Publicado 05/08/2026 10:30 | Atualizado 05/08/2026 11:28
A polícia da Coreia do Sul realizou buscas nos escritórios da Starbucks nesta quarta-feira (5), informou a operadora local da rede de cafeterias. A investigação acontece após uma campanha publicitária acusada de difamar ativistas mortos em protestos pró-democracia em 1980.
A Starbucks Coreia lançou, em 18 de maio, uma promoção chamada "Dia do Tanque", divulgando uma nova linha de copos de grande capacidade para suas bebidas. O anúncio coincidiu com o 46º aniversário do Levante de Gwangju, no qual 165 civis morreram quando a ditadura militar enviou tanques às ruas, segundo o balanço oficial.
A rede foi acusada de banalizar o movimento de protesto mais emblemático do país e de insultar os mortos, lembrados por muitos como mártires. Um grupo civil e as famílias das vítimas apresentaram uma queixa na qual acusam membros do Grupo Shinsegae, que opera o Starbucks Coreia, de difamação.
A Coreia do Sul é o terceiro maior mercado da gigante do café, atrás de seu país de origem, os Estados Unidos, e da China.
A polêmica levou a um pedido público de desculpas e ao fechamento temporário das mais de 2.000 lojas do país para capacitação de funcionários em junho.
PublicidadeA Starbucks Coreia lançou, em 18 de maio, uma promoção chamada "Dia do Tanque", divulgando uma nova linha de copos de grande capacidade para suas bebidas. O anúncio coincidiu com o 46º aniversário do Levante de Gwangju, no qual 165 civis morreram quando a ditadura militar enviou tanques às ruas, segundo o balanço oficial.
A rede foi acusada de banalizar o movimento de protesto mais emblemático do país e de insultar os mortos, lembrados por muitos como mártires. Um grupo civil e as famílias das vítimas apresentaram uma queixa na qual acusam membros do Grupo Shinsegae, que opera o Starbucks Coreia, de difamação.
A Coreia do Sul é o terceiro maior mercado da gigante do café, atrás de seu país de origem, os Estados Unidos, e da China.
A polêmica levou a um pedido público de desculpas e ao fechamento temporário das mais de 2.000 lojas do país para capacitação de funcionários em junho.
A reportagem procurou a Starbucks Brasil por e-mail para esclarecimentos sobre o caso, mas ainda não obteve resposta. O espaço para manifestação segue aberto.
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