Publicado 04/10/2026 20:31 | Atualizado 04/10/2026 23:33
Dos 15.148 eleitores aptos a votar em Cantagalo, 12.210 compareceram às urnas neste domingo (4), enquanto 2.938 não participaram da votação. A abstenção foi de aproximadamente 19% do eleitorado. O município contou com 64 seções eleitorais, onde os eleitores escolheram representantes para a Presidência da República, o Governo do Estado, o Senado, a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Na disputa pela Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado, com 6.198 votos, ou 53,38%. Lula (PT) ficou em segundo lugar, com 4.618 votos, correspondentes a 39,77%. A diferença entre os dois foi de 1.580 votos. Em terceiro, ficou Augusto Cury, que recebeu 263 votos (2,27%), seguido por Renan Santos (Missão), com 200 votos (1,72%), e Ronaldo Caiado (PSD), que somou 283 votos (2,44%), completando os cinco mais votados. No total, 215 votos foram brancos (1,76%) e 384 foram nulos (3,14%).
PL também lidera para Governo do Estado e conquista as duas cadeiras do Senado
Na disputa pelo Governo do Estado, Douglas Ruas (PL) também liderou a votação no município, com 5.756 votos, ou 55,28%. Eduardo Paes (PDS) ficou em segundo, com 3.764 votos (36,15%), uma diferença de 1.992 votos entre os dois.
O desempenho do PL também apareceu na disputa pelo Senado. Carlos Portinho foi o mais votado no município, com 5.814 votos (29,80%). Em segundo lugar ficou Carlos Jordy, com 5.113 votos (26,21%).
Para deputado federal, os cinco candidatos mais votados no município foram Áureo Ribeiro (Solidariedade), com 1.285 votos; Luiz Lima (Novo), com 936; Altineu Côrtes (PL), com 927; Dani Cunha (PL), com 659; e Daniela do Waguinho (Republicanos), com 527 votos.
Na disputa para deputado estadual, Bruno Boaretto (PL) liderou com 2.054 votos; seguido por Welbert Pedro (Novo), com 1.238; Paulo Melo (União), com candidatura sob judice, teve 389; Fernanda Neves (PDT) teve 367; e Leandro (Republicanos), que teve 281 votos.
Mais votados para cargo de deputado federal e de estadual
No caso da votação para os cargos de deputado federal e deputado estadual, porém, a eleição não é definida apenas pela votação obtida em um município. As cadeiras da Câmara dos Deputados e da Alerj são distribuídas considerando o total de votos recebidos pelos candidatos e pelos partidos ou federações em todo o estado, dentro do sistema proporcional. Também são aplicadas as regras eleitorais relacionadas ao quociente eleitoral, quociente partidário e às sobras. Por isso, um candidato pode ser o mais votado em Bom Jardim e, ainda assim, não ser eleito, enquanto outro que teve votação maior no conjunto do estado pode conquistar uma cadeira.
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