Publicado 01/08/2026 21:49 | Atualizado 01/08/2026 21:54
Técnico do Vasco, Pedro Emanuel detalhou a estratégia e valorizou a atuação dos jogadores no empate sem gols com o Fluminense, neste sábado (1º), pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O português disse ter ficado orgulhoso do time, principalmente pela atitude em campo.
“O objetivo inicial era equilibrar a posse de bola, e a forma como iniciamos foi um bom indicativo: com qualidade e circulação. Faltou, de fato, um pouco de mais objetividade no último terço. Isso vem da confiança que estamos falando. Mas acreditamos no processo, no valor, e na nossa equipe”, iniciou o comandante, em entrevista coletiva.
“Saio com o sentimento de orgulho. Fomos extremamente competitivos. É um clássico no Maracanã, é minha estreia desde já, mas me deixa satisfeito pela atitude. Logicamente, queremos mais, podemos fazer mais e vamos. Só não saio satisfeito porque não ganhamos”, complementou.
Agora, o Vasco começará a preparação para a partida de volta. A bola vai rolar na quarta-feira (5), às 21h30 (de Brasília), também no Maracanã. Quem vencer avança às quartas de final. Em caso de nova igualdade, a decisão será nos pênaltis.
“O objetivo inicial era equilibrar a posse de bola, e a forma como iniciamos foi um bom indicativo: com qualidade e circulação. Faltou, de fato, um pouco de mais objetividade no último terço. Isso vem da confiança que estamos falando. Mas acreditamos no processo, no valor, e na nossa equipe”, iniciou o comandante, em entrevista coletiva.
“Saio com o sentimento de orgulho. Fomos extremamente competitivos. É um clássico no Maracanã, é minha estreia desde já, mas me deixa satisfeito pela atitude. Logicamente, queremos mais, podemos fazer mais e vamos. Só não saio satisfeito porque não ganhamos”, complementou.
Agora, o Vasco começará a preparação para a partida de volta. A bola vai rolar na quarta-feira (5), às 21h30 (de Brasília), também no Maracanã. Quem vencer avança às quartas de final. Em caso de nova igualdade, a decisão será nos pênaltis.
Outras respostas de Pedro Emanuel
Publicidade. Mais sobre o jogo: “Faltou uma pontinha de sorte. Tivemos uma excelente oportunidade, o Fluminense também, mas acredito que a nossa ainda mais clara, e com um jogador (Tchê Tchê) que, vocês sabem, vem sendo bastante exigido por toda a gente. Mas, mesmo que tivéssemos marcado, o placar estaria em aberto. A equipe demonstrou há dois jogos que está viva, é ser competitiva, arrastar a torcida para o nosso lado e acreditar até o final. E é um mérito muito grande por parte dos jogadores. Tiveram uma atitude fantástica. Fomos competitivos até o final”.
. Time está da forma como quer?: “Acreditamos que o trabalho que vamos desenvolver vai poder dar melhores frutos a nós. Não temos tido tempo. Tem que dar valor à capacidade que o grupo teve de absorver as nossas ideias, estar receptivo às mudanças para nos ajudar a melhorar individual e coletivamente. Nisso o grupo tem sido exemplar. Trabalha exemplarmente, estava em um momento pior, mas pouco a pouco está recuperando a confiança.Estamos no caminho que eu pretendo, tentando ganhar mais vezes. Mas, se tivermos essa atitude e compromisso, todos os planos que colocamos para os jogos os jogadores têm cumprido à risca. Às vezes com mais ou menos qualidade, mas faz parte do processo”.
. Rotação no setor ofensivo: “Estou rodando não só os atacantes, mas todos. Quero frescor na equipe, quem tem trabalhado durante a semana tem merecido as oportunidades. Por isso mesmo, é apresentar a cada jogo a melhor equipe disponível, física e mentalmente, e a melhor estratégia. Naturalmente, isso toca o ataque, assim como o meio-campo”.
. Opção por três volantes: “Você falou sobre três volantes, às vezes vocês têm que definir o que é volante, porque estamos colocando jogadores nas mesmas posições, mas não. Há jogadores que têm essa capacidade, e o Ramon (Rique) é um desses, um (camisa) 8 claro, que inicia a construção e pode chegar à frente, e nos permite chegar, tal qual o Tchê Tchê. E, infelizmente (não conseguiu marcar o gol), porque acho que seria a cereja do bolo para ele, que tem sido um guerreiro. O Jair, que dei a braçadeira de capitão porque acho que merece. Representa muito para o grupo, para o clube, tem uma história bonita. É um exemplo daquilo que pretendemos para o Vasco, alguém com esse caráter para que nossa equipe seja melhor”.
. Evolução sem sofrer gols: “A equipe está comprometida com o processo defensivo. Vocês veem no discurso que o Léo (Jardim) tem como goleiro de sentir essa presença, hoje ele também foi decisivo. Conseguimos também ter isso contra uma equipe como o Fluminense, que está recheada de boas individualidades e em um processo de jogo ofensivo aguçar aquilo que é a dinâmica de perfeição e nós conseguimos conter”.
. Parte ofensiva: “Hoje tivemos três ou quatro aproximações com legitimidade para criar perigo e uma situação clara de gol que não foi concretizada. No último jogo tivemos 20 e poucos arremates e continuamos com a mesma questão. É necessário algum tempo para podermos trabalhar a forma como queremos que os jogadores ocupem a área e não tem dado para tudo. Temos tentado, mas a sequência de jogos tem sido grande e trabalhamos em cima disso. É só recuperar, jogar. Não nos permite aprofundar em tudo que gostaríamos de fazer com a nossa equipe para evoluir na eficácia e confiança para podermos ser mais eficazes ao atacar a baliza do adversário”.
. Chegada de Santiago Sosa: “Esse é o elenco que tenho neste momento. Falo dos que aqui estão. No dia que chegar alguém, irei falar. Quando estiver oficializado, poderei falar desse jogador. Neste momento, não é algo que posso acrescentar”.
. Marcar com blocos mais altos: “O Vasco tem um lema que eu acredito bastante, que é sermos corajosos. Hoje os jogadores deram uma boa resposta nesse sentido. A proposta do plano de jogo era arriscada e corajosa, eles interpretaram muito bem com esses ganhos de bola no meio-campo ofensivo, muitas das vezes com a batida longa do Fluminense que nos entregava a bola. Isso era o plano, mas o adversário também joga e tem dinâmicas com algumas substituições para sair da pressão. Mas conseguimos nos adaptar”.
“Não somos perfeitos, gostaríamos que tivéssemos ganhado todas as bolas, mas não foi possível. Há um primeiro, segundo e terceiro momento de pressão. Não quero revelar tudo porque em alguns dias tem jogo novamente. Um dia explico isso porque tem a ver com a coragem que quero ver na nossa equipe para ganhar o respeito do adversário sabendo que no momento que não tivermos a bola vamos ser fortes, agressivos, intensos e, acima de tudo, corajosos”.
. Marino Hinestroza: “É um jogador jovem, que na temporada passada foi fantástico, vem com grandes expectativas, mas em muitos momentos a culpa não é só dele. A equipe também não o tem ajudado, a forma como as coisas têm se desenrolado também não têm ajudado, têm tido menos oportunidades, têm tido um pouco mais dificuldade neste sentido. Temos tentado apoiá-lo e não acredito que seja um desistente. Não deixa de ser um jovem que vem para uma realidade diferente, uma cultura diferente e naturalmente que quer mostrar cada toque na bola. E nem sempre o futebol é assim, nem sempre a equipe o pode ajudar”.
. Time está da forma como quer?: “Acreditamos que o trabalho que vamos desenvolver vai poder dar melhores frutos a nós. Não temos tido tempo. Tem que dar valor à capacidade que o grupo teve de absorver as nossas ideias, estar receptivo às mudanças para nos ajudar a melhorar individual e coletivamente. Nisso o grupo tem sido exemplar. Trabalha exemplarmente, estava em um momento pior, mas pouco a pouco está recuperando a confiança.Estamos no caminho que eu pretendo, tentando ganhar mais vezes. Mas, se tivermos essa atitude e compromisso, todos os planos que colocamos para os jogos os jogadores têm cumprido à risca. Às vezes com mais ou menos qualidade, mas faz parte do processo”.
. Rotação no setor ofensivo: “Estou rodando não só os atacantes, mas todos. Quero frescor na equipe, quem tem trabalhado durante a semana tem merecido as oportunidades. Por isso mesmo, é apresentar a cada jogo a melhor equipe disponível, física e mentalmente, e a melhor estratégia. Naturalmente, isso toca o ataque, assim como o meio-campo”.
. Opção por três volantes: “Você falou sobre três volantes, às vezes vocês têm que definir o que é volante, porque estamos colocando jogadores nas mesmas posições, mas não. Há jogadores que têm essa capacidade, e o Ramon (Rique) é um desses, um (camisa) 8 claro, que inicia a construção e pode chegar à frente, e nos permite chegar, tal qual o Tchê Tchê. E, infelizmente (não conseguiu marcar o gol), porque acho que seria a cereja do bolo para ele, que tem sido um guerreiro. O Jair, que dei a braçadeira de capitão porque acho que merece. Representa muito para o grupo, para o clube, tem uma história bonita. É um exemplo daquilo que pretendemos para o Vasco, alguém com esse caráter para que nossa equipe seja melhor”.
. Evolução sem sofrer gols: “A equipe está comprometida com o processo defensivo. Vocês veem no discurso que o Léo (Jardim) tem como goleiro de sentir essa presença, hoje ele também foi decisivo. Conseguimos também ter isso contra uma equipe como o Fluminense, que está recheada de boas individualidades e em um processo de jogo ofensivo aguçar aquilo que é a dinâmica de perfeição e nós conseguimos conter”.
. Parte ofensiva: “Hoje tivemos três ou quatro aproximações com legitimidade para criar perigo e uma situação clara de gol que não foi concretizada. No último jogo tivemos 20 e poucos arremates e continuamos com a mesma questão. É necessário algum tempo para podermos trabalhar a forma como queremos que os jogadores ocupem a área e não tem dado para tudo. Temos tentado, mas a sequência de jogos tem sido grande e trabalhamos em cima disso. É só recuperar, jogar. Não nos permite aprofundar em tudo que gostaríamos de fazer com a nossa equipe para evoluir na eficácia e confiança para podermos ser mais eficazes ao atacar a baliza do adversário”.
. Chegada de Santiago Sosa: “Esse é o elenco que tenho neste momento. Falo dos que aqui estão. No dia que chegar alguém, irei falar. Quando estiver oficializado, poderei falar desse jogador. Neste momento, não é algo que posso acrescentar”.
. Marcar com blocos mais altos: “O Vasco tem um lema que eu acredito bastante, que é sermos corajosos. Hoje os jogadores deram uma boa resposta nesse sentido. A proposta do plano de jogo era arriscada e corajosa, eles interpretaram muito bem com esses ganhos de bola no meio-campo ofensivo, muitas das vezes com a batida longa do Fluminense que nos entregava a bola. Isso era o plano, mas o adversário também joga e tem dinâmicas com algumas substituições para sair da pressão. Mas conseguimos nos adaptar”.
“Não somos perfeitos, gostaríamos que tivéssemos ganhado todas as bolas, mas não foi possível. Há um primeiro, segundo e terceiro momento de pressão. Não quero revelar tudo porque em alguns dias tem jogo novamente. Um dia explico isso porque tem a ver com a coragem que quero ver na nossa equipe para ganhar o respeito do adversário sabendo que no momento que não tivermos a bola vamos ser fortes, agressivos, intensos e, acima de tudo, corajosos”.
. Marino Hinestroza: “É um jogador jovem, que na temporada passada foi fantástico, vem com grandes expectativas, mas em muitos momentos a culpa não é só dele. A equipe também não o tem ajudado, a forma como as coisas têm se desenrolado também não têm ajudado, têm tido menos oportunidades, têm tido um pouco mais dificuldade neste sentido. Temos tentado apoiá-lo e não acredito que seja um desistente. Não deixa de ser um jovem que vem para uma realidade diferente, uma cultura diferente e naturalmente que quer mostrar cada toque na bola. E nem sempre o futebol é assim, nem sempre a equipe o pode ajudar”.
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