Publicado 22/07/2026 10:57 | Atualizado 22/07/2026 12:09
O surto de ebola declarado em maio matou mais de 1.000 pessoas na República Democrática do Congo e em Uganda, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira (22).
Um total de 2.473 casos do vírus mortal foram confirmados na RDC, incluindo 999 mortes, enquanto a vizinha Uganda registrou 20 casos, incluindo duas mortes, segundo um relatório da OMS baseado em dados oficiais de ambos os países.
PublicidadeUm total de 2.473 casos do vírus mortal foram confirmados na RDC, incluindo 999 mortes, enquanto a vizinha Uganda registrou 20 casos, incluindo duas mortes, segundo um relatório da OMS baseado em dados oficiais de ambos os países.
LEIA MAIS: OMS alerta que número de casos de ebola pode ser até quatro vezes maior
O décimo sétimo surto de ebola na RDC foi declarado em 15 de maio, após várias mortes em Ituri, e permanece concentrado nesta província do nordeste, rica em minerais e assolada por grupos armados.
Casos de ebola, doença que se espalha por contato próximo e fluidos corporais infectados, também foram detectados em outras quatro províncias da RDC.
Os casos identificados em Uganda eram, em sua maioria, de cidadãos congoleses que cruzaram a fronteira. O país afirma que está há três semanas sem registrar novos casos.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou na semana passada que o surto, no último mês, "se espalhou mais rapidamente do que qualquer surto anterior" da doença.
Apesar da resposta intensificada, "o surto ainda está à nossa frente e ainda estamos na fase de recuperação", disse na terça-feira Thierno Balde, coordenador da OMS para a gestão da cepa Bundibugyo na RDC.
Atualmente, não há vacina ou tratamento aprovado para a Bundibugyo, responsável por este surto.
No entanto, a OMS observou "avanços promissores", com testes em andamento de dois tratamentos potenciais, uma vacina e uma profilaxia pós-exposição no terreno.
O décimo sétimo surto de ebola na RDC foi declarado em 15 de maio, após várias mortes em Ituri, e permanece concentrado nesta província do nordeste, rica em minerais e assolada por grupos armados.
Casos de ebola, doença que se espalha por contato próximo e fluidos corporais infectados, também foram detectados em outras quatro províncias da RDC.
Os casos identificados em Uganda eram, em sua maioria, de cidadãos congoleses que cruzaram a fronteira. O país afirma que está há três semanas sem registrar novos casos.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou na semana passada que o surto, no último mês, "se espalhou mais rapidamente do que qualquer surto anterior" da doença.
Apesar da resposta intensificada, "o surto ainda está à nossa frente e ainda estamos na fase de recuperação", disse na terça-feira Thierno Balde, coordenador da OMS para a gestão da cepa Bundibugyo na RDC.
Atualmente, não há vacina ou tratamento aprovado para a Bundibugyo, responsável por este surto.
No entanto, a OMS observou "avanços promissores", com testes em andamento de dois tratamentos potenciais, uma vacina e uma profilaxia pós-exposição no terreno.
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