Publicado 31/07/2026 12:55
A República Democrática do Congo (RDC) registrou 3.535 casos de ebola em apenas alguns meses, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelas autoridades. O número é maior que o registrado durante a epidemia mais mortal no país, entre 2018 e 2020.
PublicidadeO surto atual deixou 1.556 mortos, ficando abaixo apenas da epidemia encerrada em 2020, que vitimou quase 2,3 mil pessoas. O epicentro dos casos é Ituri, uma província no nordeste do país, na fronteira com o Sudão do Sul e Uganda, que concentra quase 90% dos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O vírus também está presente em outras quatro províncias, incluindo Kivu do Norte e Kivu do Sul, cujas capitais e partes do território são controladas pelo grupo armado antigovernamental M23, apoiado por Ruanda.
O ebola, transmitido pelo contato com fluidos corporais e que causa febre hemorrágica, matou mais de 15 mil pessoas na África nos últimos 50 anos.
A 17ª epidemia, declarada em 15 de maio, é causada pela variante Bundibugyo, para a qual não existe vacina ou tratamento. Uma vacina, considerada "promissora" pela OMS, será desenvolvida pelos Laboratórios Hilleman, com sede em Singapura.
Na última semana, um voluntário recebeu a primeira dose de outra vacina contra a Bundibugyo, desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.
Uganda declarou o fim da epidemia de ebola no país na terça-feira, mas o risco permanece, segundo a OMS.
O vírus também está presente em outras quatro províncias, incluindo Kivu do Norte e Kivu do Sul, cujas capitais e partes do território são controladas pelo grupo armado antigovernamental M23, apoiado por Ruanda.
O ebola, transmitido pelo contato com fluidos corporais e que causa febre hemorrágica, matou mais de 15 mil pessoas na África nos últimos 50 anos.
A 17ª epidemia, declarada em 15 de maio, é causada pela variante Bundibugyo, para a qual não existe vacina ou tratamento. Uma vacina, considerada "promissora" pela OMS, será desenvolvida pelos Laboratórios Hilleman, com sede em Singapura.
Na última semana, um voluntário recebeu a primeira dose de outra vacina contra a Bundibugyo, desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.
Uganda declarou o fim da epidemia de ebola no país na terça-feira, mas o risco permanece, segundo a OMS.
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