Publicado 20/02/2025 17:07 | Atualizado 06/03/2025 11:47
O presidente da França, Emmanuel Macron, declarou nesta quinta-feira (20) que seu país deve reforçar sua segurança em conjunto com a Europa e afirmou que, quando se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lhe dirá que não pode ser "fraco" diante de Vladimir Putin.
"Estou convencido de que estamos entrando em uma nova era. Isso nos obrigará a tomar decisões", declarou o líder francês durante uma interação com internautas nas redes sociais.
"Nós, europeus, devemos aumentar nosso esforço bélico" e "reforçar nossa fortaleza como nação", afirmou Macron.
Macron viajará na segunda-feira a Washington para se reunir com Trump.
"Vou dizer-lhe: 'Você não pode ser fraco diante do presidente Putin'", declarou o presidente francês, referindo-se ao líder norte-americano.
Macron anunciou que conversará nesta quinta-feira com seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que tem sido alvo de violentos ataques verbais por parte de Donald Trump.
Publicidade"Estou convencido de que estamos entrando em uma nova era. Isso nos obrigará a tomar decisões", declarou o líder francês durante uma interação com internautas nas redes sociais.
"Nós, europeus, devemos aumentar nosso esforço bélico" e "reforçar nossa fortaleza como nação", afirmou Macron.
Macron viajará na segunda-feira a Washington para se reunir com Trump.
"Vou dizer-lhe: 'Você não pode ser fraco diante do presidente Putin'", declarou o presidente francês, referindo-se ao líder norte-americano.
Macron anunciou que conversará nesta quinta-feira com seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que tem sido alvo de violentos ataques verbais por parte de Donald Trump.
O presidente norte-americano chamou Zelensky de "ditador" esta semana e o acusou de ter iniciado a guerra na Ucrânia, que começou em 24 de fevereiro de 2022 com a invasão russa contra a ex-república soviética.
Washington tem sido um apoio fundamental para a Ucrânia no conflito, mas Trump surpreendeu Kiev e seus aliados europeus ao abrir um diálogo com a Rússia, gerando temores de que conduza o conflito a um desfecho favorável para Moscou.
Sobre a polêmica proposta de envio de tropas para a Ucrânia, Macron reiterou que a França não enviaria militares "amanhã", mas sim "para garantir a paz uma vez que tenha sido negociada".
A Rússia tem reiterado sua oposição a qualquer envio de tropas da Otan para a Ucrânia como parte de um cessar-fogo.
Macron declarou que "ninguém tem o direito" de dizer à Ucrânia que "ela não tem o direito" de ingressar na União Europeia ou na Otan e defendeu que Zelensky foi eleito em um sistema "livre", mas que não é possível realizar eleições em um país em guerra, sob lei marcial.
Washington tem sido um apoio fundamental para a Ucrânia no conflito, mas Trump surpreendeu Kiev e seus aliados europeus ao abrir um diálogo com a Rússia, gerando temores de que conduza o conflito a um desfecho favorável para Moscou.
Sobre a polêmica proposta de envio de tropas para a Ucrânia, Macron reiterou que a França não enviaria militares "amanhã", mas sim "para garantir a paz uma vez que tenha sido negociada".
A Rússia tem reiterado sua oposição a qualquer envio de tropas da Otan para a Ucrânia como parte de um cessar-fogo.
Macron declarou que "ninguém tem o direito" de dizer à Ucrânia que "ela não tem o direito" de ingressar na União Europeia ou na Otan e defendeu que Zelensky foi eleito em um sistema "livre", mas que não é possível realizar eleições em um país em guerra, sob lei marcial.
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