Publicado 20/01/2026 08:00 | Atualizado 20/01/2026 11:32
Multicampeã no Jiu-Jitsu, com títulos mundiais pela IBJJF, sendo também campeã no ADCC, Bia Basílio se prepara para abrir um novo capítulo na carreira. A faixa-preta fará sua aguardada estreia no MMA na próxima sexta-feira (23), contra a atleta Jéssica Oliveira no card do LFA 225, evento que acontece em Brasília e é reconhecido como uma das principais vitrines para atletas que almejam chegar ao UFC.
Aos 29 anos, a brasileira chega ao MMA após um longo período de adaptação e transição do Jiu-Jitsu para as exigências das artes marciais mistas. Em entrevista ao Recorte da Luta, ao explicar quando e por que começou a inserir o MMA em sua rotina, Bia Basílio detalhou como essa decisão influenciou, inclusive, seu desempenho no Jiu-Jitsu de alto rendimento.
“Eu tenho treinado MMA desde 2021, entre treinos de Jiu-Jitsu e treinos de MMA. Na época eu ainda não tinha sido campeã mundial na faixa-preta”, disse Bia, que seguiu:
“Depois que eu comecei a treinar MMA, eu me senti mais leve, mas consegui focar ainda mais do que se eu estivesse treinando apenas Jiu-Jitsu. Já com a intenção de migrar para o MMA num futuro próximo, na época, eu fui aprendendo e eu fui gostando”, explicou.
Vivendo agora a expectativa do primeiro combate profissional no cage, Bia Basílio destacou o momento de maturidade pessoal e esportiva que a levou a aceitar o desafio no LFA, organização conhecida por revelar talentos para o cenário internacional, principalmente o UFC.
“É um novo desafio para mim agora e estou muito feliz com esse passo. Estou confiante e pronta para as próximas batalhas”, afirmou.
Apesar do vasto currículo no Jiu-Jitsu e no grappling, a atleta ressaltou que a migração para o MMA exige ajustes técnicos e táticos importantes, sobretudo na distância, no tempo de entrada e na adaptação ao jogo de golpes.
“A transição (para o MMA) não é algo fácil. Eu tenho trabalhado bastante para isso. Realmente é bom, porém, eu descobri que existem diferenças muito grandes ali”, avaliou.
PublicidadeAos 29 anos, a brasileira chega ao MMA após um longo período de adaptação e transição do Jiu-Jitsu para as exigências das artes marciais mistas. Em entrevista ao Recorte da Luta, ao explicar quando e por que começou a inserir o MMA em sua rotina, Bia Basílio detalhou como essa decisão influenciou, inclusive, seu desempenho no Jiu-Jitsu de alto rendimento.
“Eu tenho treinado MMA desde 2021, entre treinos de Jiu-Jitsu e treinos de MMA. Na época eu ainda não tinha sido campeã mundial na faixa-preta”, disse Bia, que seguiu:
“Depois que eu comecei a treinar MMA, eu me senti mais leve, mas consegui focar ainda mais do que se eu estivesse treinando apenas Jiu-Jitsu. Já com a intenção de migrar para o MMA num futuro próximo, na época, eu fui aprendendo e eu fui gostando”, explicou.
Vivendo agora a expectativa do primeiro combate profissional no cage, Bia Basílio destacou o momento de maturidade pessoal e esportiva que a levou a aceitar o desafio no LFA, organização conhecida por revelar talentos para o cenário internacional, principalmente o UFC.
“É um novo desafio para mim agora e estou muito feliz com esse passo. Estou confiante e pronta para as próximas batalhas”, afirmou.
Apesar do vasto currículo no Jiu-Jitsu e no grappling, a atleta ressaltou que a migração para o MMA exige ajustes técnicos e táticos importantes, sobretudo na distância, no tempo de entrada e na adaptação ao jogo de golpes.
“A transição (para o MMA) não é algo fácil. Eu tenho trabalhado bastante para isso. Realmente é bom, porém, eu descobri que existem diferenças muito grandes ali”, avaliou.
Mesmo reconhecendo as dificuldades naturais do processo, Bia Basílio demonstra confiança na capacidade de transferir suas habilidades para o ambiente do MMA e encara a estreia como um teste fundamental para medir sua evolução.
“É difícil, não é fácil, vou falar a verdade, mas também quando eu chego na minha área, eu desenrolo bem em qualquer aspecto”, projetou Bia, que complementou:
“Os treinamentos têm sido legais, têm funcionado e quero poder fazer na competição também, assim como eu tenho feito nos treinos”, completou.
Por fim, a lutadora fez questão de exaltar suas origens no esporte e a formação recebida ao longo de toda a carreira, reforçando o compromisso de representar o Jiu-Jitsu brasileiro dentro do cage.
“Eu treinei minha vida inteira em uma escola de Jiu-Jitsu, a Almeida JJ, com os professores Caio Almeida e Diogo Almeida, e eles me deram todo o suporte. Eu vou estar lá para representar o Jiu-Jitsu brasileiro”, finalizou.
“É difícil, não é fácil, vou falar a verdade, mas também quando eu chego na minha área, eu desenrolo bem em qualquer aspecto”, projetou Bia, que complementou:
“Os treinamentos têm sido legais, têm funcionado e quero poder fazer na competição também, assim como eu tenho feito nos treinos”, completou.
Por fim, a lutadora fez questão de exaltar suas origens no esporte e a formação recebida ao longo de toda a carreira, reforçando o compromisso de representar o Jiu-Jitsu brasileiro dentro do cage.
“Eu treinei minha vida inteira em uma escola de Jiu-Jitsu, a Almeida JJ, com os professores Caio Almeida e Diogo Almeida, e eles me deram todo o suporte. Eu vou estar lá para representar o Jiu-Jitsu brasileiro”, finalizou.
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