Publicado 29/10/2025 07:33
Israel bombardeou nesta terça-feira (28) a Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor, após acusar o Hamas de atacar suas tropas, o que o movimento islamista nega.
Pelo menos 30 pessoas morreram em ataques que afetaram várias partes de Gaza, informou nesta quarta-feira (29) à AFP um porta-voz da Defesa Civil do território palestino, que opera sob o comando do Hamas.
Horas depois, na quarta-feira, o presidente americano Donald Trump afirmou que "nada vai ameaçar o cessar-fogo" em Gaza, apesar dos recentes ataques.
Falando aos jornalistas a bordo do avião presidencial Air Force One, Trump defendeu o direito de Israel de atacar em Gaza se algum de seus soldados for atacado.
"Mataram um soldado israelense, assim que os israelenses responderam, e devem responder", declarou Trump quando se dirigia do Japão para a Coreia do Sul.
O Hamas, que tomou o poder na Faixa de Gaza em 2007, negou ter atacado tropas israelenses no território. Antes disso, acusou Israel de cometer "violações" ao acordo de trégua e anunciou o adiamento da entrega do corpo de mais um refém, inicialmente prevista para as 15h, no horário de Brasília.
A trégua já havia sido colocada à prova por ações letais de violência em 19 de outubro, quando Israel e Hamas se acusaram mutuamente de violar o acordo.
Nesta terça, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu "ordenou ao Exército realizar de imediato bombardeios na Faixa de Gaza", diz um comunicado de seu gabinete, sem oferecer mais detalhes.
A porta-voz do governo israelense, Shoh Bedrosian, havia afirmado anteriormente que tudo estava sendo feito "em plena coordenação com os Estados Unidos, com o presidente Trump e sua equipe".
Israel acusa o movimento islamista palestino Hamas de violar a trégua vigente desde 10 de outubro em Gaza, depois que o grupo devolveu os restos mortais do refém Ofir Tzarfati, que já havia sido recuperado em parte pelo Exército israelense.
PublicidadePelo menos 30 pessoas morreram em ataques que afetaram várias partes de Gaza, informou nesta quarta-feira (29) à AFP um porta-voz da Defesa Civil do território palestino, que opera sob o comando do Hamas.
Horas depois, na quarta-feira, o presidente americano Donald Trump afirmou que "nada vai ameaçar o cessar-fogo" em Gaza, apesar dos recentes ataques.
Falando aos jornalistas a bordo do avião presidencial Air Force One, Trump defendeu o direito de Israel de atacar em Gaza se algum de seus soldados for atacado.
"Mataram um soldado israelense, assim que os israelenses responderam, e devem responder", declarou Trump quando se dirigia do Japão para a Coreia do Sul.
O Hamas, que tomou o poder na Faixa de Gaza em 2007, negou ter atacado tropas israelenses no território. Antes disso, acusou Israel de cometer "violações" ao acordo de trégua e anunciou o adiamento da entrega do corpo de mais um refém, inicialmente prevista para as 15h, no horário de Brasília.
A trégua já havia sido colocada à prova por ações letais de violência em 19 de outubro, quando Israel e Hamas se acusaram mutuamente de violar o acordo.
Nesta terça, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu "ordenou ao Exército realizar de imediato bombardeios na Faixa de Gaza", diz um comunicado de seu gabinete, sem oferecer mais detalhes.
A porta-voz do governo israelense, Shoh Bedrosian, havia afirmado anteriormente que tudo estava sendo feito "em plena coordenação com os Estados Unidos, com o presidente Trump e sua equipe".
Israel acusa o movimento islamista palestino Hamas de violar a trégua vigente desde 10 de outubro em Gaza, depois que o grupo devolveu os restos mortais do refém Ofir Tzarfati, que já havia sido recuperado em parte pelo Exército israelense.
Com informações da AFP.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.