Publicado 18/06/2026 10:57
O Exército israelense afirmou nesta quinta-feira (18) que continuará operando no sul do território libanês e "eliminará ameaças" além de sua chamada "zona de segurança", apesar do acordo entre Estados Unidos e Irã para acabar com a guerra, que inclui o Líbano.
Após divulgar um mapa da "zona de segurança", que avança quase 10 km dentro do território libanês, o Exército informou que suas tropas permanecerão na região "para eliminar ameaças e reforçar a defesa dos moradores do norte de Israel".
Em um comunicado posterior, um porta-voz militar israelense afirmou que o Exército "continuará eliminando ameaças para os soldados das FDI (Forças de Defesa de Israel) e para os civis do Estado de Israel identificados além da zona de segurança".
Estados Unidos e Irã assinaram nesta quarta-feira (17) um acordo para acabar com as hostilidades na guerra no Oriente Médio, que inclui o fim dos combates em todos os fronts, inclusive no Líbano.
Desde o anúncio do acordo entre Teerã e Washington, a intensidade da violência caiu drasticamente no sul e o grupo pró-iraniano Hezbollah não reivindicou nenhum ataque contra Israel.
Apesar da redução na violência, três pessoas morreram nesta quinta-feira em vários ataques israelenses, segundo a agência oficial NNA, uma delas quando um "drone inimigo atacou um carro" na região de Kfar Tebnit.
PublicidadeApós divulgar um mapa da "zona de segurança", que avança quase 10 km dentro do território libanês, o Exército informou que suas tropas permanecerão na região "para eliminar ameaças e reforçar a defesa dos moradores do norte de Israel".
Em um comunicado posterior, um porta-voz militar israelense afirmou que o Exército "continuará eliminando ameaças para os soldados das FDI (Forças de Defesa de Israel) e para os civis do Estado de Israel identificados além da zona de segurança".
Estados Unidos e Irã assinaram nesta quarta-feira (17) um acordo para acabar com as hostilidades na guerra no Oriente Médio, que inclui o fim dos combates em todos os fronts, inclusive no Líbano.
Desde o anúncio do acordo entre Teerã e Washington, a intensidade da violência caiu drasticamente no sul e o grupo pró-iraniano Hezbollah não reivindicou nenhum ataque contra Israel.
Apesar da redução na violência, três pessoas morreram nesta quinta-feira em vários ataques israelenses, segundo a agência oficial NNA, uma delas quando um "drone inimigo atacou um carro" na região de Kfar Tebnit.
O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra em março ao atacar Israel para vingar a morte do líder supremo da República Islâmica, no início da campanha americano-israelense. Israel respondeu com bombardeios em todo o Líbano e com uma invasão terrestre no sul, perto da fronteira e sob controle do Hezbollah há muitos anos.
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