Publicado 16/06/2026 09:39 | Atualizado 16/06/2026 10:39
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (16) que o acordo nuclear negociado com o Irã está concluído e deverá avançar para uma "segunda fase", que, segundo ele, será mais fácil de implementar. Em reunião com o emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, Trump também descreveu os atuais interlocutores iranianos como pessoas "muito racionais" e disse acreditar que a liderança de Teerã busca ajudar o próprio país.
"Nós concluímos nosso acordo com o Irã e ele deve ser bem-sucedido", disse. "Ele vai para uma segunda fase, que acho que será até mais fácil." Trump voltou a negar informações de que os EUA pretendem investir recursos no Irã após o entendimento. Segundo ele, o único ponto essencial do acordo é impedir que Teerã obtenha armamento nuclear.
O presidente afirmou que o texto estabelece que o país não poderá desenvolver, comprar ou adquirir armas nucleares. "Se fizerem isso, sofrerão consequências inimagináveis", disse. Em outro momento, acrescentou que "todo o inferno cairá sobre eles" caso violem o compromisso.
Trump também afirmou que as autoridades iranianas com as quais negocia atualmente são mais pragmáticas do que grupos anteriores "Estamos lidando com pessoas que considero muito racionais. Foram agradáveis nas negociações, fortes e inteligentes", declarou. Segundo ele, esses líderes "estão procurando ajudar seu país".
Questionado sobre a possibilidade de ações militares de Israel afetarem o acordo, Trump respondeu que o entendimento "pode sobreviver". Ao comentar o conflito envolvendo o Hezbollah no Líbano, classificou essa frente como "a guerra menor", enquanto definiu a questão iraniana como o principal foco regional.
O presidente ainda disse que os EUA pretendem recuperar material nuclear iraniano remanescente após os ataques americanos contra instalações do programa nuclear do país. "Vamos buscá-lo", afirmou.
Publicidade"Nós concluímos nosso acordo com o Irã e ele deve ser bem-sucedido", disse. "Ele vai para uma segunda fase, que acho que será até mais fácil." Trump voltou a negar informações de que os EUA pretendem investir recursos no Irã após o entendimento. Segundo ele, o único ponto essencial do acordo é impedir que Teerã obtenha armamento nuclear.
O presidente afirmou que o texto estabelece que o país não poderá desenvolver, comprar ou adquirir armas nucleares. "Se fizerem isso, sofrerão consequências inimagináveis", disse. Em outro momento, acrescentou que "todo o inferno cairá sobre eles" caso violem o compromisso.
Trump também afirmou que as autoridades iranianas com as quais negocia atualmente são mais pragmáticas do que grupos anteriores "Estamos lidando com pessoas que considero muito racionais. Foram agradáveis nas negociações, fortes e inteligentes", declarou. Segundo ele, esses líderes "estão procurando ajudar seu país".
Questionado sobre a possibilidade de ações militares de Israel afetarem o acordo, Trump respondeu que o entendimento "pode sobreviver". Ao comentar o conflito envolvendo o Hezbollah no Líbano, classificou essa frente como "a guerra menor", enquanto definiu a questão iraniana como o principal foco regional.
O presidente ainda disse que os EUA pretendem recuperar material nuclear iraniano remanescente após os ataques americanos contra instalações do programa nuclear do país. "Vamos buscá-lo", afirmou.
Trump evita cravar duração das próximas negociações com Irã
Trump destacou que as negociações da próxima fase com o Irã podem durar mais ou menos de 60 dias, mas que o memorando de entendimento alcançado entre as partes afirma "claramente" que Teerã não terá armas nucleares - ainda que Washington não tenha pressa para pegar o material nuclear iraniano.
O americano disse que irá realizar uma coletiva de imprensa para falar sobre o acordo já alcançado com o Irã e que "analisará" o memorando com a mídia em alguns dias, sem fornecer maiores detalhes. "Gosto da ideia de enviar o acordo com o Irã ao Congresso dos EUA para revisão", mencionou.
O mandatário americano reiterou, diante das expectativas para a assinatura do pacto com os iranianos na Suíça, que o Estreito de Ormuz estará "completamente aberto" na sexta-feira (19) e que a rota marítima estará isenta de pedágio quando abrir permanentemente. "Os navios estão começando a se movimentar em Ormuz", acrescentou, ao projetar que Washington busca reduzir ainda mais os preços do petróleo e que, atualmente, os EUA se encontram em uma posição de, em breve, impor sanções mais rigorosas à Rússia.
Paralelamente, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou à Fox News que o governo americano não dará "um centavo sequer" ao Irã com o acordo previamente acertado entre ambos os países. Ele ainda pontuou que o tratado significa que o país persa "nunca terá uma arma nuclear".
O americano disse que irá realizar uma coletiva de imprensa para falar sobre o acordo já alcançado com o Irã e que "analisará" o memorando com a mídia em alguns dias, sem fornecer maiores detalhes. "Gosto da ideia de enviar o acordo com o Irã ao Congresso dos EUA para revisão", mencionou.
O mandatário americano reiterou, diante das expectativas para a assinatura do pacto com os iranianos na Suíça, que o Estreito de Ormuz estará "completamente aberto" na sexta-feira (19) e que a rota marítima estará isenta de pedágio quando abrir permanentemente. "Os navios estão começando a se movimentar em Ormuz", acrescentou, ao projetar que Washington busca reduzir ainda mais os preços do petróleo e que, atualmente, os EUA se encontram em uma posição de, em breve, impor sanções mais rigorosas à Rússia.
Paralelamente, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou à Fox News que o governo americano não dará "um centavo sequer" ao Irã com o acordo previamente acertado entre ambos os países. Ele ainda pontuou que o tratado significa que o país persa "nunca terá uma arma nuclear".
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