Publicado 24/07/2026 14:42
A União Europeia (UE) anunciou nesta sexta-feira, 24, novas sanções contra seis indivíduos acusados de graves violações de direitos humanos no Irã, elevando para 269 o total de pessoas e para 53 o de entidades atingidas pelas medidas restritivas do bloco.
Segundo comunicado do Conselho da UE, cinco dos sancionados são juízes de tribunais revolucionários regionais iranianos, acusados de conduzir julgamentos contra minorias religiosas e dissidentes políticos, incluindo a vencedora do Prêmio Nobel da Paz Narges Mohammadi. De acordo com o bloco, os magistrados impuseram penas de morte, longas penas de prisão, flagelações, multas e outras punições com base em acusações vagas relacionadas à segurança nacional e à religião. O Conselho afirmou que essas condenações atingiram dissidentes políticos e defensores dos direitos humanos, inclusive pessoas ligadas aos protestos "Mulher, Vida, Liberdade", desencadeados em 2022.
A UE também incluiu na lista de sanções o hacker e engenheiro da computação iraniano Nima Salehi, fundador e principal liderança do grupo cibernético Ashiyane. Segundo o comunicado, a organização coopera com a Polícia Cibernética do Irã (FATA, na sigla em inglês) e com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês), sendo responsável por ataques cibernéticos contra opositores internos, reformistas e instituições estrangeiras.
As sanções incluem congelamento de ativos, proibição de viagens à UE e veto ao fornecimento de recursos financeiros ou econômicos aos indivíduos e entidades listados. Também permanece em vigor a proibição de exportar ao Irã equipamentos que possam ser utilizados para repressão interna, incluindo sistemas de monitoramento de telecomunicações.
PublicidadeSegundo comunicado do Conselho da UE, cinco dos sancionados são juízes de tribunais revolucionários regionais iranianos, acusados de conduzir julgamentos contra minorias religiosas e dissidentes políticos, incluindo a vencedora do Prêmio Nobel da Paz Narges Mohammadi. De acordo com o bloco, os magistrados impuseram penas de morte, longas penas de prisão, flagelações, multas e outras punições com base em acusações vagas relacionadas à segurança nacional e à religião. O Conselho afirmou que essas condenações atingiram dissidentes políticos e defensores dos direitos humanos, inclusive pessoas ligadas aos protestos "Mulher, Vida, Liberdade", desencadeados em 2022.
A UE também incluiu na lista de sanções o hacker e engenheiro da computação iraniano Nima Salehi, fundador e principal liderança do grupo cibernético Ashiyane. Segundo o comunicado, a organização coopera com a Polícia Cibernética do Irã (FATA, na sigla em inglês) e com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês), sendo responsável por ataques cibernéticos contra opositores internos, reformistas e instituições estrangeiras.
As sanções incluem congelamento de ativos, proibição de viagens à UE e veto ao fornecimento de recursos financeiros ou econômicos aos indivíduos e entidades listados. Também permanece em vigor a proibição de exportar ao Irã equipamentos que possam ser utilizados para repressão interna, incluindo sistemas de monitoramento de telecomunicações.
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O Conselho reiterou que a UE "apoia firmemente as aspirações fundamentais do povo iraniano" por um futuro em que seus direitos humanos e liberdades fundamentais sejam plenamente respeitados. O bloco acrescentou que continuará trabalhando em novas medidas restritivas contra os responsáveis por violações no país.
O Conselho reiterou que a UE "apoia firmemente as aspirações fundamentais do povo iraniano" por um futuro em que seus direitos humanos e liberdades fundamentais sejam plenamente respeitados. O bloco acrescentou que continuará trabalhando em novas medidas restritivas contra os responsáveis por violações no país.
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