Publicado 12/10/2025 14:33 | Atualizado 12/10/2025 14:46
Jerusalém - Israel começará a libertar os palestinos detidos em prisões israelenses assim que o retorno de todos os reféns mantidos em Gaza for confirmado, afirmou neste domingo, 12, Shosh Bedrosian, porta-voz do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. "Os prisioneiros palestinos serão libertados assim que Israel receber a confirmação de que todos os nossos reféns, que serão libertados amanhã, cruzaram a fronteira para o território israelense", disse a porta-voz Shosh Bedrosian à imprensa.
No passado, durante tréguas anteriores no conflito entre Israel e o Hamas, os restos mortais de alguns reféns foram identificados após seu retorno a Tel Aviv. Bedrosian indicou que, enquanto a identificação estiver sendo realizada, os prisioneiros palestinos estarão em ônibus prontos para partir.
"Assim que tivermos a confirmação de que eles [os reféns] entraram em território israelense, os ônibus partirão", acrescentou.
PublicidadeNo passado, durante tréguas anteriores no conflito entre Israel e o Hamas, os restos mortais de alguns reféns foram identificados após seu retorno a Tel Aviv. Bedrosian indicou que, enquanto a identificação estiver sendo realizada, os prisioneiros palestinos estarão em ônibus prontos para partir.
"Assim que tivermos a confirmação de que eles [os reféns] entraram em território israelense, os ônibus partirão", acrescentou.
A porta-voz do primeiro-ministro israelense indicou que a libertação dos reféns mantidos na Faixa de Gaza está prevista para ocorrer na manhã de segunda-feira. "Esperamos que nossos 20 reféns vivos sejam libertados juntos [e entregues] ao mesmo tempo à Cruz Vermelha e transportados em seis ou oito veículos", afirmou Bedrosian.
Os reféns serão entregues às "forças localizadas nas áreas de Gaza controladas por Israel e, em seguida, transferidos para a base de Reim, no sul de Israel, onde se reunirão com suas famílias".
O acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, que entrou em vigor na sexta-feira, 10, prevê a troca dos últimos reféns restantes em Gaza por quase 2 mil palestinos mantidos em prisões israelenses, incluindo 250 detidos "por motivos de segurança nacional".
Netanyahu disse na sexta-feira que 20 dos reféns estão vivos e 28 estão mortos. Os restos mortais de um soldado israelense morto em 2014 em uma guerra anterior em Gaza também devem ser devolvidos.
Os reféns serão entregues às "forças localizadas nas áreas de Gaza controladas por Israel e, em seguida, transferidos para a base de Reim, no sul de Israel, onde se reunirão com suas famílias".
O acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, que entrou em vigor na sexta-feira, 10, prevê a troca dos últimos reféns restantes em Gaza por quase 2 mil palestinos mantidos em prisões israelenses, incluindo 250 detidos "por motivos de segurança nacional".
Netanyahu disse na sexta-feira que 20 dos reféns estão vivos e 28 estão mortos. Os restos mortais de um soldado israelense morto em 2014 em uma guerra anterior em Gaza também devem ser devolvidos.
Hamas
O Hamas libertará os reféns ainda mantidos em Gaza na segunda-feira, 13, e não participará do futuro governo do território após a guerra, informou o movimento islamista palestino neste domingo, 12, terceiro dia do cessar-fogo com Israel.
"Segundo o acordo assinado, a troca de prisioneiros começará na manhã de segunda-feira", disse Osama Hamdan, alto funcionário do grupo islamista que governa Gaza desde 2007.
Os dois lados devem agora negociar a implementação do plano de 20 pontos do presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar a guerra. O plano prevê que o grupo palestino se desarme e renuncie ao controle de Gaza após o fim do conflito.
No terceiro dia de cessar-fogo, alguns caminhões com ajuda humanitária cruzaram para Gaza neste domingo, mas moradores de Khan Yunis, no sul, relataram que alguns foram saqueados por pessoas famintas.
"Segundo o acordo assinado, a troca de prisioneiros começará na manhã de segunda-feira", disse Osama Hamdan, alto funcionário do grupo islamista que governa Gaza desde 2007.
Os dois lados devem agora negociar a implementação do plano de 20 pontos do presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar a guerra. O plano prevê que o grupo palestino se desarme e renuncie ao controle de Gaza após o fim do conflito.
No terceiro dia de cessar-fogo, alguns caminhões com ajuda humanitária cruzaram para Gaza neste domingo, mas moradores de Khan Yunis, no sul, relataram que alguns foram saqueados por pessoas famintas.
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