Publicado 12/06/2026 06:00
Rio - Seja em bandeirinhas espalhadas pelas ruas ou em pinturas temáticas que cobrem o asfalto, o verde e o amarelo têm dominado a paisagem do Rio. Nos últimos meses, diversos bairros da cidade entraram no clima da Copa do Mundo. Na Zona Sul, a tradição ganhou um toque especial e se destaca pela participação de artistas que criaram as obras e decoraram as vias, transformando-as em galerias a céu aberto.
No Flamengo, uma equipe de artistas uniu o espírito esportivo à boemia carioca e traduziu a combinação em cores na Travessa Tamoios. Organizada pelo bar Deza Botequim, a pintura conta com símbolos de celebração e de torcida para o Brasil na Copa do Mundo.
PublicidadeNo Flamengo, uma equipe de artistas uniu o espírito esportivo à boemia carioca e traduziu a combinação em cores na Travessa Tamoios. Organizada pelo bar Deza Botequim, a pintura conta com símbolos de celebração e de torcida para o Brasil na Copa do Mundo.
"Colocamos elementos que representam o momento atual – do coletivo, do Brasil, do jogo – e o elo de ligação dos bares da rua. Colocamos elementos de celebração, que remetem à comemoração. O brasileiro gosta de música, de arte, de esporte e de tomar uma cerveja. A gente retratou a alma do carioca, mas com viés esportivo. Nós temos o Zé Carioca, que é um clássico, 'Brasil' escrito em letreiro bem grande, a bola, a taça, um copo de cerveja e outros elementos que representam o Brasil”, explica, a O DIA, o artista plástico e designer Gabriel Davi, conhecido como OMEP.
Criado na Vila da Penha, Zona Norte, OMEP comemora o retorno da tendência de pinturas de ruas para a Copa do Mundo, tradição que foi perdida ao longo dos anos. Os enfeites comemorativos da Copa remetem ao artista memórias de infância.
Criado na Vila da Penha, Zona Norte, OMEP comemora o retorno da tendência de pinturas de ruas para a Copa do Mundo, tradição que foi perdida ao longo dos anos. Os enfeites comemorativos da Copa remetem ao artista memórias de infância.
"A gente vive em um país muito polarizado e, a arte, junto com o esporte, dão esse elo de ligação para que todos se unam em um único propósito. Não tem a relevância suprema de uma estética ou de uma técnica. O importante é ver crianças pintando, é ver pessoas colaborando, ajudando. Isso é o mais importante”, opina.
Embora o movimento tenha começado com artistas contratados para decorar a rua para o Mundial, todos foram surpreendidos quando centenas de crianças se aproximaram do trabalho e pediram para participar.
"Quando as crianças olharam um mar de tinta e aquele movimento do pessoal chegando e o desenho sendo feito no chão, veio aquela pergunta clássica: 'Tio, você tem uma tinta para mim?'. E a rua ficou maravilhosamente linda, com várias mensagens das crianças. Nós estivemos aqui, sem medo de errar, de 150 a 200 crianças no baixo. Daqui a 30 anos elas vão se lembrar disso. Com certeza elas vão levar para a vida", conta.
Tradicionalmente, os próprios moradores das ruas produzem os desenhos em outras regiões do Rio. Para OMEP, a contratação de profissionais não enfraquece o legado, mas fortalece as interações. "Eu acho que o artista, contratado ou comissionado, é um agente que leva o lado mais perpétuo dessa cultura. Como na Zona Sul não é uma tradição, o artista começa a polinizar. Ele leva isso e já vira: 'quando vocês vão pintar de novo?'. Desperta nas pessoas essa vontade. Quem não quer ver sua rua bonita? Isso mexe com a autoestima da vizinhança", pontua.
Mais do que uma ação de marketing, a pintura da Travessa Tamoios representou o resgate de uma memória afetiva de Ilma Dias, proprietária do Deza Botequim ao lado do marido. Baiana, ela quis reproduzir o fascínio que sentiu ao se deparar com as tradicionais ruas decoradas da Zona Norte quando chegou ao Rio, há 30 anos.
"Eu fiquei extremamente encantada e aquilo nunca mais saiu da minha cabeça. Aproveitando que o Deza está em uma rua pequena, foi uma das primeiras coisas que eu pensei. Temos uma aproximação muito forte com os clientes daqui, as pessoas abraçam as nossas ações e foi lindo. Apresentar isso para as crianças da Zona Sul, é maravilhoso porque vai ficar na memória delas”, afirma.
A pintura da rua começou com um convite do bar Deza Botequim ao artista Rafa Meggetto (@rafameggetto), que escalou o time composto pelos profissionais OMEP (@_omep_), Leandro Tick (@leandro_otick2), Cacá Barcellos (@caca_barcellos), Atos Juan (@atosjuan) e os irmãos gêmeos Victor e Vinícius Couto.
Rumo ao hexa em Copacabana
Em Copacabana, a Rua Ronald de Carvalho recebeu uma pintura de cerca de 50 metros de comprimento na altura do bar Os Imortais. Idealizada pelo estabelecimento junto com o artista Leandro Tick, a decoração para o Mundial reúne frases e elementos que remetem ao espírito esportivo.
Embora o movimento tenha começado com artistas contratados para decorar a rua para o Mundial, todos foram surpreendidos quando centenas de crianças se aproximaram do trabalho e pediram para participar.
"Quando as crianças olharam um mar de tinta e aquele movimento do pessoal chegando e o desenho sendo feito no chão, veio aquela pergunta clássica: 'Tio, você tem uma tinta para mim?'. E a rua ficou maravilhosamente linda, com várias mensagens das crianças. Nós estivemos aqui, sem medo de errar, de 150 a 200 crianças no baixo. Daqui a 30 anos elas vão se lembrar disso. Com certeza elas vão levar para a vida", conta.
Tradicionalmente, os próprios moradores das ruas produzem os desenhos em outras regiões do Rio. Para OMEP, a contratação de profissionais não enfraquece o legado, mas fortalece as interações. "Eu acho que o artista, contratado ou comissionado, é um agente que leva o lado mais perpétuo dessa cultura. Como na Zona Sul não é uma tradição, o artista começa a polinizar. Ele leva isso e já vira: 'quando vocês vão pintar de novo?'. Desperta nas pessoas essa vontade. Quem não quer ver sua rua bonita? Isso mexe com a autoestima da vizinhança", pontua.
Mais do que uma ação de marketing, a pintura da Travessa Tamoios representou o resgate de uma memória afetiva de Ilma Dias, proprietária do Deza Botequim ao lado do marido. Baiana, ela quis reproduzir o fascínio que sentiu ao se deparar com as tradicionais ruas decoradas da Zona Norte quando chegou ao Rio, há 30 anos.
"Eu fiquei extremamente encantada e aquilo nunca mais saiu da minha cabeça. Aproveitando que o Deza está em uma rua pequena, foi uma das primeiras coisas que eu pensei. Temos uma aproximação muito forte com os clientes daqui, as pessoas abraçam as nossas ações e foi lindo. Apresentar isso para as crianças da Zona Sul, é maravilhoso porque vai ficar na memória delas”, afirma.
A pintura da rua começou com um convite do bar Deza Botequim ao artista Rafa Meggetto (@rafameggetto), que escalou o time composto pelos profissionais OMEP (@_omep_), Leandro Tick (@leandro_otick2), Cacá Barcellos (@caca_barcellos), Atos Juan (@atosjuan) e os irmãos gêmeos Victor e Vinícius Couto.
Rumo ao hexa em Copacabana
Em Copacabana, a Rua Ronald de Carvalho recebeu uma pintura de cerca de 50 metros de comprimento na altura do bar Os Imortais. Idealizada pelo estabelecimento junto com o artista Leandro Tick, a decoração para o Mundial reúne frases e elementos que remetem ao espírito esportivo.
"Colocamos algumas frases, como 'rumo ao hexa', 'vai ter copa na Ronald'; elementos mais principais, como a bandeira e o nome Brasil, a camisa número 10, além de um copo de cerveja para criar essa relação toda. São seis metros só de largura. De comprimento é mais ou menos uns 40 metros. Também fizemos um pedacinho para uma oficina com as crianças", explica.
Apesar das dificuldades, Leandro ressalta o clima de festa durante a pintura da rua, que também contou com uma presença especial. "O tempo ajudou muito, estava um dia lindo. Como a rua é bem arborizada, fez uma diferença gigante. Mas como toda pintura, como todo trabalho, sempre tem desafio, tem aquele morador um pouco mais chatinho que quer passar, a rua não é tão boa, o asfalto não é tão liso, mas a gente caiu dentro mesmo assim, foi legal. Os moradores abraçaram e muita gente apareceu. Até o Neguinho da Beija-Flor apareceu do nada. Ele elogiou todo mundo e achou bem legal trazer um pouco essa tradição”, conta.
De acordo com Leandro, cada vez mais pessoas procuram ele para a produção de artes e murais com a temática da seleção brasileira. "Foi uma grande surpresa, porque geralmente em ano de Copa eu faço um mural, no máximo dois. Esse ano, fui muito requisitado, muita gente procurando para pintar rua, muro, muita coisa. Não só na Zona Sul, mas na Zona Norte e na cidade inteira. A Copa começou e eu vou continuar pintando, porque é muita coisa para fazer. E acho que tem sido bom essa retomada da cultura. Por mais que a gente ainda esteja meio duvidoso com algumas coisas da Seleção. Acho que o movimento, por si só, das pessoas se encontrando e festejando, é bem legal. Que nas próximas Copas o pessoal esteja mais animado para estar nesse movimento", diz.
A pintura da Rua Ronald de Carvalho foi organizada pelo bar Os Imortais. Segundo a auxiliar administrativa Vivian Martins, filha do proprietário do estabelecimento, o desejo de resgatar a tradição ganhou força diante da onda de vídeos e publicações sobre decorações para a Copa do Mundo.
Além de Leandro Tick (@leandro_otick2), a pintura da Rua Ronald de Carvalho também com OMEP (@_omep_) e os artistas Yesca (@yescapinta), que é argentina, e Luigi Elli (@luigi_elli).
Japonês em clima brasileiro em Ipanema
"A seleção brasileira começou a perder depois que vocês pararam de pintar a rua". Foi com esta frase que o influenciador Lauro Rodrigues, conhecido como Laurinho, viralizou nas redes sociais. Morador de São Gonçalo, ele já percorreu diversas regiões do Rio registrando e participando de intervenções artísticas. Em Ipanema, foi o responsável por levar as cores e os símbolos do Brasil a um trecho da Rua Barão da Torre, a convite do restaurante japonês Jappa da Quitanda.
Apesar das dificuldades, Leandro ressalta o clima de festa durante a pintura da rua, que também contou com uma presença especial. "O tempo ajudou muito, estava um dia lindo. Como a rua é bem arborizada, fez uma diferença gigante. Mas como toda pintura, como todo trabalho, sempre tem desafio, tem aquele morador um pouco mais chatinho que quer passar, a rua não é tão boa, o asfalto não é tão liso, mas a gente caiu dentro mesmo assim, foi legal. Os moradores abraçaram e muita gente apareceu. Até o Neguinho da Beija-Flor apareceu do nada. Ele elogiou todo mundo e achou bem legal trazer um pouco essa tradição”, conta.
De acordo com Leandro, cada vez mais pessoas procuram ele para a produção de artes e murais com a temática da seleção brasileira. "Foi uma grande surpresa, porque geralmente em ano de Copa eu faço um mural, no máximo dois. Esse ano, fui muito requisitado, muita gente procurando para pintar rua, muro, muita coisa. Não só na Zona Sul, mas na Zona Norte e na cidade inteira. A Copa começou e eu vou continuar pintando, porque é muita coisa para fazer. E acho que tem sido bom essa retomada da cultura. Por mais que a gente ainda esteja meio duvidoso com algumas coisas da Seleção. Acho que o movimento, por si só, das pessoas se encontrando e festejando, é bem legal. Que nas próximas Copas o pessoal esteja mais animado para estar nesse movimento", diz.
A pintura da Rua Ronald de Carvalho foi organizada pelo bar Os Imortais. Segundo a auxiliar administrativa Vivian Martins, filha do proprietário do estabelecimento, o desejo de resgatar a tradição ganhou força diante da onda de vídeos e publicações sobre decorações para a Copa do Mundo.
Além de Leandro Tick (@leandro_otick2), a pintura da Rua Ronald de Carvalho também com OMEP (@_omep_) e os artistas Yesca (@yescapinta), que é argentina, e Luigi Elli (@luigi_elli).
Japonês em clima brasileiro em Ipanema
"A seleção brasileira começou a perder depois que vocês pararam de pintar a rua". Foi com esta frase que o influenciador Lauro Rodrigues, conhecido como Laurinho, viralizou nas redes sociais. Morador de São Gonçalo, ele já percorreu diversas regiões do Rio registrando e participando de intervenções artísticas. Em Ipanema, foi o responsável por levar as cores e os símbolos do Brasil a um trecho da Rua Barão da Torre, a convite do restaurante japonês Jappa da Quitanda.
Segundo o influenciador, que cresceu ouvindo histórias sobre as decorações para a Copa da rua em que mora, o desejo de retomar a tradição nasceu em 2014. Desde então, tem promovido, junto com os vizinhos, a pintura da via. Neste ano, Laurinho decidiu fazer vídeos sobre o tema e caiu no gosto dos internautas.
De acordo com o influenciador, os convites para pintar ou apenas visitar as ruas começaram a surgir depois que seus vídeos viralizaram nas redes. Para a arte na Rua Barão da Torre, Laurinho contou com a ajuda dos artistas Júlia Pinheiro e Eduardo Tex (@eduardotextwo). No dia, os artistas acabaram enfrentando alguns desafios, principalmente devido ao grande movimento da região, mesmo com a rua interditada pela prefeitura.
“A gente tinha um período muito curto de tempo para fazer isso, porque as ruas da Zona Sul são muito movimentadas. E tinha gente que não estava acostumada a ver isso, ainda mais aqui. Não é uma coisa comum. A gente explicava que estava pintando a rua. Alguns entendiam, mas outros faltavam pouco para passar com o carro por cima da gente. E nesse clima caótico… vai Brasil", ri.
Do bar à Copa do Mundo, em Laranjeiras
Uma conversa despretensiosa entre amigos, em uma mesa de bar, foi o ponto de partida para a pintura de parte da Rua General Glicério, em frente ao Miolo Bar, para a Copa do Mundo. A ideia ganhou adesão dos moradores e se transformou em uma mobilização coletiva, em Laranjeiras.
De acordo com o influenciador, os convites para pintar ou apenas visitar as ruas começaram a surgir depois que seus vídeos viralizaram nas redes. Para a arte na Rua Barão da Torre, Laurinho contou com a ajuda dos artistas Júlia Pinheiro e Eduardo Tex (@eduardotextwo). No dia, os artistas acabaram enfrentando alguns desafios, principalmente devido ao grande movimento da região, mesmo com a rua interditada pela prefeitura.
“A gente tinha um período muito curto de tempo para fazer isso, porque as ruas da Zona Sul são muito movimentadas. E tinha gente que não estava acostumada a ver isso, ainda mais aqui. Não é uma coisa comum. A gente explicava que estava pintando a rua. Alguns entendiam, mas outros faltavam pouco para passar com o carro por cima da gente. E nesse clima caótico… vai Brasil", ri.
Do bar à Copa do Mundo, em Laranjeiras
Uma conversa despretensiosa entre amigos, em uma mesa de bar, foi o ponto de partida para a pintura de parte da Rua General Glicério, em frente ao Miolo Bar, para a Copa do Mundo. A ideia ganhou adesão dos moradores e se transformou em uma mobilização coletiva, em Laranjeiras.
Com objetivo de dar continuidade à tradição viva em poucas ruas da Zona Sul, o "síndico e cara mais legal da rua", como é conhecido Rodrigo de Castro Mendes pelos moradores e amigos, começou a arrecadar dinheiro para a pintura quando a artista plástica Cláudia Imperial, conhecida como Clode Imperial, perguntou se poderia contribuir de outra forma.
"Eu estava no bar quando me perguntaram se gostaria de participar da Copa. O Rodrigo, que já faz parte há muito tempo dessa comissão, perguntou se eu queria contribuir. Aí eu falei que gostaria de contribuir com a pintura", explica Clode.
Foi então que ela se juntou aos outros dois artistas da rua, que já fazem este trabalho há nove Copas do Mundo. Antes de colocar a mão na massa, o grupo se reuniu para definir quais desenhos seriam feitos. Segundo Clode, eles optaram por fazer artes sem marcas e com traços mais lúdicos, para criar uma conexão com as crianças da rua.
"Agora, em vez de levarem as crianças para o Aterro do Flamengo, os pais trazem as crianças para cá para pintar no domingo. As pessoas querem pintar. Às vezes nem querem pintar a forma e sim a cor. Outros brincam com a forma. Então, no final eles falam: ‘Ah, eu fiz isso, isso, isso’. Tem as crianças, mas o bairro em si para como se fosse uma visitação. Eles vêm, ficam olhando, parabenizam a gente por esse movimento. Cria um pertencimento, um confortinho”, diz.
Além de Clode, a pintura da Rua General Glicério contou com a participação dos artistas João Bives (@joaobives) e Marcelo Ment (@marceloment). A comissão ainda é formada por Rodrigo Castro Mendes, Adriana Wheeler e Caio Solozabal.
"Eu estava no bar quando me perguntaram se gostaria de participar da Copa. O Rodrigo, que já faz parte há muito tempo dessa comissão, perguntou se eu queria contribuir. Aí eu falei que gostaria de contribuir com a pintura", explica Clode.
Foi então que ela se juntou aos outros dois artistas da rua, que já fazem este trabalho há nove Copas do Mundo. Antes de colocar a mão na massa, o grupo se reuniu para definir quais desenhos seriam feitos. Segundo Clode, eles optaram por fazer artes sem marcas e com traços mais lúdicos, para criar uma conexão com as crianças da rua.
"Agora, em vez de levarem as crianças para o Aterro do Flamengo, os pais trazem as crianças para cá para pintar no domingo. As pessoas querem pintar. Às vezes nem querem pintar a forma e sim a cor. Outros brincam com a forma. Então, no final eles falam: ‘Ah, eu fiz isso, isso, isso’. Tem as crianças, mas o bairro em si para como se fosse uma visitação. Eles vêm, ficam olhando, parabenizam a gente por esse movimento. Cria um pertencimento, um confortinho”, diz.
Além de Clode, a pintura da Rua General Glicério contou com a participação dos artistas João Bives (@joaobives) e Marcelo Ment (@marceloment). A comissão ainda é formada por Rodrigo Castro Mendes, Adriana Wheeler e Caio Solozabal.
Palpites para estreia do Brasil
A Copa do Mundo começou oficialmente nesta quinta-feira (11), mas o Brasil só entra em campo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), contra o Marrocos, no MetLife Stadium – New Jersey, nos Estados Unidos. Embora a última taça tenha sido da Seleção há 24 anos, os artistas estão confiantes com a estreia da Seleção.
"Meu palpite é 3x1. Tenho convicção, grande chance de o Brasil ir bem longe e quem sabe o hexa vir. Estou confiante", afirma OMEP. "Eu estou super confiante. Hexa, por favor! Vamos nessa", completa Ilma Dias.
Flamenguista, Leandro Tick comemora a quantidade de jogadores do time do coração na Seleção, mas é reticente quanto ao hexacampeonato. "Brasil também tem se preparar. Não sei se o hexa vem. Difícil dizer, hein? Tem muita competição, muitas seleções que estão com a mesma gana, com a mesma vontade. E o Brasil está nessa luta vamos ver, tomara que chegue no objetivo", diz. "A expectativa é ganhar, né? Eu espero que a gente faça um 2x0. E vem o hexa aí. Eu acho que esse ano é nosso, estou sentindo", completa Vivian Martins.
Já para Laurinho, a expectativa é que o Brasil jogue com intensidade. "Vai ser 3x1 a estreia. A gente está com uma expectativa alta. Que o Brasil jogue com a mesma intensidade que a gente está pintando tudo quanto é canto aqui do Rio de Janeiro. O hexa tem que vir", diz.
Clode Imperial é outra que está confiante no desempenho do Brasil e já elegeu a dupla favorita da Seleção. "A gente vai ganhar com a duplinha Rayan e Endrick. Com o nosso maravilhoso Paquetá e Leo Pereira. A gente vai conseguir. O hexa super vem", aposta.
A Copa do Mundo começou oficialmente nesta quinta-feira (11), mas o Brasil só entra em campo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), contra o Marrocos, no MetLife Stadium – New Jersey, nos Estados Unidos. Embora a última taça tenha sido da Seleção há 24 anos, os artistas estão confiantes com a estreia da Seleção.
"Meu palpite é 3x1. Tenho convicção, grande chance de o Brasil ir bem longe e quem sabe o hexa vir. Estou confiante", afirma OMEP. "Eu estou super confiante. Hexa, por favor! Vamos nessa", completa Ilma Dias.
Flamenguista, Leandro Tick comemora a quantidade de jogadores do time do coração na Seleção, mas é reticente quanto ao hexacampeonato. "Brasil também tem se preparar. Não sei se o hexa vem. Difícil dizer, hein? Tem muita competição, muitas seleções que estão com a mesma gana, com a mesma vontade. E o Brasil está nessa luta vamos ver, tomara que chegue no objetivo", diz. "A expectativa é ganhar, né? Eu espero que a gente faça um 2x0. E vem o hexa aí. Eu acho que esse ano é nosso, estou sentindo", completa Vivian Martins.
Já para Laurinho, a expectativa é que o Brasil jogue com intensidade. "Vai ser 3x1 a estreia. A gente está com uma expectativa alta. Que o Brasil jogue com a mesma intensidade que a gente está pintando tudo quanto é canto aqui do Rio de Janeiro. O hexa tem que vir", diz.
Clode Imperial é outra que está confiante no desempenho do Brasil e já elegeu a dupla favorita da Seleção. "A gente vai ganhar com a duplinha Rayan e Endrick. Com o nosso maravilhoso Paquetá e Leo Pereira. A gente vai conseguir. O hexa super vem", aposta.
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