Publicado 26/05/2026 19:53 | Atualizado 26/05/2026 21:10
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, disse nesta terça-feira, 26, ter exposto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a "diferença gritante" com o governo Lula, caso seja eleito presidente da República.
"Em vez de alinhamentos ideológicos com ditaduras e regimes autoritários, o que o Brasil precisa são parcerias estratégicas que enriqueçam o nosso povo, gerem empregos, tragam investimento, tecnologia e segurança", declarou o parlamentar, em entrevista coletiva, após se reunir com Trump no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça.
Flávio declarou que o objetivo de sua visita foi "oferecer uma alternativa" à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 7 de maio, classificada pelo senador como um "lobby para traficantes". A fala faz referência à rejeição do governo petista à ideia estudada na Casa Branca de designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.
Como exemplo, o parlamentar afirmou que, caso seja eleito presidente, o Brasil passará a integrar o "Escudo das Américas", iniciativa lançada por Trump para combater o tráfico de drogas e a imigração ilegal na região. Atualmente, aderiram ao programa países chefiados por líderes de direita e alinhados a Washington, como Argentina, Chile e Paraguai.
Publicidade"Em vez de alinhamentos ideológicos com ditaduras e regimes autoritários, o que o Brasil precisa são parcerias estratégicas que enriqueçam o nosso povo, gerem empregos, tragam investimento, tecnologia e segurança", declarou o parlamentar, em entrevista coletiva, após se reunir com Trump no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça.
Flávio declarou que o objetivo de sua visita foi "oferecer uma alternativa" à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 7 de maio, classificada pelo senador como um "lobby para traficantes". A fala faz referência à rejeição do governo petista à ideia estudada na Casa Branca de designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.
Como exemplo, o parlamentar afirmou que, caso seja eleito presidente, o Brasil passará a integrar o "Escudo das Américas", iniciativa lançada por Trump para combater o tráfico de drogas e a imigração ilegal na região. Atualmente, aderiram ao programa países chefiados por líderes de direita e alinhados a Washington, como Argentina, Chile e Paraguai.
'Prestígio'
Flávio Bolsonaro disse que a reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não foi intermediada por "nenhum empresário". A fala faz referência à revelação de que o empresário brasileiro Joesley Batista ajudou a articular o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o líder americano.
"Quero registrar, antes de qualquer coisa, que esta reunião não foi intermediada por nenhum empresário duvidoso. Foi um convite direto do presidente dos EUA, feito ao seu nível, entre líderes políticos. Agradeço ao presidente Trump não só pela cordialidade com que me recebeu, mas por ter dedicado tempo da sua agenda a esse encontro", declarou o senador, em entrevista coletiva, após se reunir com Trump no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça.
Segundo Flávio, a agenda com Trump mostra o "prestígio do Brasil, que ainda existe apesar do governo Lula".
"Nunca antes um presidente dos EUA recebeu no Salão Oval um pré-candidato brasileiro à Presidência da República em pleno ano eleitoral. Isso não é coincidência. É o reconhecimento de que existe hoje no Brasil uma alternativa séria, sólida e confiável ao desastre do atual governo, e que essa alternativa tem nome", disse.
O senador afirmou também que, durante o encontro, Trump teria perguntado a ele sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inclusive sobre as condições da prisão do ex-chefe de Estado brasileiro e de como a família tem lidado com a situação
Ainda de acordo com Flávio, o líder americano teria lhe dado uma "challenge coin", medalha utilizada pelas Forças Armadas dos EUA como símbolo de respeito.
Organizações terroristas
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que classifique as facções criminosas brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho, como organizações terroristas.
"Enquanto o Lula vai de joelhos, rastejando, para implorar ao presidente americano, Trump, que não declare organizações criminosas, como CV e PCC, como terroristas, eu faço o contrário Eu fui exatamente fazer esse pedido expresso a ele, para que ele declare CVV e PCC como organizações terroristas, sim, que é o que eles são", declarou, em entrevista coletiva, após se reunir com o líder americano no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça. De acordo com o senador, o encontro durou 1 hora e 40 minutos.
Segundo Flávio, o objetivo da medida é "libertar" pessoas que moram em áreas controladas por essas facções por meio de acordos internacionais, não só com os EUA, mas também com outros países, caso ele seja eleito presidente da República.
A reunião do senador com Trump vem em meio à repercussão da relação do pré-candidato com o dono do Master, Daniel Vorcaro, preso por acusações como fraude bancária.
"Quero registrar, antes de qualquer coisa, que esta reunião não foi intermediada por nenhum empresário duvidoso. Foi um convite direto do presidente dos EUA, feito ao seu nível, entre líderes políticos. Agradeço ao presidente Trump não só pela cordialidade com que me recebeu, mas por ter dedicado tempo da sua agenda a esse encontro", declarou o senador, em entrevista coletiva, após se reunir com Trump no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça.
Segundo Flávio, a agenda com Trump mostra o "prestígio do Brasil, que ainda existe apesar do governo Lula".
"Nunca antes um presidente dos EUA recebeu no Salão Oval um pré-candidato brasileiro à Presidência da República em pleno ano eleitoral. Isso não é coincidência. É o reconhecimento de que existe hoje no Brasil uma alternativa séria, sólida e confiável ao desastre do atual governo, e que essa alternativa tem nome", disse.
O senador afirmou também que, durante o encontro, Trump teria perguntado a ele sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inclusive sobre as condições da prisão do ex-chefe de Estado brasileiro e de como a família tem lidado com a situação
Ainda de acordo com Flávio, o líder americano teria lhe dado uma "challenge coin", medalha utilizada pelas Forças Armadas dos EUA como símbolo de respeito.
Organizações terroristas
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que classifique as facções criminosas brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho, como organizações terroristas.
"Enquanto o Lula vai de joelhos, rastejando, para implorar ao presidente americano, Trump, que não declare organizações criminosas, como CV e PCC, como terroristas, eu faço o contrário Eu fui exatamente fazer esse pedido expresso a ele, para que ele declare CVV e PCC como organizações terroristas, sim, que é o que eles são", declarou, em entrevista coletiva, após se reunir com o líder americano no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça. De acordo com o senador, o encontro durou 1 hora e 40 minutos.
Segundo Flávio, o objetivo da medida é "libertar" pessoas que moram em áreas controladas por essas facções por meio de acordos internacionais, não só com os EUA, mas também com outros países, caso ele seja eleito presidente da República.
A reunião do senador com Trump vem em meio à repercussão da relação do pré-candidato com o dono do Master, Daniel Vorcaro, preso por acusações como fraude bancária.
Aliança
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta terça-feira, 26, ter dito ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o país não precisará mais taxar produtos brasileiros, caso o senador seja eleito presidente. Segundo Flávio, os motivos serão os acordos a serem selados entre os dois países.
"Em função de como o governo Lula trata os Estados Unidos, ameaçando o dólar como padrão internacional, no comércio entre países, o que eu disse é que os Estados Unidos teriam um País aliado no Brasil, que não seria necessário ele usar o mecanismo de taxar as empresas brasileiras, porque teríamos a condição de sentar como adultos", declarou Flávio em entrevista coletiva a jornalistas, após se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca.
Flávio afirmou que, se eleito, negociará acordos benéficos para as empresas dos dois países.
Segundo o senador, a conversa com Trump durou 1h40 e, nela, o norte-americano passou dez minutos falando sobre as reformas na Casa Branca. Flávio disse que outros temas envolveram a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a classificação de organizações criminosas brasileiras como organizações terroristas. Ele disse, porém, não ter recebido um posicionamento de Trump sobre a classificação. "Ele falou que estava analisando isso ainda, mas obviamente que não pode tomar uma decisão definitiva para me dar", declarou.
"Em função de como o governo Lula trata os Estados Unidos, ameaçando o dólar como padrão internacional, no comércio entre países, o que eu disse é que os Estados Unidos teriam um País aliado no Brasil, que não seria necessário ele usar o mecanismo de taxar as empresas brasileiras, porque teríamos a condição de sentar como adultos", declarou Flávio em entrevista coletiva a jornalistas, após se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca.
Flávio afirmou que, se eleito, negociará acordos benéficos para as empresas dos dois países.
Segundo o senador, a conversa com Trump durou 1h40 e, nela, o norte-americano passou dez minutos falando sobre as reformas na Casa Branca. Flávio disse que outros temas envolveram a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a classificação de organizações criminosas brasileiras como organizações terroristas. Ele disse, porém, não ter recebido um posicionamento de Trump sobre a classificação. "Ele falou que estava analisando isso ainda, mas obviamente que não pode tomar uma decisão definitiva para me dar", declarou.
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