'Devemos deter o agressor o quanto antes', diz Zelensky durante conversa com Biden

Durante o telefonema, os dois presidentes discutiram as sanções ocidentais contra a Rússia e a assistência fornecida pelos Estados Unidos

Publicado 01/03/2022 15:33
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enfatizou nesta terça-feira (1º) em uma conversa telefônica com seu par americano Joe Biden a necessidade de "deter" a invasão russa da Ucrânia "o quanto antes".

"Acabei de ter uma conversa com o presidente dos Estados Unidos (...) Devemos deter o agressor o quanto antes", escreveu Zelensky no Twitter.

Durante a conversa, os dois presidentes discutiram as sanções ocidentais contra a Rússia e a assistência fornecida pelos Estados Unidos e outros países à Ucrânia em termos de defesa, acrescentou Zelensky.

O telefonema ocorre enquanto a Ucrânia enfrenta uma grande ofensiva militar da Rússia, que parece ter intensificado seu ataque à capital Kiev e à segunda maior cidade, Kharkiv.
Entenda o conflito

O conflito na Ucrânia pela Rússia teve início nesta quinta-feira, 24, após o presidente russo Vladimir Putin autorizar a entrada de tropas militares no país do leste europeu. A invasão culminou em ataques por ar, mar e terra, com diversas cidades bombardeadas, inclusive a capital Kiev, que já deixou mais de 130 mortos e mais de 300 feridos. Essa é a maior operação militar dentro de um país europeu desde a Segunda Guerra Mundial.

A ofensiva provocou clamor internacional, com reuniões de emergência previstas em vários países, e pronunciamentos de diversos líderes espalhados pelo mundo condenando o ataque russo à Ucrânia. Em razão da invasão, países como Estados Unidos, Reino Unido e o bloco da União Europeia anunciaram sanções econômicas contra a Rússia.

A invasão ocorreu dois dias após o governo russo reconhecer a independência de dois territórios separatistas no leste da Ucrânia - as províncias de Donetsk e Luhansk. Com os ataques, Putin pretende alcançar uma desmilitarizaração e a eliminação dos "nazistas" , segundo o presidente russo.

Outros motivos de Putin pela invasão na Ucrânia se dão pela aproximação do país com o Ocidente, com a possibilidade do país do leste europeu fazer parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan),
aliança militar internacional, e da União Europeia, além da ambição de expandir o território russo para aumentar o poder de influência na região.
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'Devemos deter o agressor o quanto antes', diz Zelensky durante conversa com Biden

Durante o telefonema, os dois presidentes discutiram as sanções ocidentais contra a Rússia e a assistência fornecida pelos Estados Unidos

Publicado 01/03/2022 15:33
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enfatizou nesta terça-feira (1º) em uma conversa telefônica com seu par americano Joe Biden a necessidade de "deter" a invasão russa da Ucrânia "o quanto antes".

"Acabei de ter uma conversa com o presidente dos Estados Unidos (...) Devemos deter o agressor o quanto antes", escreveu Zelensky no Twitter.

Durante a conversa, os dois presidentes discutiram as sanções ocidentais contra a Rússia e a assistência fornecida pelos Estados Unidos e outros países à Ucrânia em termos de defesa, acrescentou Zelensky.

O telefonema ocorre enquanto a Ucrânia enfrenta uma grande ofensiva militar da Rússia, que parece ter intensificado seu ataque à capital Kiev e à segunda maior cidade, Kharkiv.
Entenda o conflito

O conflito na Ucrânia pela Rússia teve início nesta quinta-feira, 24, após o presidente russo Vladimir Putin autorizar a entrada de tropas militares no país do leste europeu. A invasão culminou em ataques por ar, mar e terra, com diversas cidades bombardeadas, inclusive a capital Kiev, que já deixou mais de 130 mortos e mais de 300 feridos. Essa é a maior operação militar dentro de um país europeu desde a Segunda Guerra Mundial.

A ofensiva provocou clamor internacional, com reuniões de emergência previstas em vários países, e pronunciamentos de diversos líderes espalhados pelo mundo condenando o ataque russo à Ucrânia. Em razão da invasão, países como Estados Unidos, Reino Unido e o bloco da União Europeia anunciaram sanções econômicas contra a Rússia.

A invasão ocorreu dois dias após o governo russo reconhecer a independência de dois territórios separatistas no leste da Ucrânia - as províncias de Donetsk e Luhansk. Com os ataques, Putin pretende alcançar uma desmilitarizaração e a eliminação dos "nazistas" , segundo o presidente russo.

Outros motivos de Putin pela invasão na Ucrânia se dão pela aproximação do país com o Ocidente, com a possibilidade do país do leste europeu fazer parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan),
aliança militar internacional, e da União Europeia, além da ambição de expandir o território russo para aumentar o poder de influência na região.
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