Publicado 31/07/2026 01:00 | Atualizado 31/07/2026 05:29
O Tactical Combat se consolidou como um dos eventos mais relevantes e voltado exclusivamente para agentes da segurança pública. Mais do que reunir atletas de alto nível, a competição valoriza profissionais que encontram nas artes marciais uma ferramenta essencial para o desempenho da profissão. Entre essas histórias está a da policial militar Nadine Dalmutt, que transformou um sonho de adolescência em realidade dentro e fora dos tatames.
A relação de Nadine com o Jiu-Jitsu começou muito antes da carreira na Polícia Militar. O objetivo inicial era buscar uma modalidade que oferecesse aplicação prática para a atividade policial, especialmente nas técnicas de defesa pessoal e controle de ocorrências. Com o passar dos anos, porém, a arte suave deixou de ser apenas uma preparação profissional e passou a ocupar um espaço definitivo em sua vida.
“Ainda na adolescência, eu tinha o sonho de ser Policial Militar. Pensando nisso, procurei uma modalidade que tivesse aplicação prática na atividade policial, principalmente na parte de defesa pessoal e controle de situações. Foi então que comecei a treinar Jiu-Jitsu, enquanto estudava para realizar esse objetivo. Encontrei na modalidade uma arte marcial de contato que me prepararia para a profissão que eu sonhava exercer. Com o passar do tempo, ele deixou de ser apenas um esporte e se tornou uma grande paixão”, contou.
Hoje, a policial destaca que os benefícios do Jiu-Jitsu vão muito além da preparação física. Segundo ela, a modalidade contribui diretamente para a atuação operacional e também fortalece aspectos psicológicos indispensáveis para quem trabalha diariamente sob pressão.
“O Jiu-Jitsu me ajuda tanto na parte física quanto na mental. No serviço, ele contribui muito nas técnicas de contenção e imobilização, permitindo agir com mais segurança e eficiência. Além disso, desenvolve autocontrole, disciplina, resiliência e a capacidade de manter a calma sob pressão, características fundamentais para quem atua na segurança pública”, explicou.
Participar do Tactical Combat também representava um objetivo antigo. Antes mesmo de vestir a farda da Polícia Militar, Nadine já acompanhava o evento e sonhava em competir na arena que reúne alguns dos principais nomes das forças de segurança do país.
“Foi uma experiência sensacional. Eu já acompanhava o Tactical Combat muito antes de ingressar na Polícia Militar e já almejava, um dia, fazer parte desse evento. Poder entrar naquela arena de combate representou a realização de um objetivo que eu carregava há muito tempo. Sem dúvidas, foi um dos momentos mais importantes da minha trajetória, tanto na carreira profissional quanto na realização de um sonho pessoal”, afirmou.
A estreia no evento, no entanto, trouxe consigo uma responsabilidade ainda maior. Além de representar sua corporação, Nadine carregava o orgulho de defender o protagonismo feminino em uma competição de grande visibilidade para os profissionais da segurança pública.
PublicidadeA relação de Nadine com o Jiu-Jitsu começou muito antes da carreira na Polícia Militar. O objetivo inicial era buscar uma modalidade que oferecesse aplicação prática para a atividade policial, especialmente nas técnicas de defesa pessoal e controle de ocorrências. Com o passar dos anos, porém, a arte suave deixou de ser apenas uma preparação profissional e passou a ocupar um espaço definitivo em sua vida.
“Ainda na adolescência, eu tinha o sonho de ser Policial Militar. Pensando nisso, procurei uma modalidade que tivesse aplicação prática na atividade policial, principalmente na parte de defesa pessoal e controle de situações. Foi então que comecei a treinar Jiu-Jitsu, enquanto estudava para realizar esse objetivo. Encontrei na modalidade uma arte marcial de contato que me prepararia para a profissão que eu sonhava exercer. Com o passar do tempo, ele deixou de ser apenas um esporte e se tornou uma grande paixão”, contou.
Hoje, a policial destaca que os benefícios do Jiu-Jitsu vão muito além da preparação física. Segundo ela, a modalidade contribui diretamente para a atuação operacional e também fortalece aspectos psicológicos indispensáveis para quem trabalha diariamente sob pressão.
“O Jiu-Jitsu me ajuda tanto na parte física quanto na mental. No serviço, ele contribui muito nas técnicas de contenção e imobilização, permitindo agir com mais segurança e eficiência. Além disso, desenvolve autocontrole, disciplina, resiliência e a capacidade de manter a calma sob pressão, características fundamentais para quem atua na segurança pública”, explicou.
Participar do Tactical Combat também representava um objetivo antigo. Antes mesmo de vestir a farda da Polícia Militar, Nadine já acompanhava o evento e sonhava em competir na arena que reúne alguns dos principais nomes das forças de segurança do país.
“Foi uma experiência sensacional. Eu já acompanhava o Tactical Combat muito antes de ingressar na Polícia Militar e já almejava, um dia, fazer parte desse evento. Poder entrar naquela arena de combate representou a realização de um objetivo que eu carregava há muito tempo. Sem dúvidas, foi um dos momentos mais importantes da minha trajetória, tanto na carreira profissional quanto na realização de um sonho pessoal”, afirmou.
A estreia no evento, no entanto, trouxe consigo uma responsabilidade ainda maior. Além de representar sua corporação, Nadine carregava o orgulho de defender o protagonismo feminino em uma competição de grande visibilidade para os profissionais da segurança pública.
“Foi um dos maiores desafios da minha carreira. Eu sabia da responsabilidade de representar não apenas a minha corporação, mas também as mulheres dentro de um evento tão importante. Isso tornou aquele momento ainda mais significativo. Sem dúvida, foi o campeonato mais marcante da minha vida, pela visibilidade do evento, pela estrutura impecável e, principalmente, pelo acolhimento que recebi desde a minha chegada até o momento da luta. É uma lembrança que vou levar comigo para sempre”, finalizou Nadine, que em breve estará novamente em ação no evento.
A trajetória de Nadine Dalmutt reforça a essência do Tactical Combat: unir excelência técnica, espírito de missão e valorização dos agentes de segurança pública por meio do esporte. Em cada edição, o evento evidencia que o Grappling e o Jiu-Jitsu são ferramentas capazes de fortalecer não apenas o desempenho operacional, mas também a disciplina, a confiança e a preparação dos profissionais que dedicam suas vidas à proteção da sociedade.
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