Publicado 01/03/2026 09:39
O aiatolá Alireza Arafi foi eleito líder supremo interino do Irã, neste domingo (1º), e terá a missão de conduzir o processo de escolha de um novo comandante para o país. A decisão ocorre um dia após a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. A informação foi divulgada por agências oficiais iranianas.
PublicidadeArafi passará a chefiar o Conselho Interino de Liderança, responsável por conduzir o Irã até que um novo líder supremo seja escolhido permanentemente. A escolha foi anunciada em uma postagem nas redes sociais.
"O Conselho de Discernimento do Interesse do Estado elegeu o aiatolá Alireza Arafi como membro do Conselho Interino de Liderança", escreveu o porta-voz do conselho, Mohsen Dehnavi, no X (antigo Twitter).
Também farão parte do Conselho Provisório o presidente Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei. O grupo será responsável por governar o país até que a Assembleia dos Peritos conclua a seleção do novo líder supremo, processo que, segundo as autoridades, deve ocorrer o mais rapidamente possível.
Trump confirma morte de Ali Khamenei
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (28) a morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, após um ataque em grande escala lançado por Washington e Israel contra a república islâmica, que incendiou a região.
Nas ruas de Teerã, as primeiras informações sobre a morte de Khamenei, o líder absoluto do Irã desde 1989, foram recebidas com aplausos e gritos de alegria, segundo disseram testemunhas.
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social.
Num discurso televisado pouco antes, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, havia antecipado que o ataque destruiu "o complexo do tirano Khamenei no coração de Teerã" e que havia "muitos compromissos" de que ele havia morrido.
O Irã respondeu a esses ataques sem precedentes com salvas de mísseis contra Israel, onde morreu uma mulher, e também contra várias monarquias do Golfo, muitas delas com bases militares americanas.
As ações causaram um morto e vários feridos e paralisaram o tráfego aéreo e marítimo tão importante elo comercial entre Ásia, Europa e África.
Nas ruas de Teerã, as primeiras informações sobre a morte de Khamenei, o líder absoluto do Irã desde 1989, foram recebidas com aplausos e gritos de alegria, segundo disseram testemunhas.
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social.
Num discurso televisado pouco antes, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, havia antecipado que o ataque destruiu "o complexo do tirano Khamenei no coração de Teerã" e que havia "muitos compromissos" de que ele havia morrido.
O Irã respondeu a esses ataques sem precedentes com salvas de mísseis contra Israel, onde morreu uma mulher, e também contra várias monarquias do Golfo, muitas delas com bases militares americanas.
As ações causaram um morto e vários feridos e paralisaram o tráfego aéreo e marítimo tão importante elo comercial entre Ásia, Europa e África.
*Com informações da AFP
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