Publicado 24/07/2026 17:56
Petrópolis - O Tribunal do Júri condenou, nesta quinta-feira (23), três pessoas envolvidas no assassinato de Nathan Gama Vieira, morto em abril de 2020, no bairro Castelo São Manoel, em Corrêas, Petrópolis.
A principal acusada foi condenada por homicídio duplamente qualificado e também por furto, após a subtração do telefone celular da vítima logo após a execução. A pena fixada foi de 19 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado.
Outros dois réus foram condenados pelo crime de associação criminosa. Cada um recebeu pena de três anos de reclusão, também em regime inicialmente fechado.
As investigações apontaram que o homicídio foi motivado por uma disputa ligada ao comércio de entorpecentes na região, já que a vítima estaria vendendo drogas sem autorização da facção criminosa que atuava no bairro. Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo fútil e do recurso que dificultou a defesa da vítima.
PublicidadeA principal acusada foi condenada por homicídio duplamente qualificado e também por furto, após a subtração do telefone celular da vítima logo após a execução. A pena fixada foi de 19 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado.
Outros dois réus foram condenados pelo crime de associação criminosa. Cada um recebeu pena de três anos de reclusão, também em regime inicialmente fechado.
As investigações apontaram que o homicídio foi motivado por uma disputa ligada ao comércio de entorpecentes na região, já que a vítima estaria vendendo drogas sem autorização da facção criminosa que atuava no bairro. Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo fútil e do recurso que dificultou a defesa da vítima.
O julgamento foi realizado no Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Petrópolis e contou com atuação do Grupo de Atuação Especializada do Tribunal do Júri do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEJURI/MPRJ), em conjunto com a Promotoria de Justiça junto à 1ª Vara Criminal de Petrópolis.
O assassinato
O assassinato
Nathan Gama Vieira, de 24 anos, foi encontrado morto no início da madrugada de 28 de abril de 2020, próximo de sua residência, no Castelo São Manoel. Segundo as investigações, ele havia saído de casa informando à família que iria encontrar uma namorada que morava na Rua 13, a poucos metros dali.
De acordo com o Ministério Público, Nathan foi atraído até a Rua Walter Bichtluf São Coutinho, conhecida como Rua 12, sob o pretexto de uma negociação relacionada ao tráfico de drogas. Ao chegar ao local, foi surpreendido e executado com disparos de arma de fogo.
A perícia constatou que a vítima foi atingida por disparos no rosto, no tórax e no pescoço. Apesar da quantidade de tiros, apenas um projétil foi localizado no local.
Na ocasião, moradores disseram à polícia que não viram nem ouviram a ação criminosa, e a ausência de câmeras de monitoramento nas proximidades dificultou o trabalho de investigação. Nathan possuía duas anotações criminais por tráfico de drogas.
A perícia constatou que a vítima foi atingida por disparos no rosto, no tórax e no pescoço. Apesar da quantidade de tiros, apenas um projétil foi localizado no local.
Na ocasião, moradores disseram à polícia que não viram nem ouviram a ação criminosa, e a ausência de câmeras de monitoramento nas proximidades dificultou o trabalho de investigação. Nathan possuía duas anotações criminais por tráfico de drogas.
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