Publicado 04/06/2025 20:37
Mesquita - A Escola Municipal Professor Quirino, em Santo Elias, recebeu uma noite repleta de canto e poesia com o Sarau Literário Escrevivências, da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Iniciativa contou com a participação de 120 alunos que produziram poesias, canções, cartas e performances artísticas.
PublicidadeUm dos objetivos do projeto foi justamente dar voz aos estudantes por meio da escrita, assim como visibilidade.
"A noite foi cheia de música, cartazes com palavras impactantes e um mural coletivo, onde os participantes colocaram trechos de suas escrevivências. As disciplinas se conectaram: a língua portuguesa brilhou na oralidade, as canções deram vida à arte e, por meio da escuta e do acolhimento, a educação mostrou sua verdadeira missão”, contou o coordenador pedagógico Rodrigo Araújo.
Os temas variaram entre memórias de infância, perdas, fé, trabalho e sonhos — alguns interrompidos, outros renascidos.
Emocionada após ler seu relato de vida para os colegas, Mariluce de Castro Siqueira, do sétimo período, ficou surpresa com o resultado do seu trabalho.
“Nunca pensei que minha vida viraria um texto. Agora, sei que posso escrever outras páginas com a minha voz”, disse.
O evento prosseguiu com uma visita à Sala de Exposições, onde foram apresentados os trabalhos dos alunos. "Mais do que apenas o fechamento de um projeto, o sarau foi a celebração de um processo significativo de reconstrução de identidades. A EJA se tornou um espaço de pertencimento e protagonismo, onde cada pessoa reconheceu que é autora da sua própria história," declarou a diretora da escola, Edvania Menezes.
"A noite foi cheia de música, cartazes com palavras impactantes e um mural coletivo, onde os participantes colocaram trechos de suas escrevivências. As disciplinas se conectaram: a língua portuguesa brilhou na oralidade, as canções deram vida à arte e, por meio da escuta e do acolhimento, a educação mostrou sua verdadeira missão”, contou o coordenador pedagógico Rodrigo Araújo.
Os temas variaram entre memórias de infância, perdas, fé, trabalho e sonhos — alguns interrompidos, outros renascidos.
Emocionada após ler seu relato de vida para os colegas, Mariluce de Castro Siqueira, do sétimo período, ficou surpresa com o resultado do seu trabalho.
“Nunca pensei que minha vida viraria um texto. Agora, sei que posso escrever outras páginas com a minha voz”, disse.
O evento prosseguiu com uma visita à Sala de Exposições, onde foram apresentados os trabalhos dos alunos. "Mais do que apenas o fechamento de um projeto, o sarau foi a celebração de um processo significativo de reconstrução de identidades. A EJA se tornou um espaço de pertencimento e protagonismo, onde cada pessoa reconheceu que é autora da sua própria história," declarou a diretora da escola, Edvania Menezes.
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