Publicado 21/04/2026 15:57
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em visita à Europa, defendeu o multilateralismo em Lisboa nesta terça-feira (21) e afirmou que o Brasil busca manter relações comerciais "com a China, com os Estados Unidos, com a Rússia, com a França. (...) Sem preferência".
"Como não somos favoráveis à segunda Guerra Fria (...), não temos preferência comercial", declarou o presidente após uma reunião com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro.
"Queremos ter relações com a China, com os Estados Unidos, com a Rússia, com a França. Queremos com todo o mundo, sem preferência. O que queremos é multilateralismo e muita paz para negociar", acrescentou.
Publicidade "Como não somos favoráveis à segunda Guerra Fria (...), não temos preferência comercial", declarou o presidente após uma reunião com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro.
"Queremos ter relações com a China, com os Estados Unidos, com a Rússia, com a França. Queremos com todo o mundo, sem preferência. O que queremos é multilateralismo e muita paz para negociar", acrescentou.
Lula também fez alusão a mudanças nas políticas comerciais das grandes potências, sem nomeá-las.
Na década de 1980, "a coisa mais fantástica era o livre comércio, era a globalização (...). No Brasil, nós éramos meio contra", observou, citando a pouca competitividade do país.
"Quando começamos a gostar do livre comércio, quem vira protecionista, aquele que nos anos 80 queria que tivesse livre comércio", continuou.
Lula tem agendado, para mais tarde, um encontro com o presidente português, António José Seguro, eleito em março para o cargo, cujo papel é primordialmente simbólico, como um árbitro.
Do lado de fora do palácio presidencial, o líder da extrema direita portuguesa, André Ventura, juntou-se, nesta terça-feira, a um pequeno grupo de manifestantes para protestar contra a visita de Lula, a quem acusa de "corrupção".
Simultaneamente, uma contramanifestação em apoio ao presidente brasileiro também foi realizada nas proximidades, organizada pelo braço português do Partido dos Trabalhadores (PT), o partido político de Lula.
O presidente brasileiro, de 80 anos, iniciou na semana passada uma gira europeia, com passagens também pela Espanha e pela Alemanha.
Na década de 1980, "a coisa mais fantástica era o livre comércio, era a globalização (...). No Brasil, nós éramos meio contra", observou, citando a pouca competitividade do país.
"Quando começamos a gostar do livre comércio, quem vira protecionista, aquele que nos anos 80 queria que tivesse livre comércio", continuou.
Lula tem agendado, para mais tarde, um encontro com o presidente português, António José Seguro, eleito em março para o cargo, cujo papel é primordialmente simbólico, como um árbitro.
Do lado de fora do palácio presidencial, o líder da extrema direita portuguesa, André Ventura, juntou-se, nesta terça-feira, a um pequeno grupo de manifestantes para protestar contra a visita de Lula, a quem acusa de "corrupção".
Simultaneamente, uma contramanifestação em apoio ao presidente brasileiro também foi realizada nas proximidades, organizada pelo braço português do Partido dos Trabalhadores (PT), o partido político de Lula.
O presidente brasileiro, de 80 anos, iniciou na semana passada uma gira europeia, com passagens também pela Espanha e pela Alemanha.
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