Publicado 19/06/2026 06:00
Rio - Apesar do empate na estreia da Seleção na Copa do Mundo, a maioria dos torcedores brasileiros não perdeu as esperanças do hexa. No calçadão de Bangu, na Zona Oeste, camelôs e clientes demonstram confiança em uma vitória sobre o Haiti, nesta sexta-feira (19). A partida, pela segunda rodada do Grupo C, acontece às 21h30, no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia, nos Estados Unidos.
PublicidadePara a ambulante Lilia Costa, de 48 anos, a vitória do brasileira é fundamental para as vendas de camisas e shorts da Seleção. Segundo ela, a procura por itens do Brasil caiu após a estreia na Copa.
“Na semana passada bombou. Se eu tivesse pegado o triplo de mercadoria teria vendido o triplo. Vendi muita coisa infantil. Essa semana já está saíndo mais para o público adulto. Assisti ao primeiro jogo e gostei, mas eles poderiam ter ganhado. Acho que se tivessem ganhado, essa semana seria bem mais movimentada. Quanto mais o Brasil seguir na Copa, mais eu vendo”, afirma ao DIA.
Já a artesã Adriana Couto, de 51 anos, que produz e vende peças de crochê, ficou desmotivada após a atuação brasileira na estreia. Vascaína, ela brinca que o desempenho da Seleção se assemelha ao do time do coração.
“Eu sou vascaína, sofredora, mas o Brasil está conseguindo ser pior do que o meu Vasco. Eu já estava falando: ‘Pelo amor de Deus, para, chega, acabou’. No finalzinho o Marrocos ia fazer mais um gol. Eu vi o meu Vasco ali. Eu preciso que o Brasil ganhe amanhã para continuar vendendo minhas bandanas, mas acredito que não chegue nem às quartas de final”, diz.
O vendedor Damião Souza, de 58 anos, se surpreendeu com a procura de produtos do Brasil durante esta Copa do Mundo. Segundo ele, o segredo é apostar em itens exclusivos. Sobre a atuação da Seleção, embora esteja confiante, pontua que há mudanças que devem ser feitas pelo técnico Carlo Ancelotti.
“O pessoal está muito animado e se for por incentivo, nós vamos ganhar. Graças a Deus, esse ano tudo o que eu comprei está vendendo bem, porque eu trabalho com mercadoria diferente, que só eu que consegui trazer. É o que faz a diferença aqui em Bangu. Gostei do primeiro jogo, mas está faltando entrosamento e disposição física. E se colocar o Endrick, já começando, e o Luiz Henrique, vai dar uma diferença”, opina.
Endrick é o jogador mais pedido
Quando o assunto é mudança na Seleção, os torcedores de Bangu parecem ter chegado a um consenso. A maioria apostou em Endrick como a principal escolha para o jogo desta sexta-feira e cobrou mais espaço para o atacante, de 19 anos, no time. Rayan, também de 19, é o segundo mais pedido.
“Falta mais espírito de vencedor, mais garra, mais vontade de ganhar. O Brasil não está jogando. Tem que colocar a bola no chão e jogar. Rayan e Endrick têm que entrar. Tem que colocar a molecada para jogar. A molecada tá com mais vontade, com mais garra de jogar”, afirma o camelô Paulo Sérgio, de 29 anos.
A opinião é compartilhada pelo vendedor Felipe Matheus, de 35 anos. Para ele, o técnico italiano deveria ter dado mais oportunidade para os atletas mais novos na primeira partida do Brasil e torce para que os jogadores entrem em campo contra o Haiti.
“Eles poderiam ter dado a oportunidade para a galera mais nova, que está com o sangue nos olhos, que está com a vontade de mostrar o futebol. Acho que precisa de renovar muita coisa naquele time. Também queria que colocasse o Endrick e o Rayan para jogar, para fazer uma diferença”, diz.
Torcida que faz a diferença
Embora não seja muito ligada em futebol, a artesã Janaína Gonçalves, de 46 anos, revela que não perde a oportunidade de torcer para a seleção brasileira na Copa do Mundo. Confiante com o hexa, ela aproveitou para comprar uma bandeira do Brasil para compor o look que vai usar para acompanhar a partida.
“Sou torcedora! Estou comprando uma bandeira para colocar o meu look estiloso. Vou assistir o jogo em Realengo. Vou para a pista! Brasil tem que ganhar. Com certeza o hexa vem”, vibra.
A expectativa é compartilhada com a cozinheira Suzi Barbosa, de 60 anos. Animada com a Copa e em clima de festa, ela apostou em uma camisa do Brasil para passear pelo calçadão de Bangu.
“Assisto aos jogos com meu pai, sempre debatendo, conversando. Mesmo com o empate, achei o primeiro jogo ótimo. Eu sou brasileira! Nós vamos ganhar. Na hora da partida o coração fica acelerado, mas tudo vai dar certo. Torcendo por eles. O hexa vai vir com certeza”, celebra.
Torcedores apostam na vitória do Brasil
Mesmo com divergências sobre a atuação da Seleção na Copa do Mundo, os torcedores de Bangu apostam na vitória brasileira sobre o Haiti. Durante as entrevistas, eles também arriscaram palpites para o placar e apontam quem deve balançar as redes.
“Vai ser 2 a 1 para o Brasil, com gol do Vini Jr. Gostaria que o Neymar jogasse e marcasse também, porque ele foi a minha salvação nas vendas aqui”, conta Lilia.
“Pode ser 2 a 0, com gol do Vini Jr, que é o melhorzinho dali”, diz Adriana.
“Estou sentindo que vai dar bom para a gente. Acho que vai ser 3 a 1, com gol do Vini Jr, Endrick e um da defesa ou meio de campo”, aposta Damião.
“Acho que vai ser 3 a 0 com gol do Vini Jr, Rayan e Endrick”, afirma Paulo.
“Acredito que o Brasil pega uns 3 a 0, com dois gols do Endrick e um do Vini Jr”, confia Felipe.
“Vai ser 2 a 1. Tem que ganhar”, ressalta Janaína.
“Acho que vai ser 2 a 0 para o Brasil, vamos torcer”, afirma Suzi.
“Na semana passada bombou. Se eu tivesse pegado o triplo de mercadoria teria vendido o triplo. Vendi muita coisa infantil. Essa semana já está saíndo mais para o público adulto. Assisti ao primeiro jogo e gostei, mas eles poderiam ter ganhado. Acho que se tivessem ganhado, essa semana seria bem mais movimentada. Quanto mais o Brasil seguir na Copa, mais eu vendo”, afirma ao DIA.
Já a artesã Adriana Couto, de 51 anos, que produz e vende peças de crochê, ficou desmotivada após a atuação brasileira na estreia. Vascaína, ela brinca que o desempenho da Seleção se assemelha ao do time do coração.
“Eu sou vascaína, sofredora, mas o Brasil está conseguindo ser pior do que o meu Vasco. Eu já estava falando: ‘Pelo amor de Deus, para, chega, acabou’. No finalzinho o Marrocos ia fazer mais um gol. Eu vi o meu Vasco ali. Eu preciso que o Brasil ganhe amanhã para continuar vendendo minhas bandanas, mas acredito que não chegue nem às quartas de final”, diz.
O vendedor Damião Souza, de 58 anos, se surpreendeu com a procura de produtos do Brasil durante esta Copa do Mundo. Segundo ele, o segredo é apostar em itens exclusivos. Sobre a atuação da Seleção, embora esteja confiante, pontua que há mudanças que devem ser feitas pelo técnico Carlo Ancelotti.
“O pessoal está muito animado e se for por incentivo, nós vamos ganhar. Graças a Deus, esse ano tudo o que eu comprei está vendendo bem, porque eu trabalho com mercadoria diferente, que só eu que consegui trazer. É o que faz a diferença aqui em Bangu. Gostei do primeiro jogo, mas está faltando entrosamento e disposição física. E se colocar o Endrick, já começando, e o Luiz Henrique, vai dar uma diferença”, opina.
Endrick é o jogador mais pedido
Quando o assunto é mudança na Seleção, os torcedores de Bangu parecem ter chegado a um consenso. A maioria apostou em Endrick como a principal escolha para o jogo desta sexta-feira e cobrou mais espaço para o atacante, de 19 anos, no time. Rayan, também de 19, é o segundo mais pedido.
“Falta mais espírito de vencedor, mais garra, mais vontade de ganhar. O Brasil não está jogando. Tem que colocar a bola no chão e jogar. Rayan e Endrick têm que entrar. Tem que colocar a molecada para jogar. A molecada tá com mais vontade, com mais garra de jogar”, afirma o camelô Paulo Sérgio, de 29 anos.
A opinião é compartilhada pelo vendedor Felipe Matheus, de 35 anos. Para ele, o técnico italiano deveria ter dado mais oportunidade para os atletas mais novos na primeira partida do Brasil e torce para que os jogadores entrem em campo contra o Haiti.
“Eles poderiam ter dado a oportunidade para a galera mais nova, que está com o sangue nos olhos, que está com a vontade de mostrar o futebol. Acho que precisa de renovar muita coisa naquele time. Também queria que colocasse o Endrick e o Rayan para jogar, para fazer uma diferença”, diz.
Torcida que faz a diferença
Embora não seja muito ligada em futebol, a artesã Janaína Gonçalves, de 46 anos, revela que não perde a oportunidade de torcer para a seleção brasileira na Copa do Mundo. Confiante com o hexa, ela aproveitou para comprar uma bandeira do Brasil para compor o look que vai usar para acompanhar a partida.
“Sou torcedora! Estou comprando uma bandeira para colocar o meu look estiloso. Vou assistir o jogo em Realengo. Vou para a pista! Brasil tem que ganhar. Com certeza o hexa vem”, vibra.
A expectativa é compartilhada com a cozinheira Suzi Barbosa, de 60 anos. Animada com a Copa e em clima de festa, ela apostou em uma camisa do Brasil para passear pelo calçadão de Bangu.
“Assisto aos jogos com meu pai, sempre debatendo, conversando. Mesmo com o empate, achei o primeiro jogo ótimo. Eu sou brasileira! Nós vamos ganhar. Na hora da partida o coração fica acelerado, mas tudo vai dar certo. Torcendo por eles. O hexa vai vir com certeza”, celebra.
Torcedores apostam na vitória do Brasil
Mesmo com divergências sobre a atuação da Seleção na Copa do Mundo, os torcedores de Bangu apostam na vitória brasileira sobre o Haiti. Durante as entrevistas, eles também arriscaram palpites para o placar e apontam quem deve balançar as redes.
“Vai ser 2 a 1 para o Brasil, com gol do Vini Jr. Gostaria que o Neymar jogasse e marcasse também, porque ele foi a minha salvação nas vendas aqui”, conta Lilia.
“Pode ser 2 a 0, com gol do Vini Jr, que é o melhorzinho dali”, diz Adriana.
“Estou sentindo que vai dar bom para a gente. Acho que vai ser 3 a 1, com gol do Vini Jr, Endrick e um da defesa ou meio de campo”, aposta Damião.
“Acho que vai ser 3 a 0 com gol do Vini Jr, Rayan e Endrick”, afirma Paulo.
“Acredito que o Brasil pega uns 3 a 0, com dois gols do Endrick e um do Vini Jr”, confia Felipe.
“Vai ser 2 a 1. Tem que ganhar”, ressalta Janaína.
“Acho que vai ser 2 a 0 para o Brasil, vamos torcer”, afirma Suzi.
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