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  • Professor do estado do Rio, Leonel Coutinho de Abreu, 59 anos, luta para conseguir pegar medicamento para o filhoDivulgação
    Por *Thalita Queiroz
    Publicado 09/07/2021 15:19
    Rio - Após 73 dias de peregrinação, o professor do estado do Rio, Leonel Coutinho de Abreu, 59 anos, conseguiu pegar um medicamento fundamental para que o seu filho, Cristiano Melo Coutinho, 26 anos, que tem a doença de Crohn, pudesse sobreviver. O remédio Infliximabe custa em torno de R$ 18 mil e ajuda no tratamento dessa doença rara que atinge o intestino e, se não ingerida a cada dois meses, pode levar à morte. Leonel deveria ter pego o remédio, como sinalizado em um documento emitido pela própria SES, no dia 25 de junho, mas só chegou na quinta-feira (8).
    "Ou seja, esperaram passar o prazo de 60 dias que tinham, e só providenciaram o medicamento treze dias após os 60 dias que tiveram para providenciar", explicou o professor que tentou muito antes ter notícias se havia o medicamento no estoque.
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    Dupla de Nova Iguaçu

    Documento da SES que sinaliza a data da retirada do medicamento - Divulgação
    Documento da SES que sinaliza a data da retirada do medicamentoDivulgação
    Mesmo após conseguir o medicamento, o professor fez um protesto na frente da RioFarmes, na Cidade Nova, no Centro do Rio, temendo uma nova luta para os próximos meses, mas foi impedido. "Ia me acorrentar, sem atrapalhar a passagem de ninguém, mas os seguranças queriam me tirar à força. Não aguento mais viver isso, eu só queria ter a garantia que esse medicamento vai estar disponível para o meu filho. Se ele não tomar na data correta a coisa complica muito. Não pode atrasar sequer um dia na medicação. É Doença de Crohn na forma agressiva", desabafou.

    "Antes de acabar o estoque tem que ter medicamento, mas como são vidas, eles deixam acabar e pedem para voltar outro dia e não entram em contato e tem que ficar ligando para um monte de gente que nunca atende o telefone", finalizou Abreu.

    Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da Superintendência de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (SAFIE), informou que o medicamento Infliximabe está disponível para os pacientes cadastrados no estado. No entanto, só é possível pegar no período de dois meses, tempo que a dose é ingerida para pacientes com esta doença. "No caso específico de Cristiano Ajuda Melo Coutinho, que retira a medicação para tratamento, a medicação está disponível na RioFarmes para o período previsto", garantiu a secretaria.
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    *Estagiária sob supervisão de Thiago Antunes
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    Professor do estado do Rio, Leonel Coutinho de Abreu, 59 anos, luta para conseguir pegar medicamento para o filhoDivulgação
    Documento da SES que sinaliza a data da retirada do medicamentoDivulgação
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    Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.

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    Rio - Após 73 dias de peregrinação, o professor do estado do Rio, Leonel Coutinho de Abreu, 59 anos, conseguiu pegar um medicamento fundamental para que o seu filho, Cristiano Melo Coutinho, 26 anos, que tem a doença de Crohn, pudesse sobreviver. O remédio Infliximabe custa em torno de R$ 18 mil e ajuda no tratamento dessa doença rara que atinge o intestino e, se não ingerida a cada dois meses, pode levar à morte. Leonel deveria ter pego o remédio, como sinalizado em um documento emitido pela própria SES, no dia 25 de junho, mas só chegou na quinta-feira (8).
    "Ou seja, esperaram passar o prazo de 60 dias que tinham, e só providenciaram o medicamento treze dias após os 60 dias que tiveram para providenciar", explicou o professor que tentou muito antes ter notícias se havia o medicamento no estoque.
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    Mesmo após conseguir o medicamento, o professor fez um protesto na frente da RioFarmes, na Cidade Nova, no Centro do Rio, temendo uma nova luta para os próximos meses, mas foi impedido. "Ia me acorrentar, sem atrapalhar a passagem de ninguém, mas os seguranças queriam me tirar à força. Não aguento mais viver isso, eu só queria ter a garantia que esse medicamento vai estar disponível para o meu filho. Se ele não tomar na data correta a coisa complica muito. Não pode atrasar sequer um dia na medicação. É Doença de Crohn na forma agressiva", desabafou.

    "Antes de acabar o estoque tem que ter medicamento, mas como são vidas, eles deixam acabar e pedem para voltar outro dia e não entram em contato e tem que ficar ligando para um monte de gente que nunca atende o telefone", finalizou Abreu.

    Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da Superintendência de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (SAFIE), informou que o medicamento Infliximabe está disponível para os pacientes cadastrados no estado. No entanto, só é possível pegar no período de dois meses, tempo que a dose é ingerida para pacientes com esta doença. "No caso específico de Cristiano Ajuda Melo Coutinho, que retira a medicação para tratamento, a medicação está disponível na RioFarmes para o período previsto", garantiu a secretaria.
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