Publicado 16/12/2025 09:00
Cris Cyborg segue ampliando seu legado histórico nas artes marciais mistas. No último sábado (13), na França, a brasileira voltou a dominar o cenário internacional ao finalizar Sara Collins no terceiro round e manteve o cinturão peso-pena da PFL em sua posse. O resultado não apenas reforçou sua condição de referência absoluta no MMA feminino, como também abriu caminho para uma decisão que marca a reta final de sua trajetória na modalidade.
Aos 40 anos, a curitibana confirmou que pretende realizar apenas mais uma luta de MMA antes de encerrar definitivamente sua carreira no esporte. Para essa despedida, Cyborg já tem alvos definidos e mira uma superluta entre campeãs da PFL, cenário que pode coroar sua passagem pelo cage com mais um confronto de alto impacto técnico e midiático.
PublicidadeAos 40 anos, a curitibana confirmou que pretende realizar apenas mais uma luta de MMA antes de encerrar definitivamente sua carreira no esporte. Para essa despedida, Cyborg já tem alvos definidos e mira uma superluta entre campeãs da PFL, cenário que pode coroar sua passagem pelo cage com mais um confronto de alto impacto técnico e midiático.
Entre os nomes citados, Dakota Ditcheva surge como uma possibilidade concreta. Atual campeã do peso-mosca, a inglesa está invicta no MMA profissional (15v-0d) e é vista como um dos principais símbolos da nova geração do esporte. Além dela, Leah McCourt, antiga rival dos tempos de Bellator, também aparece como opção no radar da brasileira para esse último compromisso.
“Vou lutar MMA novamente no ano que vem. Essa será minha última luta de MMA. Depois, gostaria de fazer algumas lutas de Boxe antes de me aposentar. Amo o MMA. Talvez eu possa lutar em Lyon. Gostaria de lutar contra a (Leah) McCourt. Se ela não estiver disponível, posso fazer um corte de peso e lutar contra Dakota (Ditcheva). Ela está vencendo todo mundo em sua divisão. Nos galos (até 61,2kg) ou pensamos em algo. Acredito que será bom”, disse a lenda do MMA em entrevista pós-luta.
A declaração deixa claro que Cyborg está aberta a ajustes de categoria para viabilizar o confronto ideal, priorizando um duelo de alto nível competitivo e simbólico para fechar sua história no MMA. A possibilidade de enfrentar Ditcheva, em especial, colocaria frente a frente gerações distintas, unindo experiência, força física e domínio técnico contra juventude, velocidade e invencibilidade.
Com títulos conquistados no UFC, Strikeforce, Invicta, Bellator e mais recentemente na PFL, Cris Cyborg construiu um currículo raríssimo no esporte. Ao longo da carreira, venceu nomes como Gina Carano, Holly Holm, Cat Zingano e Larissa Pacheco, além de protagonizar rivalidades históricas. Agora, ao planejar uma superluta de despedida antes de migrar definitivamente para o Boxe, a curitibana busca encerrar sua trajetória no MMA no mesmo patamar em que sempre esteve: no topo.
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