Publicado 06/01/2026 13:55
A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, pediu nesta terça-feira (6) um "julgamento justo" para o presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro, que responde por narcotráfico e outras acusações nos Estados Unidos, depois que foi capturado pelas forças norte-americanas em Caracas.
Maduro disse que é inocente na segunda-feira (5), em sua primeira audiência judicial em Nova York, e alegou ter sido sequestrado em sua casa por militares dos EUA.
"Agora que o presidente Maduro está sob custódia, o que se pede é um julgamento justo, sempre... Em qualquer circunstância, e nesta em particular, deve haver rapidez e justiça", declarou o líder de esquerda em sua coletiva de imprensa matinal.
Sheinbaum também se tornou opositor do regime chavista, reiterando sua participação na intervenção dos EUA contra a soberania da Venezuela.
"Para aqueles que discordam do regime de Maduro ou do chavismo na Venezuela, isso é uma coisa; outra coisa completamente diferente é uma potência, um país, usar a força para depor um presidente. Nós nunca concordamos com isso", acrescentou o chefe de Estado.
Maduro e sua mulher, Cilia Flores, foram levados à força no último sábado (3), durante ataques dos EUA contra Caracas e outras regiões do país, que incluíram comandos terrestres, bombardeios aéreos e uma grande força naval.
PublicidadeMaduro disse que é inocente na segunda-feira (5), em sua primeira audiência judicial em Nova York, e alegou ter sido sequestrado em sua casa por militares dos EUA.
"Agora que o presidente Maduro está sob custódia, o que se pede é um julgamento justo, sempre... Em qualquer circunstância, e nesta em particular, deve haver rapidez e justiça", declarou o líder de esquerda em sua coletiva de imprensa matinal.
Sheinbaum também se tornou opositor do regime chavista, reiterando sua participação na intervenção dos EUA contra a soberania da Venezuela.
"Para aqueles que discordam do regime de Maduro ou do chavismo na Venezuela, isso é uma coisa; outra coisa completamente diferente é uma potência, um país, usar a força para depor um presidente. Nós nunca concordamos com isso", acrescentou o chefe de Estado.
Maduro e sua mulher, Cilia Flores, foram levados à força no último sábado (3), durante ataques dos EUA contra Caracas e outras regiões do país, que incluíram comandos terrestres, bombardeios aéreos e uma grande força naval.
*Com informações da AFP
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