então o Glorioso ganhou um desafio à altura. O Estádio Inca Garcilaso está localizado na cidade de Cusco, no Peru, a 3.350 metros acima do nível do mar, sendo o estádio de futebol com a oitava maior altitude do planeta. Além das dificuldades físicas de atuar em condições tão extremas, a decisão de hoje à noite é também um duelo à parte do Alvinegro contra a sua própria história.
O Botafogo ainda não venceu neste século jogando na altitude da América do Sul, seja pela Libertadores ou pela Sul-Americana. No total, são oito partidas contra adversários equatorianos, colombianos e bolivianos, com seis derrotas e apenas dois empates. A última — e única, até o momento — vitória atuando acima dos 2.500 metros foi há 63 anos, no 2 a 0 sobre o Millionarios (COL), na Libertadores de 1963.
Mesmo com a pressão negativa sobre os ombros — e pulmões —, tudo indica que o Fogão não será pego de calças arriadas na subida ao Peru, já que conta com a experiência do elenco. Ainda neste ano, em fevereiro, o time do então treinador Martín Anselmi encarou o Nacional Potosí (BOL), pela fase preliminar da Libertadores, no Estádio Víctor Augusto Ugarte, a mais de 3.900 metros de altitude. O jogo terminou com derrota alvinegra por 1 a 0, mas a equipe soube suportar o desgaste físico e foi buscar a classificação em casa.
A temida altitude também não é novidade para o técnico Franclim Carvalho. Na fase de grupos da Libertadores de 2024, o português esteve na beira de campo como auxiliar de Arthur Jorge na derrota por 1 a 0 para a LDU (EQU), em Quito, a 2.850 metros acima do nível do mar. Desta vez, com mais experiência acumulada, a delegação botafoguense optou por se deslocar até Cusco para enfrentar o Cienciano somente no dia do jogo.
PublicidadeSe o objetivo na Sul-Americana for o topo, então o Glorioso ganhou um desafio à altura. O Estádio Inca Garcilaso está localizado na cidade de Cusco, no Peru, a 3.350 metros acima do nível do mar, sendo o estádio de futebol com a oitava maior altitude do planeta. Além das dificuldades físicas de atuar em condições tão extremas, a decisão de hoje à noite é também um duelo à parte do Alvinegro contra a sua própria história.
O Botafogo ainda não venceu neste século jogando na altitude da América do Sul, seja pela Libertadores ou pela Sul-Americana. No total, são oito partidas contra adversários equatorianos, colombianos e bolivianos, com seis derrotas e apenas dois empates. A última — e única, até o momento — vitória atuando acima dos 2.500 metros foi há 63 anos, no 2 a 0 sobre o Millionarios (COL), na Libertadores de 1963.
Mesmo com a pressão negativa sobre os ombros — e pulmões —, tudo indica que o Fogão não será pego de calças arriadas na subida ao Peru, já que conta com a experiência do elenco. Ainda neste ano, em fevereiro, o time do então treinador Martín Anselmi encarou o Nacional Potosí (BOL), pela fase preliminar da Libertadores, no Estádio Víctor Augusto Ugarte, a mais de 3.900 metros de altitude. O jogo terminou com derrota alvinegra por 1 a 0, mas a equipe soube suportar o desgaste físico e foi buscar a classificação em casa.
A temida altitude também não é novidade para o técnico Franclim Carvalho. Na fase de grupos da Libertadores de 2024, o português esteve na beira de campo como auxiliar de Arthur Jorge na derrota por 1 a 0 para a LDU (EQU), em Quito, a 2.850 metros acima do nível do mar. Desta vez, com mais experiência acumulada, a delegação botafoguense optou por se deslocar até Cusco para enfrentar o Cienciano somente no dia do jogo.
Reportagem produzida pelo estagiário Gustavo Fernandes, sob supervisão de Danillo Pedrosa
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