Publicado 18/07/2025 11:00
Nova Iguaçu - Os dados do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) foram detalhados na reunião do Conselho Empresarial Firjan Nova Iguaçu e Região. Na ocasião, foram enfatizados os indicadores que apontam para o desenvolvimento socioeconômico em nível baixo ou crítico, quase que na totalidade dos municípios da região.
PublicidadeCom o intuito de contribuir para a criação de políticas públicas que ajudem a mudar o cenário nos municípios da Baixada Fluminense, o presidente regional da Firjan, Marcelo Kaiuca, recebeu o prefeito de Mesquita, Marotto Miranda e os vice-prefeitos de Nova Iguaçu, Roberta Teixeira e de Nilópolis, Álvaro Ramos, além de representantes de governo de Queimados, Paracambi e das subprefeituras da Zona Oeste do estado.
“Através do IFDM é possível verificar os pontos de maior criticidade nos municípios. Com esses indicadores buscamos contribuir com os gestores públicos para que criem mecanismo que auxiliem no desenvolvimento dos municípios e consequentemente, melhorem a qualidade de vida da população”, destacou o presidente da Firjan Nova Iguaçu e Região, Marcelo Kaiuca.
Elaborado pela Firjan, o estudo é composto pelos indicadores de Emprego & Renda, Saúde e Educação e varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento socioeconômico. Através dessa pontuação, é possível avaliar o município de forma geral e específica em cada um dos indicadores. Tanto a avaliação geral quanto as análises dos indicadores são classificadas em quatro conceitos: entre 0 e 0,4 – desenvolvimento crítico / entre 0,4 e 0,6 – desenvolvimento baixo / entre 0,6 e 0,8 – desenvolvimento moderado / entre 0,8 e 1 – desenvolvimento alto. O estudo permite, ainda, avaliação absoluta por município e ano e comparações entre cidades e anos anteriores.
“Através do IFDM é possível verificar os pontos de maior criticidade nos municípios. Com esses indicadores buscamos contribuir com os gestores públicos para que criem mecanismo que auxiliem no desenvolvimento dos municípios e consequentemente, melhorem a qualidade de vida da população”, destacou o presidente da Firjan Nova Iguaçu e Região, Marcelo Kaiuca.
Elaborado pela Firjan, o estudo é composto pelos indicadores de Emprego & Renda, Saúde e Educação e varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento socioeconômico. Através dessa pontuação, é possível avaliar o município de forma geral e específica em cada um dos indicadores. Tanto a avaliação geral quanto as análises dos indicadores são classificadas em quatro conceitos: entre 0 e 0,4 – desenvolvimento crítico / entre 0,4 e 0,6 – desenvolvimento baixo / entre 0,6 e 0,8 – desenvolvimento moderado / entre 0,8 e 1 – desenvolvimento alto. O estudo permite, ainda, avaliação absoluta por município e ano e comparações entre cidades e anos anteriores.
O IFDM tem como base dados oficiais referentes ao ano de 2023 e faz comparativo com o ano de 2013. O indicador analisou 5.550 municípios brasileiros, que respondem por 99,96% da população. Nova Iguaçu ocupa o 89° lugar no ranking estadual.
A vice-prefeita de Nova Iguaçu, Roberta Teixeira destacou a relevância do IFDM para o estabelecimento de medidas que contribuam para melhoria dos indicadores. “A partir desses dados podemos avaliar como anda o desenvolvimento dos municípios. O índice evidencia onde precisamos direcionar nossas políticas públicas”, destacou.
Durante a reunião, os gestores públicos debateram ainda sobre os impactos de projetos de Lei que visam a redução de incentivos fiscais para o estado, que tramitam na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Se aprovadas, as medidas podem impactar a atividade industrial, gerando perda de emprego, renda e arrecadação para os municípios.
A vice-prefeita de Nova Iguaçu, Roberta Teixeira destacou a relevância do IFDM para o estabelecimento de medidas que contribuam para melhoria dos indicadores. “A partir desses dados podemos avaliar como anda o desenvolvimento dos municípios. O índice evidencia onde precisamos direcionar nossas políticas públicas”, destacou.
Durante a reunião, os gestores públicos debateram ainda sobre os impactos de projetos de Lei que visam a redução de incentivos fiscais para o estado, que tramitam na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Se aprovadas, as medidas podem impactar a atividade industrial, gerando perda de emprego, renda e arrecadação para os municípios.
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