Publicado 20/12/2025 12:00
À frente da preparação de Charles do Bronx para o UFC 326, marcado para o dia 7 de março, o treinador Diego Lima já traçou um panorama claro do desafio que o brasileiro terá pela frente diante de Max Holloway. O confronto, válido pelo cinturão "BMF", colocará frente a frente dois dos atletas mais completos da história recente da organização. Segundo o líder da Chute Boxe, o plano de jogo passa por explorar múltiplas frentes, com foco em encerrar o combate por nocaute ou finalização.
Em entrevista ao canal "PVT", Diego Lima reconheceu os principais atributos do ex-campeão peso-pena. Para o treinador, Holloway tende a priorizar o Boxe, setor no qual se sente mais confortável, além de apresentar defesa de quedas sólida e excelente controle de distância, fatores que historicamente dificultam a vida de adversários com perfil mais agressivo.
Ainda assim, Diego destacou a evolução técnica de Charles do Bronx ao longo dos anos no UFC. Inicialmente conhecido como um especialista em Jiu-Jitsu, o brasileiro ampliou consideravelmente seu repertório, passando a oferecer riscos reais também na trocação e no Wrestling. Essa transformação, segundo o treinador, permite que o ex-campeão dos leves adote uma abordagem mais imprevisível contra um oponente do calibre de Holloway.
“O Holloway é um cara que tem o Boxe muito bom… Ele defende muito bem as quedas, vai querer fazer Boxe, que é onde ele é bom. Mas o Charles está se tornando um lutador cada vez mais completo. Entrou no UFC como um cara do Jiu-Jitsu, mas já provou que tem poder de nocaute, Wrestling e chão. O caminho, teoricamente, seria levar para baixo, mas a gente sabe que, do outro lado, tem um cara que defende quedas muito bem e controla bem a distância, então não é tão simples. É uma luta de MMA, então vamos treinar MMA para buscar uma vitória por nocaute ou finalização”, explicou Diego Lima.
PublicidadeEm entrevista ao canal "PVT", Diego Lima reconheceu os principais atributos do ex-campeão peso-pena. Para o treinador, Holloway tende a priorizar o Boxe, setor no qual se sente mais confortável, além de apresentar defesa de quedas sólida e excelente controle de distância, fatores que historicamente dificultam a vida de adversários com perfil mais agressivo.
Ainda assim, Diego destacou a evolução técnica de Charles do Bronx ao longo dos anos no UFC. Inicialmente conhecido como um especialista em Jiu-Jitsu, o brasileiro ampliou consideravelmente seu repertório, passando a oferecer riscos reais também na trocação e no Wrestling. Essa transformação, segundo o treinador, permite que o ex-campeão dos leves adote uma abordagem mais imprevisível contra um oponente do calibre de Holloway.
“O Holloway é um cara que tem o Boxe muito bom… Ele defende muito bem as quedas, vai querer fazer Boxe, que é onde ele é bom. Mas o Charles está se tornando um lutador cada vez mais completo. Entrou no UFC como um cara do Jiu-Jitsu, mas já provou que tem poder de nocaute, Wrestling e chão. O caminho, teoricamente, seria levar para baixo, mas a gente sabe que, do outro lado, tem um cara que defende quedas muito bem e controla bem a distância, então não é tão simples. É uma luta de MMA, então vamos treinar MMA para buscar uma vitória por nocaute ou finalização”, explicou Diego Lima.
A leitura estratégica reforça que, apesar da tentação de conduzir o duelo para o solo, a equipe de Charles do Bronx entende que a luta exigirá transições constantes entre as áreas. O objetivo é quebrar o ritmo do havaiano, neutralizar seu volume na trocação e criar oportunidades tanto em pé quanto no chão, explorando eventuais brechas ao longo dos rounds.
Além da disputa principal, o UFC 326 pode ter forte presença brasileira no card. De acordo com informações divulgadas pelo repórter Léo Guimarães nas redes sociais, a organização trabalha com possíveis duelos envolvendo Renato Moicano contra Brian Ortega, Caio Borralho diante de Reinier de Ridder e Paulo Borrachinha frente a Brunno Hulk, o que reforçaria ainda mais o protagonismo do Brasil no evento.
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