Publicado 14/08/2025 08:00
Niterói - O Hotel H, em Niterói será, no dia 13 de setembro, o cenário da nova edição do “Vivendo a Superdotação”. Depois de passar por cidades, como São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Criado e conduzido pelo psicólogo e neuropsicólogo Damião Silva, o encontro terá como tema “Por que escolas, profissionais de saúde e famílias precisam agir agora?”, com o objetivo de ampliar o debate sobre os desafios e as urgências que envolvem a superdotação.
PublicidadeDamião, que há anos atua na identificação e no acompanhamento de pessoas com altas habilidades, explica que o momento exige mobilização. Psicólogo, neuropsicólogo, pedagogo, escritor e palestrante, com especialização em Educação Inclusiva, Análise do Comportamento, Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação. Ele possui mestrado em Avaliação Psicológica e atualmente está doutorando em Ciências, Tecnologias e Inclusão. Com uma carreira consolidada, já formou mais de 150 mil educadores e cerca de 30 mil pais, nos últimos 10 anos, por meio de cursos e palestras no Brasil e em diversos países da América Latina e Europa. Como escritor, já vendeu mais de 70 mil livros, com seus e-books sendo baixados por mais de 30 mil leitores.
“Não podemos continuar ignorando uma parte significativa da população que apresenta potencial elevado. Quando não há identificação precoce e acompanhamento adequado, desperdiçamos talentos e comprometemos trajetórias de vida. Este evento é um espaço para unir ciência, prática e acolhimento”, afirma.
“Não podemos continuar ignorando uma parte significativa da população que apresenta potencial elevado. Quando não há identificação precoce e acompanhamento adequado, desperdiçamos talentos e comprometemos trajetórias de vida. Este evento é um espaço para unir ciência, prática e acolhimento”, afirma.
No último censo realizado pelo Conselho Brasileiro para Superdotação, os registros do Censo Escolar de 2024 indicam que aproximadamente 43.950 alunos com altas habilidades ou superdotação foram identificados no Brasil. Em termos percentuais, isso representa uma fração mínima diante dos milhões de estudantes matriculados. Estimativas apontam que cerca de 15,87% da população escolar pode estar nesse espectro — o que corresponderia a algo em torno de 7 milhões de estudantes, número muito acima do registrado oficialmente. Em Goiás, especificamente na rede pública estadual, 88 alunos foram formalmente identificados com esse perfil, evidenciando a necessidade de ampliar os mecanismos de diagnóstico e inclusão para que talentos não permaneçam invisíveis. O encontro é voltado para educadores, profissionais de saúde mental, especialistas em desenvolvimento infantil e famílias que convivem com a superdotação. A programação prevê palestras, debates e momentos de troca entre os participantes, com o intuito de construir uma rede de cuidado e transformação. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Mais informações estão disponíveis no perfil @vivendoasuperdotacao, no Instagram.
Serviço
“Vivendo a Superdotação”
Data: No dia 13 de setembro de 2025
Horário: 8H
Local: R. Dr. Paulo Alves, 14
Rua Doutor Paulo Alves, 14 Ingá
Niterói, RJ
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/vivendo-a-superdotacao-por-que-escolas-profissionais-de-saude-e-familias-precisam-agir-agora/3016970?
Serviço
“Vivendo a Superdotação”
Data: No dia 13 de setembro de 2025
Horário: 8H
Local: R. Dr. Paulo Alves, 14
Rua Doutor Paulo Alves, 14 Ingá
Niterói, RJ
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/vivendo-a-superdotacao-por-que-escolas-profissionais-de-saude-e-familias-precisam-agir-agora/3016970?
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