Publicado 11/11/2025 00:00
Muitas vezes escuto jovens dizerem que não querem ser líderes porque acreditam que isso significa abrir mão da vida pessoal. Uma pesquisa recente da Korn Ferry mostrou que apenas 2% da geração Z tem a ambição de ocupar um cargo de liderança. O principal motivo apontado é justamente o receio de perder tempo com a família e com seus interesses pessoais.
Quero dizer que essa visão é equivocada. Liderança não é sinônimo de sacrifício. Ao contrário: quando exercida da forma correta, ela traz equilíbrio, troca e crescimento. Um ecossistema alimenta o outro, a vida pessoal enriquece a vida profissional e vice-versa.
Ao longo da minha carreira, percebi que liderar não é mandar. É servir aos outros, criar condições para que as pessoas cresçam e floresçam. Claro que resultados importam, mas eles só vêm de forma sustentável quando enxergamos cada liderado como ser humano, e não como máquina. É nesse cuidado que nasce a confiança e o apoio mútuo.
O problema é que ainda formamos profissionais para atuar de forma técnica, mas raramente preparamos líderes. Nas universidades, fala-se muito de habilidades específicas e pouco de ética, responsabilidade social, diversidade e visão holística do mundo. Não é à toa que tantos jovens se sentem inseguros diante da possibilidade de liderar.
Defendo que a liderança do futuro depende de soft skills: comunicação clara, inteligência emocional, empatia, capacidade de lidar com conflitos e de se adaptar às mudanças. Essas são as competências que constroem ambientes colaborativos e de alta performance.
No meu livro Os 4 Pilares da Liderança Imbatível, compartilho caminhos que considero essenciais para quem deseja seguir essa jornada: autoconhecimento, aprendizado contínuo, prática da gratidão, clareza de propósito, humildade e, acima de tudo, dar o exemplo.
Liderar é servir, é guiar pessoas para que alcancem seu melhor. A geração Z tem tudo para se tornar protagonista dessa transformação — mas precisa compreender que liderança não é sobre o “eu”. É, sempre, sobre o “nós”.
PublicidadeQuero dizer que essa visão é equivocada. Liderança não é sinônimo de sacrifício. Ao contrário: quando exercida da forma correta, ela traz equilíbrio, troca e crescimento. Um ecossistema alimenta o outro, a vida pessoal enriquece a vida profissional e vice-versa.
Ao longo da minha carreira, percebi que liderar não é mandar. É servir aos outros, criar condições para que as pessoas cresçam e floresçam. Claro que resultados importam, mas eles só vêm de forma sustentável quando enxergamos cada liderado como ser humano, e não como máquina. É nesse cuidado que nasce a confiança e o apoio mútuo.
O problema é que ainda formamos profissionais para atuar de forma técnica, mas raramente preparamos líderes. Nas universidades, fala-se muito de habilidades específicas e pouco de ética, responsabilidade social, diversidade e visão holística do mundo. Não é à toa que tantos jovens se sentem inseguros diante da possibilidade de liderar.
Defendo que a liderança do futuro depende de soft skills: comunicação clara, inteligência emocional, empatia, capacidade de lidar com conflitos e de se adaptar às mudanças. Essas são as competências que constroem ambientes colaborativos e de alta performance.
No meu livro Os 4 Pilares da Liderança Imbatível, compartilho caminhos que considero essenciais para quem deseja seguir essa jornada: autoconhecimento, aprendizado contínuo, prática da gratidão, clareza de propósito, humildade e, acima de tudo, dar o exemplo.
Liderar é servir, é guiar pessoas para que alcancem seu melhor. A geração Z tem tudo para se tornar protagonista dessa transformação — mas precisa compreender que liderança não é sobre o “eu”. É, sempre, sobre o “nós”.
Renato Trisciuzzi é doutor em Administração de Empresas, mentor, palestrante internacional e autor de “Os 4 Pilares da Liderança Imbatível” (Editora Gente)
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