Publicado 10/06/2026 16:00 | Atualizado 10/06/2026 20:18
Faixa-preta de Jiu-Jitsu, head coach da Gracie Barra Concórdia e policial do BOPE de Santa Catarina, Richard Costa encontrou no Tactical Combat o palco ideal para unir suas duas paixões: a segurança pública e as artes marciais. Campeão do GP The Baddest Cop, realizado no fim de 2025, em Criciúma (SC), ele se tornou um dos principais nomes do evento voltado exclusivamente para agentes de segurança pública.
A trajetória de Richard nas lutas começou ainda na infância, no Judô, modalidade que pratica desde os seis anos de idade. O contato com o Jiu-Jitsu aconteceu após a conclusão do Curso de Ações Táticas do BOPE, quando percebeu a importância da arte suave para a atividade policial.
“Meu envolvimento com o Jiu-Jitsu começou após a conclusão do Curso de Ações Táticas do BOPE, quando percebi a importância da arte suave tanto para a atividade profissional quanto para o desenvolvimento pessoal. No meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu, me identifiquei imediatamente com a modalidade e nunca mais parei”, contou.
PublicidadeA trajetória de Richard nas lutas começou ainda na infância, no Judô, modalidade que pratica desde os seis anos de idade. O contato com o Jiu-Jitsu aconteceu após a conclusão do Curso de Ações Táticas do BOPE, quando percebeu a importância da arte suave para a atividade policial.
“Meu envolvimento com o Jiu-Jitsu começou após a conclusão do Curso de Ações Táticas do BOPE, quando percebi a importância da arte suave tanto para a atividade profissional quanto para o desenvolvimento pessoal. No meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu, me identifiquei imediatamente com a modalidade e nunca mais parei”, contou.
Além das técnicas de controle e imobilização, Richard destaca que o Jiu-Jitsu desenvolve habilidades essenciais para o trabalho policial, como disciplina, controle emocional e tomada de decisão sob pressão. Segundo ele, os aprendizados adquiridos nos tatames refletem diretamente na atuação dentro do BOPE.
Conciliar a rotina operacional com os treinamentos e competições exige dedicação, mas o policial ressalta o apoio recebido da corporação ao longo da carreira. Para ele, representar o BOPE nos campeonatos é motivo de orgulho e uma responsabilidade que serve como motivação extra.
“O Tactical Combat é a minha casa. O evento reúne tudo aquilo que faz parte da minha essência e da minha trajetória de vida. Ali consigo unir a minha profissão, o amor pelas artes marciais e o orgulho de representar a Polícia Militar e o BOPE”, afirmou o campeão do GP The Baddest Cop.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.