Publicado 01/07/2026 12:28
Os Estados Unidos assinaram um acordo, nesta quarta-feira (1º), para construir um novo complexo para sua embaixada permanente em Jerusalém. Israel afirma que a medida reflete a "aliança inabalável" entre os dois países.
PublicidadeO documento foi assinado pelo embaixador americano em Jerusalém, Mike Huckabee, e pelo ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar.
O presidente americano, Donald Trump, durante seu primeiro mandato, reconheceu Jerusalém como capital de Israel em dezembro de 2017 e ordenou a transferência da missão diplomática de Tel Aviv.
Desde 2018, os serviços diplomáticos ficaram espalhados por vários locais em Jerusalém até que um lugar único e permanente pudesse ser encontrado. A nova embaixada será construída no complexo Allenby, no sul de Jerusalém.
"Os Estados Unidos não apenas reconhecem Jerusalém como a capital eterna, nativa e para sempre do povo judeu, mas também dizem: 'Faremos algo a respeito'", disse o embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, durante a cerimônia de assinatura no Ministério das Relações Exteriores israelense.
A decisão de Trump em 2017 rompeu com décadas de política dos Estados Unidos, que esperavam que o status de Jerusalém fosse determinado por meio de negociações entre israelenses e palestinos.
O presidente americano, Donald Trump, durante seu primeiro mandato, reconheceu Jerusalém como capital de Israel em dezembro de 2017 e ordenou a transferência da missão diplomática de Tel Aviv.
Desde 2018, os serviços diplomáticos ficaram espalhados por vários locais em Jerusalém até que um lugar único e permanente pudesse ser encontrado. A nova embaixada será construída no complexo Allenby, no sul de Jerusalém.
"Os Estados Unidos não apenas reconhecem Jerusalém como a capital eterna, nativa e para sempre do povo judeu, mas também dizem: 'Faremos algo a respeito'", disse o embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, durante a cerimônia de assinatura no Ministério das Relações Exteriores israelense.
A decisão de Trump em 2017 rompeu com décadas de política dos Estados Unidos, que esperavam que o status de Jerusalém fosse determinado por meio de negociações entre israelenses e palestinos.
* Reportagem do estagiário Victor Louro, sob supervisão de Raphael Perucci
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