Publicado 13/10/2025 11:17
Beirute - O presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou nesta segunda-feira, 13, que é "necessário negociar com Israel" para resolver as questões entre os dois países, que permanecem tecnicamente em estado de guerra. Em outubro de 2023, o movimento islamista libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, começou a disparar foguetes contra Israel em apoio ao grupo palestino Hamas na guerra de Gaza.
Após meses de hostilidades, o conflito se transformou em uma guerra total em setembro de 2024, que terminou com um acordo de cessar-fogo dois meses depois. No entanto, Israel continua bombardeando alvos do Hezbollah no Líbano com frequência e, segundo as Nações Unidas, mais de 100 civis morreram desde a trégua.
"O Estado libanês já negociou com Israel sob os auspícios dos Estados Unidos e da ONU, o que levou à demarcação da fronteira marítima (...). O que impede que isso aconteça novamente para resolver as questões pendentes?", disse Aoun em um comunicado.
PublicidadeApós meses de hostilidades, o conflito se transformou em uma guerra total em setembro de 2024, que terminou com um acordo de cessar-fogo dois meses depois. No entanto, Israel continua bombardeando alvos do Hezbollah no Líbano com frequência e, segundo as Nações Unidas, mais de 100 civis morreram desde a trégua.
"O Estado libanês já negociou com Israel sob os auspícios dos Estados Unidos e da ONU, o que levou à demarcação da fronteira marítima (...). O que impede que isso aconteça novamente para resolver as questões pendentes?", disse Aoun em um comunicado.
"Hoje, o clima geral é de compromisso e é necessário negociar", acrescentou, especificando que "a forma desta negociação será determinada no seu devido tempo". Atualmente, não há vínculos formais entre Israel e o Líbano.
A declaração do líder libanês ocorre após o cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza entrar em vigor na sexta-feira, após dois anos de guerra.
A declaração do líder libanês ocorre após o cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza entrar em vigor na sexta-feira, após dois anos de guerra.
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