Publicado 07/07/2026 16:55 | Atualizado 07/07/2026 17:01
Rio - O Egito sonhou com a vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026, mas acordou com uma eliminação dolorosa nas oitavas de final. A seleção africana chegou a abrir 2 a 0 e viu Messi perder pênalti, mas mesmo assim sofreu a virada para a Argentina e perdeu por 3 a 2. O técnico Hossam Hassan reclamou da atuação do árbitro francês François Letexier e apontou que houve uma "injustiça".
Publicidade"O que eu disse ao árbitro foi apenas que isso é injusto. Eu só estava dizendo que isso é injusto. Eu estava dizendo que talvez ele tivesse um placar em mente. Talvez ele tenha algo a esconder. Quem tem algo a esconder, às vezes falha em esconder o que está escondendo. Isso foi exatamente o que eu senti durante aquela conversa", disse Hossam Hassan após a partida.
Hossam Hassan recebeu cartão amarelo por reclamação aos 53 minutos do segundo tempo. O técnico egípcio fez o gesto de "X", que indica um sinal do protocolo de racismo da Fifa, enquanto discutia com o árbitro francês. O jogo, no entanto, continuou normalmente. Após a partida, o treinador não explicou o que quis dizer com o sinal.
O Egito também reclamou de dois lances na partida. O primeiro deles foi uma falta em Tagliafico, que anulou o que seria o segundo gol da partida, marcado por Zico. Pouco depois, o jogador egípcio balançou as redes novamente, mas desta vez sem interferência. Já no lance do terceiro gol da Argentina, os africanos reclamaram de uma falta em Salah na origem da jogada.
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