Neste ano, foram rejeitados 11 pedidos para nomear uma criança como 'King' na Nova Zelãndiafreepik
Publicado 16/05/2025 11:59 | Atualizado 16/05/2025 11:59
Nos Estados Unidos, é comum ver crianças sendo chamadas de King, Prince ou Duke. Já na Nova Zelândia, essas escolhas são proibidas por lei. Em 2024, o governo rejeitou 71 nomes que não se enquadravam nas regras oficiais do registro civil.
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Neste ano, foram rejeitados 11 pedidos para nomear uma criança como "King" - Rei. Além disso, outros nomes inspirados em cargos da realeza também foram proibidos, como Prince, Princess e até uma variação como Pryncess.

O Registrador-Geral de Nascimentos, Óbitos e Casamentos da Nova Zelândia, Russell Burnard, afirmou que a escolha do nome é especial e, por isso, estabelece regras para evitar que os pais se arrependam no futuro.

"Os nomes são um presente e uma parte importante da identidade de uma pessoa. Encorajamos os pais a pensar em seus filhos e como eles podem se sentir sobre seu nome mais tarde na vida", declarou em comunicado à imprensa.

Os nomes devem atender os seguintes critérios:

. Não usar títulos ou classificações oficiais, ou nomes que se assemelhem a esses;

. Não utilizar caracteres numéricos ou símbolos, como barra invertida ou sinal de pontuação;

. Evitar nomes que possam ser considerados ofensivos;

. Limitar o nome a, no máximo, 70 caracteres, incluindo espaços.

De acordo com a Administração da Previdência Social dos EUA, King ficou em 266º lugar entre os nomes de bebês mais populares em 2023, seguido por Prince em 364º, Royal em 401º, e Princess em 919º.
"Quando um nome está em revisão, damos aos pais a oportunidade de apresentar o raciocínio por trás da escolha. Em seguida, tomamos uma decisão considerando o equilíbrio entre como o nome pode ser percebido pelo público e as obrigações legais do Departamento", acrescentou Burnard.
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