Publicado 28/08/2025 08:04 | Atualizado 28/08/2025 08:14
Equipes de investigação tentam determinar o que levou uma pessoa fortemente armada a abrir fogo na quarta-feira (27) contra dezenas de crianças durante uma cerimônia religiosa em Minneapolis, um ataque que matou dois alunos e deixou 17 pessoas feridas.
PublicidadeOs investigadores identificaram a atiradora como Robin Westman, uma mulher trans de 23 anos que, segundo a imprensa americana, foi estudante na escola.
O chefe de polícia da cidade, Brian O'Hara, disse que ela atirou através das janelas da Igreja da Anunciação quando dezenas de estudantes acompanhavam uma missa para celebrar a primeira semana de volta às aulas. Depois, Westman cometeu suicídio.
"Duas crianças pequenas, de 8 e 10 anos, morreram onde estavam sentadas nos bancos", disse O'Hara. Outras 14 crianças ficaram feridas e três fiéis mais velhos também foram atingidos.
A igreja fica ao lado de uma escola afiliada no sul da cidade, a maior do estado de Minnesota, onde na noite de quarta-feira centenas de pessoas se reuniram em uma vigília pelas vítimas.
O FBI (polícia federal americana) abriu uma investigação sobre o ataque, informou seu diretor, Kash Patel. Ele disse que a agência trata o tiroteio como um "ato de terrorismo doméstico e crime de ódio contra os católicos".
Westman, que mudou legalmente seu nome em 2020 e se identificava como mulher, abriu fogo com um fuzil, uma espingarda e uma pistola antes de tirar a própria vida no estacionamento, de acordo com o chefe de polícia.
'Coração partido'
O chefe de polícia da cidade, Brian O'Hara, disse que ela atirou através das janelas da Igreja da Anunciação quando dezenas de estudantes acompanhavam uma missa para celebrar a primeira semana de volta às aulas. Depois, Westman cometeu suicídio.
"Duas crianças pequenas, de 8 e 10 anos, morreram onde estavam sentadas nos bancos", disse O'Hara. Outras 14 crianças ficaram feridas e três fiéis mais velhos também foram atingidos.
A igreja fica ao lado de uma escola afiliada no sul da cidade, a maior do estado de Minnesota, onde na noite de quarta-feira centenas de pessoas se reuniram em uma vigília pelas vítimas.
O FBI (polícia federal americana) abriu uma investigação sobre o ataque, informou seu diretor, Kash Patel. Ele disse que a agência trata o tiroteio como um "ato de terrorismo doméstico e crime de ódio contra os católicos".
Westman, que mudou legalmente seu nome em 2020 e se identificava como mulher, abriu fogo com um fuzil, uma espingarda e uma pistola antes de tirar a própria vida no estacionamento, de acordo com o chefe de polícia.
'Coração partido'
Um comunicado conjunto do diretor e do pároco da escola afirma que, segundos após o início do tiroteio, "nossa heroica equipe levou os estudantes para debaixo dos bancos".
Vídeos supostamente publicados na internet por Westman mostraram um manifesto com várias páginas, assim como nomes e desenhos de armas de fogo.
O ataque gerou muitas condenações e expressões de luto, inclusive do presidente Donald Trump, que ordenou que as bandeiras americanas na Casa Branca fossem hasteadas a meio mastro.
O papa Leão XIV, o primeiro americano a chefiar a Igreja Católica, disse estar "profundamente entristecido" com a tragédia. "Minnesota está com o coração partido", escreveu o governador Tim Walz no X.
Vídeos ao vivo mostraram pais em pânico pegando os filhos pequenos e fugindo, em meio a um importante dispositivo de emergência enviado ao local.
Testemunhas e sobreviventes mencionaram um cenário devastador, com o atirador vestido de preto e com o rosto coberto por uma balaclava enquanto efetuava os disparos, e crianças se escondendo entre os bancos da igreja.
"Foi muito assustador... Nos enfiamos nos bancos e ele atirou através das janelas de vitrais", contou à emissora de TV local Fox 9 um menino da quinta série que sobreviveu ao ataque.
Um amigo "estava em cima de mim (...), garantindo que eu estivesse a salvo, e ele foi atingido [por um tiro]. Então, isso foi realmente corajoso da parte dele", acrescentou.
Vídeos supostamente publicados na internet por Westman mostraram um manifesto com várias páginas, assim como nomes e desenhos de armas de fogo.
O ataque gerou muitas condenações e expressões de luto, inclusive do presidente Donald Trump, que ordenou que as bandeiras americanas na Casa Branca fossem hasteadas a meio mastro.
O papa Leão XIV, o primeiro americano a chefiar a Igreja Católica, disse estar "profundamente entristecido" com a tragédia. "Minnesota está com o coração partido", escreveu o governador Tim Walz no X.
Vídeos ao vivo mostraram pais em pânico pegando os filhos pequenos e fugindo, em meio a um importante dispositivo de emergência enviado ao local.
Testemunhas e sobreviventes mencionaram um cenário devastador, com o atirador vestido de preto e com o rosto coberto por uma balaclava enquanto efetuava os disparos, e crianças se escondendo entre os bancos da igreja.
"Foi muito assustador... Nos enfiamos nos bancos e ele atirou através das janelas de vitrais", contou à emissora de TV local Fox 9 um menino da quinta série que sobreviveu ao ataque.
Um amigo "estava em cima de mim (...), garantindo que eu estivesse a salvo, e ele foi atingido [por um tiro]. Então, isso foi realmente corajoso da parte dele", acrescentou.
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