Publicado 08/09/2025 18:38
Rio - O Fluminense recebeu uma proposta para criação e venda de sua SAF. O documento chegou ao Tricolor nesta segunda-feira (8) por meio de Carlos de Barros, sócio da Lazuli Partners e LZ Sports. O encontro também contou com o sócio responsável pela área de Fusões e Aquisições do BTG Pactual, Alessandro Farkuh.
PublicidadeA oferta será apresentada ao Conselho Deliberativo em reunião nesta noite, que será transmitida pela FluTV. O objeto do encontro é meramente informativo e não haverá nenhuma votação, conforme consta na pauta encaminhada aos conselheiros.
“Recebemos a proposta hoje e levaremos para análise dos sócios e torcedores com a responsabilidade e o respeito que o Fluminense e os tricolores merecem. Vivemos um momento decisivo na história do clube, e nosso único objetivo é garantir o direito dos tricolores de decidirem o que for melhor para o presente e o futuro da instituição”, afirmou o presidente Mário Bittencourt.
“Depois de mais de três anos de trabalho, temos a convicção de que o Fluminense está inovando e construindo um modelo único de SAF no Brasil”, destacou o sócio responsável pela área de Fusões e Aquisições do BTG Pactual, Alessandro Farkuh.
“Estou extremamente orgulhoso do grupo de tricolores que conseguimos reunir para fazer um aporte financeiro robusto que vai levar o Fluminense a um nível de competitividade adequado à exigência legítima do torcedor. Todos estamos alinhados no propósito de construir uma SAF que, ao mesmo tempo, honre a tradição e garanta competitividade para Fluminense figurar entre os três melhores times do Brasil”, declarou Carlos de Barros.
“Estou extremamente orgulhoso do grupo de tricolores que conseguimos reunir para fazer um aporte financeiro robusto que vai levar o Fluminense a um nível de competitividade adequado à exigência legítima do torcedor. Todos estamos alinhados no propósito de construir uma SAF que, ao mesmo tempo, honre a tradição e garanta competitividade para Fluminense figurar entre os três melhores times do Brasil”, declarou Carlos de Barros.
E agora?
Para o Fluminense virar SAF, o processo exige uma mudança no estatuto, que deverá ser aprovado primeiro pelo Conselho Deliberativo, para que depois aconteça uma Assembleia Geral com os sócios para aprovar ou não a mudança. A ideia da diretoria é esperar a eleição para presidente do clube, na segunda quinzena de novembro, para dar prosseguimento ao processo da venda do futebol.
No projeto, a LZ Sports, que reúne 15 torcedores milionários que dividirão cotas das ações do futebol do clube, será o sócia majoritária da SAF, com a associação na condição de minoritária. O grupo de tricolores dispostos a comprar a SAF conta com o controlador do banco BTG Pactual, André Esteves. Ele deve ser o maior cotista. Assim, em caso de aprovação, o atual presidente do clube, Mário Bittencourt, pode ser escolhido como CEO pelos investidores.
A Lazuli Partners, uma gestora de investimentos, subsidiária LZ Sports, futura administradora da empresa, reuniu os cotistas. Além de André Esteves, fazem parte do grupo de torcedores: o diretor-geral da Frescatto, Thiago De Luca; o co-fundador do Absoluto Partners, José Zitelmann; e integrantes da família Almeida Braga, da Icatu Seguros.
O fundo que a Lazuli Partners está estruturando para comprar a SAF do Fluminense promete investir R$ 6 bilhões no futebol tricolor nos próximos anos, além de assumir a dívida de R$ 865 milhões. A última reunião do Conselho Deliberativo sobre SAF aconteceu no dia 14 de abril. Na ocasião, o Fluminense apresentou o projeto sobre a SAF e explicou o modelo que desejava aplicar.
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