Publicado 12/03/2026 07:51
Um ataque executado, nesta quinta-feira (12) contra dois petroleiros perto da costa do Iraque, cuja origem ainda é desconhecida, deixou pelo menos um morto. As equipes de emergência ainda procuram vários desaparecidos, segundo a autoridade portuária.
PublicidadeUm vídeo divulgado pela autoridade portuária do Iraque mostrou um dos petroleiros sendo engolido pelas chamas após o ataque.
Veja o vídeo:
Um porta-contêineres também foi atingido nas últimas horas por um "projétil desconhecido" na costa dos Emirados Árabes Unidos, o que provocou um "pequeno incêndio" a bordo, segundo a agência marítima britânica (UKMTO). Três navios foram atacados na quarta-feira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia prometido que em breve reinaria uma "grande segurança" na região do Estreito de Ormuz, uma via por onde transita 20% da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito (GNL).
Ele também assegurou que "28 navios instaladores de minas" iranianos foram atacados, já que um dos principais temores da comunidade internacional é a presença de explosivos submarinos na passagem de Ormuz.
A guerra, iniciada em 28 de fevereiro com os bombardeios de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, adquiriu uma dimensão regional e ameaça o abastecimento mundial de petróleo, já que o tráfego foi paralisado no estratégico Estreito de Ormuz.
O barril de Brent do Mar do Norte voltou a superar a cotação de 100 dólares na manhã desta quinta, apesar da intervenção sem precedentes das grandes potências no mercado.
Os 32 países integrantes da Agência Internacional de Energia (AIE), que incluem os Estados Unidos, decidiram na quarta-feira (11) liberar uma quantidade recorde de 400 milhões de barris de suas reservas estratégicas para acalmar as preocupações com o abastecimento.
O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, explicou que 172 milhões de barris serão disponibilizados "a partir da próxima semana".
Contudo, no 13º dia do conflito, os danos às infraestruturas petrolíferas são cada vez maiores. O Bahrein denunciou um ataque iraniano contra depósitos de combustíveis e pediu aos moradores que permaneçam em suas casas devido à fumaça provocada pelas chamas.
Em Omã, os depósitos de combustíveis do porto de Salalah também sofreram um incêndio na quarta-feira após um ataque com drones, enquanto a Arábia Saudita relatou um novo ataque com drones contra o campo de petróleo de Shaybah, no leste do país.
O barril de Brent do Mar do Norte voltou a superar a cotação de 100 dólares na manhã desta quinta, apesar da intervenção sem precedentes das grandes potências no mercado.
Os 32 países integrantes da Agência Internacional de Energia (AIE), que incluem os Estados Unidos, decidiram na quarta-feira (11) liberar uma quantidade recorde de 400 milhões de barris de suas reservas estratégicas para acalmar as preocupações com o abastecimento.
O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, explicou que 172 milhões de barris serão disponibilizados "a partir da próxima semana".
Contudo, no 13º dia do conflito, os danos às infraestruturas petrolíferas são cada vez maiores. O Bahrein denunciou um ataque iraniano contra depósitos de combustíveis e pediu aos moradores que permaneçam em suas casas devido à fumaça provocada pelas chamas.
Em Omã, os depósitos de combustíveis do porto de Salalah também sofreram um incêndio na quarta-feira após um ataque com drones, enquanto a Arábia Saudita relatou um novo ataque com drones contra o campo de petróleo de Shaybah, no leste do país.
*Com informações da AFP e Estadão Conteúdo
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