Publicado 06/04/2026 09:07
O chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, major-general Majid Khademi, foi morto nesta segunda-feira, 6, em ataque direcionado a ele. A ação acontece em meio a bombardeios em Teerã, enquanto uma proposta preliminar de cessar-fogo de 45 dias foi entregue por mediadores do Egito, Paquistão e Turquia.
A Guarda Revolucionária atribuiu o ataque aos Estados Unidos e a Israel. O comunicado não especificou onde Khademi foi morto. No entanto, vários ataques aéreos atingiram áreas residenciais ao redor da capital iraniana, Teerã, na madrugada desta segunda-feira.
Khademi assumiu o lugar do general Mohammad Kazemi, que foi morto por Israel na guerra de 12 dias em junho.
PublicidadeA Guarda Revolucionária atribuiu o ataque aos Estados Unidos e a Israel. O comunicado não especificou onde Khademi foi morto. No entanto, vários ataques aéreos atingiram áreas residenciais ao redor da capital iraniana, Teerã, na madrugada desta segunda-feira.
Khademi assumiu o lugar do general Mohammad Kazemi, que foi morto por Israel na guerra de 12 dias em junho.
Israel assume autoria
Israel reivindicou a morte em anúncio do Ministro da Defesa, Israel Katz. Posteriormente, as forças armadas israelenses confirmaram que o ataque aéreo que matou o major-general Majid Khademi ocorreu em Teerã.
"A Guarda Revolucionária está atirando em civis e nós estamos eliminando os líderes terroristas", disse Katz. "Os líderes do Irã vivem com a sensação de serem alvos. Continuaremos a caçá-los um por um."
Katz acrescentou que Israel também havia "prejudicado gravemente" as indústrias siderúrgica e petroquímica do Irã.
"Continuaremos a destruir a infraestrutura nacional iraniana e a levar à erosão e ao colapso do regime terrorista, bem como à sua capacidade de promover o terror e atacar o Estado de Israel", afirmou.
"A Guarda Revolucionária está atirando em civis e nós estamos eliminando os líderes terroristas", disse Katz. "Os líderes do Irã vivem com a sensação de serem alvos. Continuaremos a caçá-los um por um."
Katz acrescentou que Israel também havia "prejudicado gravemente" as indústrias siderúrgica e petroquímica do Irã.
"Continuaremos a destruir a infraestrutura nacional iraniana e a levar à erosão e ao colapso do regime terrorista, bem como à sua capacidade de promover o terror e atacar o Estado de Israel", afirmou.
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