Por bianca.lobianco
Publicado 02/01/2016 22:38 | Atualizado 03/01/2016 00:52

Rio - Toda crise abate investimentos. A recessão no Brasil que vem desde 2015 e continuará pelos próximos meses não ousa questionar essa lógica. O que houve com o Comperj, entretanto, transcende qualquer manual: chega a ser algo criminoso, ainda que não tenha havido má-fé, o que se passou em Itaboraí e região no último semestre. Situação que parece começar a mudar, como O DIA mostrou quarta-feira.

Editais para duas unidades serão lançados e preveem 5,5 mil vagas. Contingente que se juntará aos seis mil trabalhadores ativos — um quinto do que já teve o ‘Eldorado fluminense’, como se vislumbrou o complexo.

Nenhum outro empreendimento sentiu tanto o peso da recessão e da paralisia imposta pela corrupção, e até certo ponto a Petrobras não tinha alternativa diante da necessidade de sanear-se. Mas o cenário no Comperj é de desolação, tamanha a devastação e amplitude do efeito dominó. Espera-se que esse recomeço reverta o quadro de abandono e devolva à região parte da glória prometida.

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