Publicado 06/04/2026 07:00 | Atualizado 06/04/2026 16:49
A reposição hormonal tem ganhado espaço nas discussões dentro do Jiu-Jitsu, principalmente entre atletas que buscam longevidade e manutenção do alto rendimento. Líder da GFTeam, Júlio César passou a defender a prática após iniciar acompanhamento com o médico Antônio Assef, que é faixa-preta e competidor no master, destacando mudanças significativas em sua rotina e desempenho.
Em participação no podcast Pura Connection, Assef fez um alerta sobre o uso indiscriminado de hormônios e a atuação de profissionais despreparados: “Tem uma galera (médicos) que erra na mão, que trata hormônios sem saber o que está fazendo e banalizando ainda mais. Por isso tem a mentoria, para ensinar, orientar, o que o hormônio faz na sua especialidade. Tem que mostrar para o paciente o que pode ter de efeito colateral e o que pode somar de verdade na vida daquele paciente, que é a longevidade. Não tem como você tirar o hormônio da vida das pessoas”, afirmou.
PublicidadeEm participação no podcast Pura Connection, Assef fez um alerta sobre o uso indiscriminado de hormônios e a atuação de profissionais despreparados: “Tem uma galera (médicos) que erra na mão, que trata hormônios sem saber o que está fazendo e banalizando ainda mais. Por isso tem a mentoria, para ensinar, orientar, o que o hormônio faz na sua especialidade. Tem que mostrar para o paciente o que pode ter de efeito colateral e o que pode somar de verdade na vida daquele paciente, que é a longevidade. Não tem como você tirar o hormônio da vida das pessoas”, afirmou.
Já em entrevista ao Recorte da Luta, Júlio César destacou que o tema ainda é tratado como tabu dentro da comunidade, mas defendeu a importância do acompanhamento profissional: “Cara, o tabu sempre existe, né? Eu realmente mudei minha maneira de pensar. Eu acho que os atletas, principalmente os masters, é muito importante. E os adultos também, agora, com uma condição: tem um acompanhamento de um profissional qualificado para isso. Porque muita gente no Jiu-Jitsu fala assim: ‘o que que tu tá tomando?’ Cara, não é o que eu vá tomar que vai ser bom para o outro. A gente é muito individual”, explicou.

O faixa-coral também ressaltou os impactos diretos da reposição no desempenho esportivo e na durabilidade dentro do tatame: “Não tem dúvida que com a reposição a gente consegue manter o alto rendimento. A cabeça não muda, mas o teu corpo é o mesmo. Você não precisa fazer o que você fazia com 20, 30 anos. Aí é você ter um profissional também que saiba orientar os treinos, para não se quebrar. Com certeza a longevidade melhora e você permanece mais tempo em alto rendimento”, completou.
Por fim, Júlio César detalhou as mudanças na sua rotina após iniciar o processo, destacando ganhos físicos e mentais: “A mudança foi radical. Eu passei a me alimentar melhor, fazer musculação três vezes por semana e, com o acompanhamento do Assef e a reposição hormonal, as dores, a motivação, a disposição… melhorou sensivelmente. Eu vou te falar, parece que eu voltei uns 10, 15 anos”, concluiu.
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