Publicado 24/06/2025 20:57
O julgamento do rapper Sean Combs, também conhecido como P.Diddy, entrou em sua fase final nesta terça-feira, depois que a promotoria concluiu a apresentação de provas incriminatórias e a defesa descartou apresentar testemunhas em favor do seu cliente, que também não quis exercer seu direito de se defender.
PublicidadeO juiz instrutor Arun Subramanian perguntou ao fundador da Bad Boys Records se ele mesmo havia decidido não depor. "A decisão é exclusivamente minha", afirmou Diddy, que compareceu ao tribunal federal de Manhattan ao longo das sete semanas de julgamento.
Diferentemente da promotoria, que apresentou 34 testemunhas, a defesa não convocou testemunhas para defender Diddy, embora tenha apresentado ao júri várias provas, o que durou menos de meia hora. Nesse tipo de caso, é comum que a defesa não apresente testemunhas, uma vez que a responsabilidade de mostrar a culpabilidade do réu recai sobre a acusação.
A promotoria e a defesa devem pronunciar suas alegações finais a partir da próxima quinta-feira, última oportunidade de reforçarem suas respectivas posições perante o júri.
O rapper, que se diz inocente, é acusado de agressão sexual e de liderar uma rede de prostituição. Se condenado pelo júri, que deve iniciar suas deliberações na próxima segunda-feira, ele pode passar o restante da vida na prisão.
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