Publicado 19/08/2026 12:32 | Atualizado 19/08/2026 12:34
As gigantes farmacêuticas Moderna e a Merck informaram nesta quarta-feira (19) que uma vacina experimental personalizada baseada em mRNA demonstrou eficácia em reduzir o risco do melanoma, um tipo de câncer de pele, voltar ou se espalhar.
PublicidadeA terapia personalizada, combinada com a imunoterapia Keytruda, da Merck, permitiu um aumento significativo das chances de sobrevivência livre de recidiva do câncer em pacientes com melanoma avançado que já haviam sido operados.
Em comparação com um tratamento baseado apenas na Keytruda, a terapia apresentou resultados melhores, destacaram os dois laboratórios, mas sem divulgar números.
O novo tratamento, denominado "intismeran autogene", é baseado na tecnologia do ácido ribonucleico mensageiro (mRNA), que consiste em instruir as células do organismo sobre como produzir proteínas capazes de desencadear uma resposta imunológica.
Trata-se de uma terapia "sob medida", desenvolvida a partir das mutações específicas do tumor de cada paciente. O objetivo é treinar e ativar o sistema imunológico do paciente para que reconheça e ataque as células cancerígenas.
"Durante muitos anos, a ideia de criar um tratamento de mRNA desenvolvido especificamente para o câncer de uma pessoa era difícil de imaginar. Hoje, estamos contribuindo para transformar esta visão em realidade", declarou Stéphane Bancel, CEO da Moderna.
O ensaio clínico de fase 3, etapa decisiva antes de solicitar a autorização de comercialização, foi desenvolvido com mais de 1.100 pessoas.
A Moderna se tornou conhecida do grande público por ser uma das pioneiras mundiais das vacinas de RNA mensageiro. A empresa foi uma das primeiras, ao lado da Pfizer-BioNTech, a desenvolver e comercializar em larga escala uma vacina baseada nesta tecnologia contra a covid-19.
O melanoma é uma das formas mais letais de câncer de pele, com mais de 330 mil novos casos diagnosticados em todo o mundo em 2022, número que está em alta, lembram os laboratórios.
Em comparação com um tratamento baseado apenas na Keytruda, a terapia apresentou resultados melhores, destacaram os dois laboratórios, mas sem divulgar números.
O novo tratamento, denominado "intismeran autogene", é baseado na tecnologia do ácido ribonucleico mensageiro (mRNA), que consiste em instruir as células do organismo sobre como produzir proteínas capazes de desencadear uma resposta imunológica.
Trata-se de uma terapia "sob medida", desenvolvida a partir das mutações específicas do tumor de cada paciente. O objetivo é treinar e ativar o sistema imunológico do paciente para que reconheça e ataque as células cancerígenas.
"Durante muitos anos, a ideia de criar um tratamento de mRNA desenvolvido especificamente para o câncer de uma pessoa era difícil de imaginar. Hoje, estamos contribuindo para transformar esta visão em realidade", declarou Stéphane Bancel, CEO da Moderna.
O ensaio clínico de fase 3, etapa decisiva antes de solicitar a autorização de comercialização, foi desenvolvido com mais de 1.100 pessoas.
A Moderna se tornou conhecida do grande público por ser uma das pioneiras mundiais das vacinas de RNA mensageiro. A empresa foi uma das primeiras, ao lado da Pfizer-BioNTech, a desenvolver e comercializar em larga escala uma vacina baseada nesta tecnologia contra a covid-19.
O melanoma é uma das formas mais letais de câncer de pele, com mais de 330 mil novos casos diagnosticados em todo o mundo em 2022, número que está em alta, lembram os laboratórios.
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