Publicado 31/10/2025 07:58 | Atualizado 31/10/2025 09:21
A Organização das Nações Unidas (ONU) instaram, nesta sexta-feira (31), os Estados Unidos cessaram os ataques contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas no Caribe e no Pacífico, condenando os incidentes como "execuções extrajudiciais".
"Esses ataques, com seu crescente custo humano, são inaceitáveis. Os Estados Unidos devem pôr fim a tais ataques e tomar todas as medidas possíveis para evitar as execuções extrajudiciais de pessoas a bordo dessas embarcações, independentemente de qualquer suposta atividade criminosa", escreveu o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, em um comunicado.
Publicidade"Esses ataques, com seu crescente custo humano, são inaceitáveis. Os Estados Unidos devem pôr fim a tais ataques e tomar todas as medidas possíveis para evitar as execuções extrajudiciais de pessoas a bordo dessas embarcações, independentemente de qualquer suposta atividade criminosa", escreveu o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, em um comunicado.
Nas últimas semanas, pelo menos 62 pessoas morreram no Caribe e no Pacífico em ataques armados realizados por Washington contra embarcações que, segundo o governo norte-americano, pertenceriam ao tráfico de drogas. Parentes das vítimas afirmam que algumas delas eram apenas pescadores.
"Esses ataques, com seu crescente custo humano, são inaceitáveis", escreveu o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, em um comunicado.
"Os Estados Unidos devem pôr fim a tais ataques e tomar todas as medidas necessárias para evitar as execuções extrajudiciais de pessoas a bordo dessas embarcações, independentemente de qualquer suposta atividade criminosa", acrescentou.
Türk enfatizou que esses indivíduos morreram "em circunstâncias que não têm justificativa sob o direito internacional". As operações ocorrem em um contexto de tensão crescente entre os Estados Unidos e a Venezuela.
Washington apresenta seus ataques e a mobilização aérea e naval no Caribe como parte de uma estratégia contra os cartéis latino-americanos, que classificou como organizações "terroristas".
O governo Trump chegou a autorizar operações da CIA na Venezuela e acusa o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de estar por trás do tráfico de drogas para os Estados Unidos.
"Enfrentar a grave questão do tráfico ilegal de drogas através das fronteiras internacionais é (...) uma questão de aplicação da lei, regida pelos limites rigorosos que a legislação internacional dos direitos humanos impõe ao uso da força letal", observou Türk.
"O uso intencional da força letal só é permitido como último recurso contra indivíduos que representam uma ameaça iminente à vida", enfatizou.
Nesse sentido, o alto comissário afirmou que "com base nas informações muito limitadas divulgadas publicamente pelas autoridades americanas, nenhum dos indivíduos a bordo das embarcações atacadas parecia representar uma ameaça iminente à vida de outras pessoas".
Portanto, Türk pediu "investigações rápidas, independentes e transparentes sobre esses ataques".
"Esses ataques, com seu crescente custo humano, são inaceitáveis", escreveu o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, em um comunicado.
"Os Estados Unidos devem pôr fim a tais ataques e tomar todas as medidas necessárias para evitar as execuções extrajudiciais de pessoas a bordo dessas embarcações, independentemente de qualquer suposta atividade criminosa", acrescentou.
Türk enfatizou que esses indivíduos morreram "em circunstâncias que não têm justificativa sob o direito internacional". As operações ocorrem em um contexto de tensão crescente entre os Estados Unidos e a Venezuela.
Washington apresenta seus ataques e a mobilização aérea e naval no Caribe como parte de uma estratégia contra os cartéis latino-americanos, que classificou como organizações "terroristas".
O governo Trump chegou a autorizar operações da CIA na Venezuela e acusa o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de estar por trás do tráfico de drogas para os Estados Unidos.
"Enfrentar a grave questão do tráfico ilegal de drogas através das fronteiras internacionais é (...) uma questão de aplicação da lei, regida pelos limites rigorosos que a legislação internacional dos direitos humanos impõe ao uso da força letal", observou Türk.
"O uso intencional da força letal só é permitido como último recurso contra indivíduos que representam uma ameaça iminente à vida", enfatizou.
Nesse sentido, o alto comissário afirmou que "com base nas informações muito limitadas divulgadas publicamente pelas autoridades americanas, nenhum dos indivíduos a bordo das embarcações atacadas parecia representar uma ameaça iminente à vida de outras pessoas".
Portanto, Türk pediu "investigações rápidas, independentes e transparentes sobre esses ataques".
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