Publicado 03/03/2026 15:16
Maricá - A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Inclusão, realizou nesta terça-feira (03/03) a aula inaugural do serviço de cinoterapia no Serviço de Atendimento de Reabilitação Especial (SAREM) II, em Ponta Grossa. A atividade utiliza cães treinados como facilitadores para contribuir com o bem-estar físico, emocional e social das crianças atendidas no local.
PublicidadeA iniciativa é desenvolvida em parceria com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, através do Batalhão de Ações com Cães (BAC), e representa mais um avanço nas políticas públicas voltadas à inclusão e ao cuidado com crianças neuroatípicas na cidade.
Durante a cerimônia, a secretária da Pessoa com Deficiência e Inclusão, Tatiana Castor, destacou a importância da conquista para o município.
“É gratificante demais poder trazer a cinoterapia para Maricá. Essa era uma das metas que apresentamos no início da gestão e hoje conseguimos concretizar, em parceria com o Batalhão de Ações com Cães. Quando estado e município caminham juntos, conseguimos transformar vidas”, afirmou.
O comandante do Batalhão de Ações com Cães, tenente-coronel Luciano Pedro Barbosa, ressaltou o compromisso da corporação com ações de aproximação com a comunidade.
“É um prazer estar em Maricá trazendo o nosso serviço, que já realizamos em outras regiões do estado. Nosso objetivo é contribuir para que essas crianças sejam ainda mais bem atendidas”, acrescentou.
Atendimento multiprofissional
O serviço de cinoterapia será realizado com a participação de profissionais de saúde, condutores e cães treinados pelo batalhão. Cada criança participará de ciclos de oito encontros semanais, com duração média de 30 minutos.
“A presença do cão motiva a criança a realizar atividades que, muitas vezes, ela não faz em casa. Trabalhamos socialização, coordenação e superação de medos, sempre de forma lúdica e personalizada”, explicou a tenente veterinária Vivian Gomes, responsável técnica pela ação.
Mãe do pequeno Anthony Gabriel, de seis anos, a dona de casa Thais Alves não conhecia a iniciativa e demonstrou expectativa positiva. “Acho que ele vai melhorar bastante tendo contato com os animais. É uma experiência completamente nova para ele o Anthony”, disse.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.