Publicado 09/07/2026 10:28
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, assinou nesta quinta-feira (9) um decreto que convoca eleições legislativas para 28 de novembro, as primeiras do tipo em quase duas décadas, caso realmente sejam organizadas.
PublicidadeA medida ocorre três dias após o movimento islamista palestino Hamas anuncior que dissolveu o órgão que governou a Faixa de Gaza durante quase duas décadas.
As últimas eleições legislativas nos territórios palestinos aconteceram no início de 2006. O vencedor foi o movimento islamista Hamas, que impôs uma dura derrota ao Fatah, partido de Abbas, até então dominante. O Conselho Legislativo Palestino, o Parlamento da Autoridade Palestina presidida por Abbas, não se reúne desde 2007.
"O decreto presidencial conclama o povo palestino em Jerusalém, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza a participar de eleições legislativas livres e diretas para escolher os membros do Conselho Legislativo Palestino na data estabelecida", informou a agência oficial de notícias Wafa, que cita o texto do decreto.
A realização das eleições faz parte das reformas exigidas pela comunidade internacional, que oferece apoio financeiro à Autoridade Palestina.
Abbas, de 90 anos, venceu a última eleição presidencial palestina em 2005, com um mandato de quatro anos, o que significa que, em teoria, deveria ter expirado em 2009. Mas seu mandato foi prorrogado e, desde então, não foram organizadas outras eleições presidenciais. Abbas continuou governando por meio de decretos, apesar das críticas internas e externas.
Em 2021, Mahmoud Abbas anunciou a convocação de eleições legislativas e presidenciais para maio e julho daquele ano, respectivamente, mas as votações foram adiadas por tempo indeterminado, por falta de garantias de que a eleição poderia acontecer em Jerusalém Leste, a parte de maioria árabe ocupada por Israel desde 1967.
Em abril deste ano, os palestinos compareceram às urnas para escolher seus representantes municipais na Cisjordânia ocupada, na primeira votação desde o início da guerra de Gaza, em outubro de 2023.
A Autoridade Palestina tem sido rotulada como corrupta e inoperante. Muitos doadores condicionaram o apoio diplomático e financeiro à implementação de reformas. Em junho, Abbas anunciou que convocaria eleições presidenciais para o início de 2027, sem revelar se pretende ser candidato.
As últimas eleições legislativas nos territórios palestinos aconteceram no início de 2006. O vencedor foi o movimento islamista Hamas, que impôs uma dura derrota ao Fatah, partido de Abbas, até então dominante. O Conselho Legislativo Palestino, o Parlamento da Autoridade Palestina presidida por Abbas, não se reúne desde 2007.
"O decreto presidencial conclama o povo palestino em Jerusalém, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza a participar de eleições legislativas livres e diretas para escolher os membros do Conselho Legislativo Palestino na data estabelecida", informou a agência oficial de notícias Wafa, que cita o texto do decreto.
A realização das eleições faz parte das reformas exigidas pela comunidade internacional, que oferece apoio financeiro à Autoridade Palestina.
Abbas, de 90 anos, venceu a última eleição presidencial palestina em 2005, com um mandato de quatro anos, o que significa que, em teoria, deveria ter expirado em 2009. Mas seu mandato foi prorrogado e, desde então, não foram organizadas outras eleições presidenciais. Abbas continuou governando por meio de decretos, apesar das críticas internas e externas.
Em 2021, Mahmoud Abbas anunciou a convocação de eleições legislativas e presidenciais para maio e julho daquele ano, respectivamente, mas as votações foram adiadas por tempo indeterminado, por falta de garantias de que a eleição poderia acontecer em Jerusalém Leste, a parte de maioria árabe ocupada por Israel desde 1967.
Em abril deste ano, os palestinos compareceram às urnas para escolher seus representantes municipais na Cisjordânia ocupada, na primeira votação desde o início da guerra de Gaza, em outubro de 2023.
A Autoridade Palestina tem sido rotulada como corrupta e inoperante. Muitos doadores condicionaram o apoio diplomático e financeiro à implementação de reformas. Em junho, Abbas anunciou que convocaria eleições presidenciais para o início de 2027, sem revelar se pretende ser candidato.
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