Publicado 23/12/2025 08:00 | Atualizado 23/12/2025 19:52
O ano de 2025 marcou um ponto de virada para o Jiu-Jitsu no estado do Rio de Janeiro, com crescimento visível da modalidade, fortalecimento institucional e surgimento de novas equipes em diferentes regiões. O cenário fluminense passou a refletir um trabalho mais organizado, mostrando que as entidades regionais vêm se consolidando e criando bases mais sólidas para o desenvolvimento técnico, social e profissional do esporte.
PublicidadeEntre os destaques do período está a reestruturação da FJJ Rio e o trabalho contínuo da CBJJD, além da SJJSAF, CBJJO e LJJB que contribuem para dar mais credibilidade às competições locais e ampliar oportunidades para atletas e professores.
Outro ponto relevante em 2025 foi a valorização institucional do Jiu-Jitsu, com ações simbólicas e políticas que reforçam sua importância cultural. À frente desse movimento está o deputado Yuri Moura, idealizador do projeto de lei para implementar o Dia Estadual do Jiu-Jitsu, que foi responsável por homenagens a professores, mestres, entidades e profissionais que ajudam a construir o esporte diariamente em setembro deste ano, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
“Eu sou um praticante de Jiu-Jitsu que se tornou deputado, não um deputado que é praticante de Jiu-Jitsu. Do ponto de vista pessoal e da função pública, o Estado do Rio precisa reconhecer o que é o Jiu-Jitsu brasileiro e o quanto isso tem a ver com a identidade do povo fluminense e também carioca”, afirmou o presidente da Comissão de Legislação Participativa, que seguiu:
“Tem um projeto de lei meu tramitando que transforma essa data (15 de setembro) no Dia Estadual do Jiu-Jitsu, para que isso não se perca e se torne realmente uma política de estado. E que possamos homenagear professores, mestres, entidades, imprensa, patrocinadores… Tem muita gente que faz acontecer”, completou.
O fortalecimento vivido em 2025 abre caminho para um novo ciclo a partir de 2026, com a possibilidade de grandes eventos retornarem ou desembarcarem no Rio de Janeiro. Competições de peso internacional, como o ADCC, e nacionais, como o Brasileiro da CBJJ — historicamente realizado no Tijuca Tênis Clube há cerca de duas décadas — surgem no horizonte como sinais claros de que o estado volta a se posicionar como protagonista no cenário do Jiu-Jitsu mundial.
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