Publicado 05/06/2026 12:00 | Atualizado 05/06/2026 17:14
Faixa-preta de Jiu-Jitsu e ex-lutador com passagem pelo UFC, Rafael Carino passou por uma série de emoções no último final de semana. O carioca, que também tem um trabalho consolidado como palestrante, acompanhou seu filho Leonardo Carino, de apenas 17 anos, brilhar na disputa do ADCC Open Petrópolis, realizado no último sábado (30), em Petrópolis (RJ).
Após ser desclassificado na categoria Juvenil por conta de uma punição, Léo Carino decidiu se aventurar na categoria Adulto e o resultado não poderia ter sido melhor: medalha de ouro na divisão até 100kg após contabilizar vitórias sobre Julio Cesar Vaz, Vitor Gesk e Cieran Stuart. O título teve um significado especial para Rafael Carino, que já lutou o Mundial do ADCC e, bastante emocionado, comentou sobre a conquista do filho.
"É complicado, né? (sobre ver o filho lutar). A gente luta, ensina, treina e é isso. Esse é o esporte, ganhar e perder faz parte. A gente está aqui apoiando sempre, educando, e o esporte também educa. Ele é o meu filho e eu amo ele. É uma emoção ímpar", disse Rafael Carino, que seguiu:
"Eu lutei o primeiro ADCC, em 1998, como convidado, em Abu Dhabi, e ele lutou pela primeira vez em um evento do ADCC lá na Barra da Tijuca, e foi muito bem. Ele trabalhou, a gente só ajustou o jogo e hoje ele conseguiu ser campeão no Adulto, uma categoria que seria mais uma espécie de teste para ele. A gente focou no Juvenil, onde ele errou, foi punido com uma desclassificação numa bobeira dele. A gente foi para o adulto e foi passando... Três lutas duríssimas. Finalizou a primeira, ganhou na segunda e também a final enfrentando caras muito fortes. Deu tudo certo. Estou emocionado e muito feliz".
PublicidadeApós ser desclassificado na categoria Juvenil por conta de uma punição, Léo Carino decidiu se aventurar na categoria Adulto e o resultado não poderia ter sido melhor: medalha de ouro na divisão até 100kg após contabilizar vitórias sobre Julio Cesar Vaz, Vitor Gesk e Cieran Stuart. O título teve um significado especial para Rafael Carino, que já lutou o Mundial do ADCC e, bastante emocionado, comentou sobre a conquista do filho.
"É complicado, né? (sobre ver o filho lutar). A gente luta, ensina, treina e é isso. Esse é o esporte, ganhar e perder faz parte. A gente está aqui apoiando sempre, educando, e o esporte também educa. Ele é o meu filho e eu amo ele. É uma emoção ímpar", disse Rafael Carino, que seguiu:
"Eu lutei o primeiro ADCC, em 1998, como convidado, em Abu Dhabi, e ele lutou pela primeira vez em um evento do ADCC lá na Barra da Tijuca, e foi muito bem. Ele trabalhou, a gente só ajustou o jogo e hoje ele conseguiu ser campeão no Adulto, uma categoria que seria mais uma espécie de teste para ele. A gente focou no Juvenil, onde ele errou, foi punido com uma desclassificação numa bobeira dele. A gente foi para o adulto e foi passando... Três lutas duríssimas. Finalizou a primeira, ganhou na segunda e também a final enfrentando caras muito fortes. Deu tudo certo. Estou emocionado e muito feliz".
Para o jovem Léo Carino a emoção de ter sido campeão do ADCC Open Petrópolis com o seu pai como corner trouxe ainda um componente digno de um roteiro de filme. A caminho de Petrópolis para acompanhar o filho, Rafael Carino sofreu um acidente de moto na subida da serra e teve ferimentos no braço. Mesmo assim, seguiu viagem e esteve presente durante toda a campanha de Léo até o título.
"Estou muito feliz, ainda mais com o meu pai na arquibancada. Meu pai se acidentou de moto a caminho de Petrópolis, mas mesmo assim veio para cá, ficou no meu córner e gritou até o final por mim. Estou muito feliz de ganhar essa medalha por ele. Só de olhar para ele lá do pódio passa um filme na cabeça", contou Léo Carino, antes de concluir:
"Na parte da manhã acabei sendo desclassificado e aí a gente optou por lutar no Adulto. Hoje ele ainda caiu de moto, se acidentou e mesmo assim veio pra cá, todo ferrado, não parou de gritar e me incentivar em nenhum momento. Essa medalha não poderia ser dedicada para outra pessoa", finalizou.
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