Publicado 29/09/2025 18:04 | Atualizado 29/09/2025 18:44
O presidente da França, Emmanuel Macron, celebrou o plano para encerrar a guerra em Gaza apresentado nesta segunda-feira, 29, pela Casa Branca, e colocou o seu país a disposição para "contribuir" com o projeto.
"Eu espero que Israel se comprometa totalmente com a proposta. O Hamas não tem escolha a não ser soltar imediatamente os reféns e seguir o plano", disse o líder francês em uma publicação na rede social X.
"Estes elementos devem abrir caminho para uma discussão profunda com todos os parceiros para construir uma paz duradoura na região, baseada na solução de dois estados e nos princípios apoiados pelos 142 países membros da ONU", continuou Macron.
Publicidade"Eu espero que Israel se comprometa totalmente com a proposta. O Hamas não tem escolha a não ser soltar imediatamente os reféns e seguir o plano", disse o líder francês em uma publicação na rede social X.
"Estes elementos devem abrir caminho para uma discussão profunda com todos os parceiros para construir uma paz duradoura na região, baseada na solução de dois estados e nos princípios apoiados pelos 142 países membros da ONU", continuou Macron.
Itália
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, expressou apoio ao plano apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para encerrar a guerra em Gaza. Ela destacou que a proposta abre caminho para "uma coexistência pacífica e próspera" entre Israel e Palestina, com "um Estado de Israel e um Estado palestino vivendo lado a lado em paz e segurança".
Segundo Meloni, em publicação feita no X, a iniciativa de Washington pode representar uma virada nesse processo, ao prever "uma cessação permanente das hostilidades, a libertação imediata de todos os reféns e um acesso humanitário pleno e seguro para a população civil". A premiê italiana afirmou que a estabilização de Gaza depende de um projeto ambicioso de reconstrução e desenvolvimento, com "pleno envolvimento dos parceiros regionais".
Meloni reiterou que a Itália está pronta para contribuir, "em estreita coordenação" com os Estados Unidos, os parceiros europeus e da região, e agradeceu a Trump pelos "esforços para levar a paz ao Oriente Médio". Ela exortou as partes a aceitar o plano, destacando em particular que o Hamas "tem agora a possibilidade de pôr fim à guerra libertando os reféns, aceitando não ter qualquer papel no futuro de Gaza e desarmando-se completamente".
Para a líder italiana, a retomada de um diálogo entre Israel e os palestinos é essencial para consolidar "um horizonte político rumo a uma coexistência pacífica".
Segundo Meloni, em publicação feita no X, a iniciativa de Washington pode representar uma virada nesse processo, ao prever "uma cessação permanente das hostilidades, a libertação imediata de todos os reféns e um acesso humanitário pleno e seguro para a população civil". A premiê italiana afirmou que a estabilização de Gaza depende de um projeto ambicioso de reconstrução e desenvolvimento, com "pleno envolvimento dos parceiros regionais".
Meloni reiterou que a Itália está pronta para contribuir, "em estreita coordenação" com os Estados Unidos, os parceiros europeus e da região, e agradeceu a Trump pelos "esforços para levar a paz ao Oriente Médio". Ela exortou as partes a aceitar o plano, destacando em particular que o Hamas "tem agora a possibilidade de pôr fim à guerra libertando os reféns, aceitando não ter qualquer papel no futuro de Gaza e desarmando-se completamente".
Para a líder italiana, a retomada de um diálogo entre Israel e os palestinos é essencial para consolidar "um horizonte político rumo a uma coexistência pacífica".
Alemanha
O governo da Alemanha apoiou o plano dos Estados Unidos para acabar com a guerra em Gaza, segundo nota do Ministro de Relações Exteriores, Johann Wadephul. "Finalmente, há esperança para israelenses e palestinos de que esta guerra possa acabar em breve."
"Este acordo pode abrir caminho para um processo de reconciliação mais amplo no Oriente Médio", afirma Wadephul, que informou que viajará para a região no próximo fim de semana para trabalhar no plano de paz. Ele agradece ao presidente dos EUA, Donald Trump, e aos países árabes que estão trabalhando para garantir a paz. A nota diz, ainda, que o Hamas não deve desperdiçar a chance de encerrar o conflito.
"Este acordo pode abrir caminho para um processo de reconciliação mais amplo no Oriente Médio", afirma Wadephul, que informou que viajará para a região no próximo fim de semana para trabalhar no plano de paz. Ele agradece ao presidente dos EUA, Donald Trump, e aos países árabes que estão trabalhando para garantir a paz. A nota diz, ainda, que o Hamas não deve desperdiçar a chance de encerrar o conflito.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.