Publicado 24/02/2022 08:32 | Atualizado 24/02/2022 10:55
Kiev - O mundo deve ciar "uma coalizão anti-Putin" para "obrigar a Rússia à paz", declarou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, cujo país é atacado pela Rússia desde a manhã desta quinta-feira (24).
"Estamos construindo uma coalizão anti-Putin", disse Zelenski depois de conversar com os chefes de Estado de Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, entre outros. "O mundo deve obrigar a Rússia à paz", acrescentou.
"Estamos construindo uma coalizão anti-Putin", disse Zelenski depois de conversar com os chefes de Estado de Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, entre outros. "O mundo deve obrigar a Rússia à paz", acrescentou.
Mais cedo, Volodimir disse que a Rússia está atacando a "infraestrutura militar" e os postos de fronteira ucranianos, e pediu à população que não entre em pânico. Em uma mensagem de vídeo no Facebook após o início da operação militar russa contra a Ucrânia, Zelensky decretou a lei marcial em todo o país e disse que conversou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.
O ministério ucraniano de Assuntos Exteriores afirmou em um comunicado que a operação militar russa busca "destruir o Estado ucraniano, apoderar-se de seu território à força e estabelecer uma ocupação". A pasta urge à comunidade internacional a "agir imediatamente". "Só as ações unidas e fortes podem deter a agressão da Ucrânia por Vladimir Putin", assegurou.
O ministério ucraniano de Assuntos Exteriores afirmou em um comunicado que a operação militar russa busca "destruir o Estado ucraniano, apoderar-se de seu território à força e estabelecer uma ocupação". A pasta urge à comunidade internacional a "agir imediatamente". "Só as ações unidas e fortes podem deter a agressão da Ucrânia por Vladimir Putin", assegurou.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou com seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky, e lhe prometeu apoio diante do ataque da Rússia, informou a Casa Branca. "O presidente Zelensky me ligou e acabamos de conversar", declarou Biden em comunicado da Casa Branca. "Seguiremos dando apoio e assistência à Ucrânia e ao povo ucraniano".
"Condenei este ataque não provocado e injustificado das forças militares russas", completou Biden, após o início de uma "operação militar" anunciada pelo presidente Vladimir Putin.
"Condenei este ataque não provocado e injustificado das forças militares russas", completou Biden, após o início de uma "operação militar" anunciada pelo presidente Vladimir Putin.
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