Publicado 02/03/2026 14:44
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 2, que a "grande onda" de ataques ainda está por vir na guerra contra o Irã. Em uma conversa telefônica de nove minutos com o apresentador Jake Tapper, da CNN, Trump disse que os EUA estão "dando uma surra" no Irã. "Ainda nem começamos a atingi-los com força. A grande onda ainda nem chegou. A grande onda está chegando em breve", afirmou. "Acho que está indo muito bem. Temos as melhores forças armadas do mundo e estamos usando-as", acrescentou.
Questionado sobre a duração do conflito, o republicano disse que não gostaria que a guerra se prolongasse. "Sempre achei que seriam quatro semanas. E estamos um pouco adiantados em relação ao cronograma", afirmou.
Trump disse ainda que os EUA promoverão ações para ajudar o povo iraniano a retomar o controle do país, mas que, por ora, todos devem permanecer em casa: "Não é seguro lá fora".
PublicidadeQuestionado sobre a duração do conflito, o republicano disse que não gostaria que a guerra se prolongasse. "Sempre achei que seriam quatro semanas. E estamos um pouco adiantados em relação ao cronograma", afirmou.
Trump disse ainda que os EUA promoverão ações para ajudar o povo iraniano a retomar o controle do país, mas que, por ora, todos devem permanecer em casa: "Não é seguro lá fora".
Segundo o presidente, "a maior surpresa" desde o início do conflito, no sábado, 28, foram os ataques do Irã contra países árabes da região: Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos. "Ficamos surpresos", disse Trump. "Dissemos a eles: 'Nós resolvemos isso', e agora eles querem brigar. E estão brigando agressivamente. Eles iam se envolver muito pouco, e agora insistem em se envolver."
O presidente afirmou não saber quem será a próxima liderança iraniana, mas que os iranianos "talvez tenham sorte e consigam alguém que saiba o que está fazendo". Segundo Trump, 49 líderes iranianos foram mortos durante os ataques.
Ele também disse que tentou negociar com o regime iraniano, mas que não conseguiu chegar a um acordo sobre o enriquecimento de urânio. "Eles tinham todo aquele material enriquecido. Consideraram refazer o processo lá, mas estava em tão mau estado que a montanha basicamente desabou", afirmou.
Mais cedo, em entrevista por telefone ao jornal New York Post, Trump disse que não descartava a presença de forças americanas no Irã caso "fossem necessárias". "Não tenho receio nenhum em relação ao envio de tropas terrestres. Tipo, todo presidente diz: 'Não haverá tropas terrestres'. Eu não digo isso", afirmou Trump ao jornal. "Eu digo: 'Provavelmente não precisamos delas', (ou) 'se fossem necessárias'."
Críticas ao Reino Unido
Horas antes da divulgação da entrevista à CNN, Trump disse ao jornal britânico Daily Telegraph estar "muito desapontado" com a demora do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, em permitir que os EUA utilizassem bases militares britânicas em operações contra o Irã.
Starmer cedeu posteriormente e autorizou o uso das bases britânicas para "fins defensivos específicos e limitados" e confirmou que os EUA poderiam utilizá-las para atacar instalações de mísseis iranianos, conforme solicitado por Washington. Entre as bases envolvidas está o estratégico complexo militar de Diego Garcia.
Durante a entrevista, Trump classificou a resistência de Starmer em relação à base nas Ilhas Chagos como algo "inédito entre nossos países". "Levou muito tempo. Tempo demais", disse.
Em coletiva na tarde desta segunda-feira, o primeiro-ministro britânico afirmou que o Reino Unido não irá se juntar aos ataques neste momento, mas que continuará "nossas ações defensivas na região."
O presidente afirmou não saber quem será a próxima liderança iraniana, mas que os iranianos "talvez tenham sorte e consigam alguém que saiba o que está fazendo". Segundo Trump, 49 líderes iranianos foram mortos durante os ataques.
Ele também disse que tentou negociar com o regime iraniano, mas que não conseguiu chegar a um acordo sobre o enriquecimento de urânio. "Eles tinham todo aquele material enriquecido. Consideraram refazer o processo lá, mas estava em tão mau estado que a montanha basicamente desabou", afirmou.
Mais cedo, em entrevista por telefone ao jornal New York Post, Trump disse que não descartava a presença de forças americanas no Irã caso "fossem necessárias". "Não tenho receio nenhum em relação ao envio de tropas terrestres. Tipo, todo presidente diz: 'Não haverá tropas terrestres'. Eu não digo isso", afirmou Trump ao jornal. "Eu digo: 'Provavelmente não precisamos delas', (ou) 'se fossem necessárias'."
Críticas ao Reino Unido
Horas antes da divulgação da entrevista à CNN, Trump disse ao jornal britânico Daily Telegraph estar "muito desapontado" com a demora do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, em permitir que os EUA utilizassem bases militares britânicas em operações contra o Irã.
Starmer cedeu posteriormente e autorizou o uso das bases britânicas para "fins defensivos específicos e limitados" e confirmou que os EUA poderiam utilizá-las para atacar instalações de mísseis iranianos, conforme solicitado por Washington. Entre as bases envolvidas está o estratégico complexo militar de Diego Garcia.
Durante a entrevista, Trump classificou a resistência de Starmer em relação à base nas Ilhas Chagos como algo "inédito entre nossos países". "Levou muito tempo. Tempo demais", disse.
Em coletiva na tarde desta segunda-feira, o primeiro-ministro britânico afirmou que o Reino Unido não irá se juntar aos ataques neste momento, mas que continuará "nossas ações defensivas na região."
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